Entrevista é o momento da verdade para muitos profissionais em busca de um novo emprego, e saber como lidar com as perguntas de entrevista mais comuns, escapando das pegadinhas e armadilhas, é uma necessidade comum.Esta é a segunda (e última) parte do artigo que apresenta perguntas comuns em entrevistas de emprego elaboradas por profissionais típicos – leia também a primeira parte. Não existe uma única resposta certa para cada uma delas, e você deve responder sempre com naturalidade e de forma espontânea – nada de respostas decoradas! Mas em muitas das perguntas há um teste oculto, e estes testes acabam eliminando muitos candidatos.
Por isso, para cada pergunta foi acrescentada uma sugestão de resposta, e eventualmente um comentário sobre qual o teste oculto. Você não deve decorar estas respostas e usá-las na próxima entrevista; a idéia é que você as use como base para compor sua própria resposta, que deve ser sincera e espontânea. Assim, você não será pego despreparado por nenhuma destas perguntas comuns, muitas delas difíceis de serem respondidas de improviso.
Veja os detalhes no artigo anterior (que tem também as perguntas sobre o candidato e sobre seu histórico e carreira), e leia a seguir a continuação com as perguntas sobre a vaga e a empresa para as quais está se candidatando, sua opinião sobre sua empresa, equipe ou chefe anteriores, e algumas das armadilhas comuns em entrevista e redação para seleção de emprego.
Sobre a vaga e a empresa
- O que você procura aqui na empresa? Você certamente procura muitas coisas, inclusive a satisfação de necessidades pessoais. Não há razão para esconder isso, mas também não é necessário detalhar. Prefira detalhar aspectos que você procura e que interessem à empresa diretamente, como o desafio de fazer parte da história dela, a chance de contribuir para algum projeto ou estratégia notável dela, ou o envolvimento com um quadro profissional tão capacitado, por exemplo.
- Por que acha que devemos lhe contratar? Esteja preparado para esta, e mencione de forma objetiva 2 ou 3 diferenciais seus que você considera essenciais, e a forma como eles podem gerar resultado para a empresa.
- Por que enviou seu currículo para esta empresa? Esta é uma oportunidade para fazer valer a pena as horas de pesquisa que você fez sobre a empresa antes da entrevista. Fale sobre notícias recentes de sucessos da empresa, perspectivas de crescimento do seu mercado, e como acredita que o posicionamento dela a torna atraente para qualquer profissional.
- Quanto vai demorar até trazer uma contribuição positiva para esta empresa? Esta é uma pegadinha de entrevista, e o entrevistador que recorre a ela merece ouvir uma resposta pronta e enlatada. Aqui vai: “A partir do primeiro dia, na verdade mal posso esperar. E tenho certeza de que será uma contribuição crescente, conforme for conhecendo melhor a empresa e seus objetivos!”
- Quanto tempo pretende permanecer na empresa? Aqui em geral o entrevistador quer remover qualquer pessoa que afirme que tem, de fato outra oportunidade em vista, ou que tem planos para daqui a alguns anos ir fazer alguma outra coisa. Se for um bom entrevistador, ele também pode dar pontos negativos se entender que você é acomodado e só deseja um lugar para se encostar até a aposentadoria. A resposta segura é dizer que pretende permanecer enquanto houver perspectivas de desenvolvimento pessoal e profissional, e enquanto estiver apto a oferecer uma genuína contribuição, mas que pelo que você entendeu sobre a vaga e sobre a empresa, não vê qualquer motivo para que a relação não seja duradoura.
- E se tiver que assumir o lugar do seu futuro chefe aqui na empresa? “Farei com prazer, sempre que a empresa determinar. Quero crescer, mas de preferência em conjunto com ele, e jamais sendo desleal aos superiores.”
- Qual a opinião que seus subordinados têm de você? Responda chamando-os de “a equipe” (e não “a minha equipe”, ou “os subordinados”). O ideal é enfatizar que eles o respeitam, ou que o admiram. Nem sempre é ideal mencionar que você desenvolveu amizade com todos eles, e principalmente as inimizades pessoais.
- Já selecionou e admitiu funcionários? O que considera importante em um candidato? Aqui uma resposta perigosa é indicar uma característica qur você mesmo não possua, mesmo que seja simples explicar a razão disso. Também não vale a pena ser muito óbvio tentando indicar exatamente as características nas quais você mais se destaca. O melhor é dar uma resposta ampla, mencionando características objetivas, como a adequação aos requisitos da vaga, a capacidade de trabalhar em equipe, a experiência, o conhecimento técnico, etc.
- Descreva como seria seu emprego ideal. Sem surpresas aqui. O que o entrevistador espera é que você seja sincero, e ao mesmo tempo acabe descrevendo exatamente a vaga para a qual está sendo selecionado. Portanto não exagere nas tintas, para não parecer forçado, nem descreva algo que não corresponda ao que você imagina que a empresa tem em mente para você.
- O que você mudaria caso você estivesse na diretoria da empresa? Atenção aqui: a não ser que o seu processo seletivo seja justamente para um cargo da alta direção, dificilmente o avaliador estará realmente procurando obter sugestões reais. Ele quer saber como você pensa, e exceto em casos excepcionais, a resposta mais racional envolve dizer que você jamais poderia oferecer um remédio antes de realizar o diagnóstico, e que antes de propor qualquer mudança, você pretende conhecer bem a companhia, e as razões pelas quais as coisas são como são. Mas se você conhecer bem a empresa, pode arriscar uma jogada muito mais recompensadora, e complementar a resposta acima dizendo que se você fosse começar o diagnóstico hoje, iria se concentrar na área “X” da empresa, porque esta lhe parece a mais crítica para o seu sucesso. Mas não arrisque isso se não tiver um razoável grau de certeza do que está dizendo.
Sobre a empresa anterior
Aqui você precisa lembrar que o objetivo da entrevista é avaliar você – o entrevistador não está nem aí para a sua empresa ou chefe anterior, portanto todas as perguntas desta seção são testes ocultos, um verdadeiro campo minado. Ele quer saber se você tem uma postura ética, se é leviano com informações internas da empresa, se trata os conflitos de trabalho como se fossem pessoais, se é maduro nos relacionamentos profissionais, etc. É seguro assumir que o entrevistador imaginará que você falaria sobre a nova empresa as mesmas coisas que falar a ele sobre a empresa anterior.
- Qual sua opinião sobre a empresa ou chefe anterior? Nunca fale mal, evite até mesmo críticas construtivas, e nem mesmo pense em fazer comparações, mesmo que as 2 empresas sejam concorrentes diretas – aqui quem está sendo avaliado é você, e não o ex-chefe, e falar mal dele em sua ausência raramente conta ponto a seu favor neste contexto. Era uma boa empresa, e o chefe sempre agiu com você como um excelente profissional.
- O que você não gostava no emprego anterior? Não se queixe, e não se esqueça de que quem está sendo avaliado aqui é apenas você, e não o emprego anterior. Você gostava de tudo.
- Avalie honestamente seu antigo chefe e empresa, pontos positivos e negativos. Mesma rotina: você lembra de pontos positivos, e eles são todos sinceros, honestos – e pensados de antemão. O seu avaliador não está nem aí para a empresa anterior, ele quer saber se você é leal, se leva as coisas para o lado pessoal, se fala sobre a empresa quando está fora dela, etc.
Pegadinhas comuns
- A armadilha do silêncio: após perguntas “difíceis”, como a do seu “maior defeito”, ou “maior arrependimento”, alguns avaliadores com pretensões psicológicas empregam um velho truque: ao invés de continuar a entrevista, fazer um comentário ou a próxima pergunta, eles simplesmente ficam em silêncio, encarando o entrevistado sem passar nenhuma mensagem (de desaprovação, etc.) com sua expressão facial. Isto é uma pegadinha, e bastante gente cai – ao perceber a situação de stress, assumem que o entrevistador considerou a resposta errada, mentirosa, insuficiente, ridícula ou qualquer outra coisa, e começam a tentar “consertar”, muitas vezes com resultados desastrosos para si mesmo. A intenção é mesmo intimidar e provocar stress, para ver como o candidato se sai. Se tentarem isso com você, aguarde alguns segundos calmamente, e em seguida não afirme nada, apenas pergunte: “há algo mais que eu possa esclarecer sobre este ponto?” Se o entrevistador continuar em silêncio, simplesmente aguarde silenciosamente também, em atitude respeitosa e séria, prestando atenção a ele,como se estivesse dando a ele tempo para pensar, até que ele perceba que você não se intimidou e nem vai “se entregar”.
- O dilema das informações confidenciais: para este não há solução simples. Se nas perguntas sobre seu antigo emprego ou chefe você perceber que o entrevistador de fato parece esperar receber respostas objetivas sobre questões internas da empresa em que você atualmente trabalha ou recentemente trabalhou, você terá um dilema entre sua integridade e o seu interesse em agradar o entrevistador. E a integridade deve ganhar em qualquer situação, especialmente em uma entrevista de emprego. No máximo responda o que considerar como informação pública, mas nunca viole a confidencialidade das informações sensíveis da empresa – e responda, de forma clara e sem se alongar, que ir além do que você disse violaria seu compromisso de confidencialidade. Evite falar que violaria a ética, a não ser que você queira ofender o entrevistador, pois isso equivale a dizer que ele está sendo anti-ético. Note que em muitos casos, a pressão para que você revele segredos de outra companhia é um teste, e você passa apenas se resistir a ela.
- O problema hipotético sem solução: Esta é uma questão comum em seleções de executivos: você recebe uma breve descrição de uma situação desafiadora e complexa, e a pergunta: como você resolveria esta situação? Note que dificilmente o problema é na sua área de conhecimento específico, e mesmo que seja, dificilmente você terá recebido dados suficientes para poder saber como começar, ou como garantir o sucesso. A não ser que isso ocorra no contexto de uma avaliação de criatividade, ou em uma dinâmica de grupo, sua melhor chance pode ser considerar que se trata de uma pegadinha clássica, e entender que o que você deve responder é como agiria para resolver o problema: levantaria tais e tais dados, consultaria tais e tais pessoas, contrataria este e aquele serviço, e então daria a ordem a tal e tal departamento. Caso contrário, se você simplesmente propuser uma solução sem nenhum dado para suportá-la, vai parecer que seu processo de tomada de decisão é bastante falho.
fonte: http://www.efetividade.net/2008/01/18/entrevista-de-emprego/#more-368



11 respostas Até agora ↓
carlos leal // 11 Março, 2008 às 9:35 pm |
fiz uma entrevista em uma empresa e me perguntaram como me comportaria perante uma situação de stress.
qual seria a resposta correta?
leomm02 // 12 Março, 2008 às 8:26 am |
Olá Carlos,
situação de stress, pressão no trabalho são constantes no cotidiano corporativo. Neste sentido, tenho procurado me basear em uma frase muito simples que diz que a pedra bruta precisa sofrer a pressão para se transformar em diamante. Assim, em minha opinião, a melhor resposta que você poderia dar a esta pergunta é que você procura se manter mais atento às atividades, prestando mais atenção aos detalhes para que a pressão não se transforme em erros, problemas no trabalho.
Calma, paciência, determinação e a confiança de que com um passo de cada vez se vai longe, podem ajudar na realização de tarefas neste período.
Espero ter ajudado. SUCESSO!
carlos leal // 12 Março, 2008 às 9:34 am |
Obrigado
Mara // 12 Novembro, 2008 às 5:09 pm |
Gostaria que me respondessem uma coisa: Estou em processo seletivo para uma vaga de analista de projetos, aguardando a resposta da entrevista e ando muito ansiosa mesmo, pois me formei há um ano e ainda não consegui uma colocação no mercado. Me identifiquei muito com a vaga e gostaria muito de ser escolhida. Fui entrevistada por três pessoas ao mesmo tempo e em alguns momentos da entrevista senti muita cordialidade entre os três, como se a vaga fosse minha, chegaram até a dar exemplos: então você nesse cargo tem que agir assim vai fazer isso desse jeito, coisas desse tipo. No meio da entrevista eles chegaram até a me perguntar sobre disponibilidade para iniciar o trabalho, disse ser imediato, que tinha disponibilidade total. Isso é um ponto positivo da entrevista, ou não quer dizer nada?
Mara // 12 Novembro, 2008 às 5:11 pm |
Outra coisa, na hora de me despedir, as duas entrevistadoras se despediram com beijinhos e não com aperto de mão, bem informal, e o rapaz com um aperto de mão e uma delas disse assim: gostei muito de te conhecer. Eu respondi, eu também, obrigada pela oportunidade. Bem posso considerar isso um ponto positivo ou não, foi apenas educação?
leomm02 // 17 Novembro, 2008 às 7:54 am |
Olá Mara,
quanto a disponibilidade imediata para iniciar no novo cargo, penso que deixa a empresa contratante em uma posição confortável, afinal ela tem ciência de que se você for a pessoa certa, poderá contar com você rapidamente, desta forma penso que sim, este seria um ponto positivo. Mas vale lembrar, este ponto só será importante se você se destacar dos demais candidatos.
Ainda, você considerar a informalidade como vantagem é normal e realmente deve valorizar este fato, afinal não é comum que entrevistadores e contratantes o façam em um processo de seleção. Porém, pode ser também uma forma habitual dos contratantes em lidar com estas situações para deixar os candidatos à vontade.
Enfim, nestas situações o que vale mesmo é que você se valorize e exiba seus atributos profissionais de forma clara e objetiva, sem se esquecer de pesquisar sobre os interesses da empresa em que deseja ingressar e, assim, alinhá-los com os seus.
espero ter ajudado, tenha um excelente semana, SUCESSO!
Mara // 2 Dezembro, 2008 às 3:51 pm |
Olá, obrigada pela sua atenção, sinceramente, achei que não responderia, isso mostra que você é diferenciado nesse meio, parabéns e obrigada.
Bem acho que suas dicas foram bem certeiras, pois após alguns longos dias eles me ligaram e pediram para fazer o teste p.i. predictive-index, conhece?
Bem gostaria de uma orientação sua também nesse caso, pois lá consta vários adjetivos onde temos que marcar de um lado da folha como as pessoa nos veem e de outro como realmente somos. Me responda sinceramente, não sei se vou ser chamada pois acho que dei uma mancada grande. Dentre vários adjetivos tinha o elegante, que se repetia dos dois lados da folha, pois bem, na parte onde temos que responder o que realmente somos, não marquei esse adjetivo, por interpretá-lo erroneamente acho, pois pensei nele somente como elegância de aparência, uso de salto alto, essas coisas, e não no sentido geral da palavra e como não sou assim, não uso salto alto direto, as vezes ando meio curvadinha, não marquei esse adjetivo nessa parte da folha, porém marquei do outro lado, onde é como as pessoas nos veem. Portanto fui sincera e acho que essa sinceridade me custou a vaga de emprego, pois depois que vim embora, fiquei pensando se havia agido certo, marcar elegante de um lado, como as pessoas nos veem e depois não marcar do outro, como realmente sou? Vai dar zebra com certeza, não acha? Ou não isso não é determinante, depende de outros fatores que desconheço? E o que acha desse teste, acha que através dele não se comete injustiças?
leomm02 // 3 Dezembro, 2008 às 7:26 am |
Olá Mara,
agradeço sinceramente os elogios e é muito gratificante saber que você retornou ao site, afinal quando algum visitante retorna é porque o que proporcionamos foi interessante.
Sobre o predictive-index, eu não conhecia de nome, mas quando fui pesquisar o que era, vi que já havia feito este mesmo tipo de teste pela internet. Então, segue minha opinião sobre ele:
Não penso que este é um teste injusto, afinal o que se pretende é tentar conhecer melhor o candidato, e nestes sentido, o P.I.(Predictive-index) visa definir características e potencialidades a respeito de um indivíduo. É claro que pode haver manipulação e falsas interpretações, afinal um ser humano representa e é muito mais do que simples palavras escolhidas em uma folha de papel.
Porém, um conselho, procure refletir sobre suas qualidades e pontos fracos, a palavra aqui é auto-conhecimento, ou seja, você realmente está ciente de seus talentos, de seu potencial?
Digo isso pois, quando estamos totalmente cientes de nosso potencial e valor, não temos nada a temer ou com que nos preocupar.
Sobre sua dúvida quanto a resposta da elegância, penso que o caminho sempre é a honestidade e a sinceridade e, quando somos com nós mesmos é ainda melhor pois podemos colher os frutos desta atitude a curto prazo…
E se por acaso você não ficar com a vaga, terás a certeza de que foi honesta com você, com seus principios, o que a fará ainda mais forte para as próximas oportunidades.
espero ter ajudado, SUCESSO e excelentes dias…
Mara // 5 Dezembro, 2008 às 4:49 pm |
Olá de novo…..rsrsrs
Bem quero lhe agradecer mais uma vez, por sua gentileza em me responder, obrigada.
E gostaria de lhe dar uma boa notícia logo de primeira mão.
Consegui o emprego!!! Eles me ligaram nesse momento, me dando a excelente notícia, começo em janeiro/09, serei analista de projeto, de um projeto da Cemig, chamado “Conviver”. Estou muito feliz, realmente Papai Noel caprichou esse ano, me realizou…rsrsrs.
Acho que realmente o que pesou no teste foi minha sinceridade e você tem razão, tenho que me conhecer melhor, meus pontos fortes e fracos. Mas tudo isso que passei, valeu para meu crescimento pessoal e profissional, pois me formei recentemente (um ano) em Comunicação Social e andava muito ansiosa para ter uma oportunidade de trabalho, pois só tive como estudar em uma faculdade já mais velha e na minha área, mesmo tendo o perfil desejado acabava sempre perdendo para alguém mais jovem.
Bom de qualquer forma queria te contar e agradecer pelos seus comentários gentis e certeiros, obrigada de coração……rsrsrs
Tenha um excelente natal e um ano novo ótimo.
Abraços e continue escrevendo seus artigos, tenho certeza que eles ajudam e ajudarão muita gente, assim como eu.
Há só curiosidade, você é de BH/MG? Outra coisa se precisar de alguém para escrever artigos, pode contar comigo.
Abraços e sucesso sempre.
Graziele Lobo // 20 Maio, 2009 às 6:59 pm |
Olá!!!!
Irei fazer um teste P.I…. E gostaria de saber como são as perguntas, alguns exemplos…. Sei o que ele analisa no final do teste, mas o que eu não sei e como são as perguntas… e vou ter escrever ou de assinalar….. se e sobre minha personlidade, essas coisas….
Pode me ajudar???
Desde ja, muito grata,
Graziele Lobo
leomm02 // 21 Maio, 2009 às 1:36 pm |
Olá Graziele,
conforme comentário respondido acima, o Predictive-Index é um teste que visa através de termos, palavras ou situações testar, conhecer ou identificar o ser humano que está efetuando-o.
O que gostaria de enfatizar é que não penso que o teste seja eficaz, porém ele pode nortear o entrevistador quanto a alguns traços do candidato. Assim estude bem o que a vaga pretende, identifique o que a empresa procura e seja o mais natural possível, afinal, se você não se encaixar no que eles precisam, com certeza também não seria feliz atuando nesta empresa. Assim, seja você mesma, aja com sinceridade e honestidade, e se esforce, estude, batalhe pela vaga, se entender que este é o local que lhe trará boas oportunidades para carreira.
SUCESSO…