Passamos o ano inteiro nos prometendo coisas. E aos outros também. Mas é na última semana
do ano, provavelmente por causa do balanço existencial, que mais pensamos sobre o assunto.
Tem gente que faz até uma lista.
E o que são promessas se não expectativas que despertamos no coração? São propósitos que
colocamos nas nossas vidas e nas daqueles que convivem conosco.
É fácil prometer coisas. Difícil mesmo é cumprir tudo o que falamos ou pensamos. Acordamos
com nossas promessas sonhos que, se não atingidas, vão se desfazer da mesma forma que a
confiança que depositam em nós.
Antes de prometer algo a alguém ou a si, pense: a portinha que se abre com uma promessa
fica sempre aberta e só se fecha quando a mesma se cumpre. E se ela foi feita assim de uma
maneira qualquer, haverá sempre o vazio de algo não realizado na vida nossa e na da outra
pessoa.
Evite então as promessas se você não sabe controlar o dia de amanhã com todas as surpresas
que ele pode trazer.
Não prometa amor eterno: ame, ame e ame eternamente. Ame tanto quanto seu coração suportar!
Não prometa felicidade: lute para transformar todos os momentos dos que te encontram em
instantes felizes.
E se por acaso a promessa for inevitável, que caia o mundo, mas cumpra o prometido! A
fidelidade aos nossos princípios e aos nossos objetivos é fundamental a nós mesmos, ela nos
enraíza, nos dá coragem e aumenta nossa auto-confiança.
E lembre-se: muitas das coisas que cumprimos são promessas que não nos fazemos.
Então, o importante mesmo não é ficar abrindo portas de esperança de um lado e outro, mas
viver de maneira tal que, a cada fim de dia, possamos repousar a cabeça com a consciência
de que, seja como for, nós tenhamos dado o melhor de nós.
Esta mensagem pode ser encontrada no site “Contando Histórias”,
no endereço http://www.contandohistorias.com.br/historias/2006264.php


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