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Entradas do Junho 2008

Como você sabe que é verdade?

27 Junho, 2008 · Deixe um comentário

Quantas pernas têm um cachorro se você contar o rabo como uma perna? Quatro; chamar o rabo de perna não o torna uma perna.

Querida(o) Amiga(o),

Nos anos 70 um cara chamado Uri Geller se transformou em um fenômeno mundial. Geller se dizia paranormal e capaz de mover objetos com seus poderes telepáticos, psíquicos e correlatos.

Ele apareceu por diversas vezes em todos os principais canais de televisão do mundo, inclusive rede globo, para demonstrar a sua paranormalidade ao entortar garfos, colheres, parar ou acelerar relógios e descobrir o que as pessoas estavam pensando.

Se você não sabe quem foi Uri Geller, existem 5.330 vídeos no YouTube para você descobrir. Suas realizações, segundo ele, eram frutos de um poder mental extraordinário, único e paranormal.

Pura bobeira. Uri Geller foi um baita picareta. Os seus feitos não passavam de truques de mágica barata que qualquer um pode reproduzir em casa. Ele foi desmascarado ao vivo, em 1973, no programa do Jonnhy Carlson, uma espécie de Jô Soares americano. O Vídeo onde Carlson quebra as pernas de Uri Geller aparece no topo da lista dos 5 mil vídeos sobre o farsante no YouTube, confira.

Ainda assim, o povo continuou a acreditar que Uri Geller era paranormal. A mídia, interessada em audiência, continuou a chamá-lo para fazer demonstrações mentirosas. Até hoje Geller tem um programa de televisão na Alemanha onde a mídia procura posicioná-lo como um ser extraordinário com poderes paranormais e toda a papagaiada que as pessoas gostam de ouvir. Nos bastidores do programa, entre as pessoas sérias, Uri Geller assume atualmente que nunca teve qualquer poder paranormal. O moleque simplesmente enganou todo o mundo. Hoje sabe-se que Uri Geller ganhava a vida como mágico em Israel antes de ficar famoso com a televisão.

O que leva a maioria das pessoas a acreditar na televisão como se a televisão fosse algum tipo de Deus que sempre fala a verdade?

Preguiça. Preguiça de pensar, medo de encarar e verdade dos fatos que mostrariam que os heróis e santos da história da humanidade são pessoas comuns como eu e você, sujeitos a tempestade e trovoadas. Até Gandhi fazia cocô e Madre Tereza de Calcutá menstruava.

Mitos, mitos, mitos. Nós passamos à vida acreditando em coisas que nunca colocamos a prova. Fé em teorias que passam de geração para geração sem nunca termos experimentado nada. Pura preguiça.

A Vida, se você quiser vivê-la na sua plenitude, pede que você desenvolva um pensamento crítico com relação a tudo que aparece na sua frente. Tudo!

Eu recomendo que você use sempre quatro perguntas matadoras para questionar os mitos, as verdades, as teorias e os fatos que chegam até você.

As quatro perguntas são:

1a. O que exatamente você está querendo dizer? Quando você ouvir algo do tipo “As vendas estão baixas esse mês, eu estou prevendo um mês fraco”, pergunte: “O que você quer dizer exatamente com vendas baixas? Ou, Qual produto ou serviço apresentam vendas baixas? Ou, Quais mercados exatamente estão fracos?”. Outro exemplo, “O meu chefe é um péssimo líder, o cara pega no meu pé o dia inteiro”, pergunte “O que é um péssimo chefe para você, defina? O que significa exatamente pegar no seu pé o dia inteiro, explique? E se o seu chefe tiver as razões corretas para fazer o que ele faz, ele não estaria fazendo a coisa certa?”.

2a. Onde você conseguiu essas informações? Só porque um cara diz que é Presidente da International Association of Future Marketing Trends of Worldwide for Big Causes, você tem que acreditar que ele está falando alguma verdade? Todo canto da internet tem algum tipo de pesquisa que alguém diz que fez com alguns punhados de pessoas durante um certo tempo. Mas quem disse que é verdade? Quem pode afirmar que a pesquisa é verdadeira? É importantíssimo que você cruze pesquisas, encontre uma segunda visão sobre o fato, e jamais tome decisões baseadas em apenas um único fato vindo de uma única fonte.

3a. Como você sabe que é verdade? A grande maioria das pessoas é igual a grande maioria das pessoas que afirmam na sua maioria que ouviram determinados fatos em algum lugar. Só não se sabe onde. Alguém fala, “As vendas estão fracas esse mês porque o cliente X parou de comprar porque ele está refazendo o seu planejamento de compras”, pergunte, “Como você sabe que o cliente está falando a verdade?”, Ou, “Como você sabe que a pessoa que você tem contato dentro do cliente tem acesso às informações relevantes da empresa?”. Nunca, jamais, em hipótese alguma, considere verdade algo que você ouviu de apenas uma única pessoa, não importa a patente do cidadão, inclusive, quanto mais alta a patente do profissional, mais distante da realidade ele estará.

4a. E se você estiver errado? Na grande maioria das vezes realmente não interessa se você estiver errado na decisão que vai tomar, o importante é fazer, decidir, andar em frente, colocar a idéia em prática e aprender com os erros e acertos. Mas às vezes, se a questão é crítica, é importante questionar a sua decisão. Quando alguém falar, “Para aumentar as vendas eu vou investir 30% da nossa verba de marketing na atividade X, Y e Z dentro do cliente ABC”, pergunte, “E se você estiver errado? O que pode acontecer conosco?”.

O que você exatamente está querendo dizer? Onde você conseguiu essas informações? Como você sabe que é verdade? E se você estiver errado? São quatro poderosas perguntas que podem ajudá-lo a questionar os mitos que cercam a sua vida, e principalmente os mitos que cercam o mundo dos negócios.

Existem centenas de mitos, falácias e mentiras que você precisa derrubar, questionar e experimentar antes de aceitar incondicionalmente. Alguns deles.

1o. Contra os fatos não há argumentos. MENTIRA! Você jamais conseguirá convencer de verdade uma pessoa com fatos. As pessoas compram histórias, narrativas, metáforas, casos de sucesso e apelos emocionais. Números por números sem histórias não convencem ninguém.

2o. O cliente está sempre certo. BOBEIRA! O cliente nunca está certo, e não sabe o que quer. A grande maioria dos clientes não tem a capacidade de te dizer exatamente o que você tem que fazer por ele. Ele sabe – na melhor das hipóteses – te explicar o que ele espera que aconteça com a empresa dele. Não faça o que o cliente pede, você vai ficar maluco, não vale a pena. Ao invés disso, observe o comportamento dos seus melhores clientes, e tome a decisão mais maluca possível.

3o. Trabalho em equipe. FALÁCIA! Quanto maior a equipe pior a qualidade da comunicação, a agilidade da execução, o consenso sobre os melhores caminhos a seguir. Mantenha as equipes no menor tamanho possível. Envolva apenas as pessoas que realmente têm alguma coisa a FAZER; mesmo que isso deixe algum funcionário melindrado por não ter sido envolvido na conversa. Tira o cara da equipe e manda para o psicólogo!

4o. O olho do dono engorda o boi. MEDÍOCRE! A grande maioria das pessoas quer entregar um trabalho decente. Todos querem se orgulhar do trabalho que fazem. Ninguém quer viver uma vida sem sentido. Ninguém precisa de dono para trabalhar. O problema é que a grande maioria das empresas vive sistemas de gestão arcaicos que levam o funcionário a se sentir oprimido, escravo, dependente de um sistema que ele não tem controle ou informação. As pessoas querem: 1) realizar, 2) igualdade e 3) camaradagem, e não burrocracia (de burro), falta de treinamento e mau funcionamento dos sistemas da empresa.

5o. Eu sou um bom vendedor então eu deveria ser gerente. QUE VIAGEM! Esse é um dos piores mitos da história do mundo dos negócios. O fato de vender bem e se relacionar com facilidade com os clientes, não implica que você entende alguma coisa sobre planejamento estratégico, gestão de conflitos, treinamento, seleção de pessoas e liderança. Você prefere vender ou liderar pessoas? Você tem que escolher. Seja sincero com você mesmo, onde está a sua fortaleza?

6o. Conhecimento é poder. PALHAÇADA! Se isso fosse verdade as bibliotecas seriam as organizações mais poderosas do planeta. Saber algo não resolve nada, não gera riqueza nem constrói negócios. A APLICAÇÃO com energia e pragmatismo de tudo que você conhece à realidade nua e crua da vida é que faz sentido.

7o. Dessa vez vai ser diferente. ERRO FATAL! A lei da oferta e demanda, plano de negócios, preparação, estudo do mercado, craniamento sobre diferenciais, tecnologia, pessoas, risco, investimento, ganância e medo são questões que sempre existirão. As coisas só serão diferentes na segunda vez se você realmente investir tempo e dinheiro em todas essas questões.

Coloque à prova todos os mitos sobre os negócios. Use as quatro perguntas. Comece um diálogo provocativo AGORA!

NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA.

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

fonte: http://www.bizrevolution.com.br/blog

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Quatro Esposas

26 Junho, 2008 · Deixe um comentário

Era uma vez um rei que tinha 4 esposas.

Ele amava a 4ª esposa demais e, por isso, vivia dando-lhe lindos
presentes, jóias e roupas caras.

Ele dava-lhe de tudo e sempre do melhor.

Ele também amava muito sua 3ª esposa e gostava de exibi-la aos
reinados vizinhos.

Contudo, ele tinha medo que um dia, ela o deixasse por outro rei.

Ele também amava sua 2ª esposa.

Ela era sua confidente e estava sempre pronta para ele, com
amabilidade e paciência.

Sempre que o rei tinha que enfrentar um problema, ele confiava nela,
para atravessar esses tempos de dificuldade.

A 1ª esposa era uma parceira muito leal e fazia tudo que estava ao seu
alcance para manter o rei muito Rico e Poderoso, ele e o reino.

Mas ele não amava a 1ª esposa, e apesar dela o amar profundamente, ele
mal tomava conhecimento dela.

Um dia o rei caiu doente e percebeu que seu fim estava próximo.

Ele pensou em toda a luxúria da sua vida e ponderou :

– É…. agora eu tenho 4 esposas comigo, mas quando eu morrer, eu
ficarei sozinho…..

Então ele perguntou a 4ª esposa :

– Eu te amei tanto, querida.  A cobri das mais finas roupas e jóias.
Mostrei o quanto eu a amava, cuidando bem de você.  Agora que eu estou
morrendo, você é capaz de morrer comigo, para não me deixar sozinho ?

– De jeito nenhum! respondeu a 4a esposa e saiu do quarto sem sequer
olhar para trás.

A resposta que ela deu cortou o coração do rei como se fosse uma faca
afiada.

Tristemente, o rei então perguntou a 3ª esposa:

– Eu também a amei tanto a vida inteira.  Agora que eu estou morrendo,
você é capaz de morrer comigo, para não me deixar sozinho ?

– Não !!, respondeu a 3ª esposa.  A vida é boa demais !!!!! Quando
você morrer, eu vou é casar de novo…

O coração do rei sangrou e gelou de tanta dor.

Ele perguntou, então, à 2ª esposa:

– Eu sempre recorri a você quando precisei de ajuda e você sempre esteve
ao meu lado.  Quando eu morrer, você será capaz de morrer comigo, para
me fazer companhia ?

– Sinto muito, mas desta vez, eu não posso fazer, o que você me pede !
Respondeu a 2ª esposa.  O máximo que eu posso fazer é enterrar você.

Essa resposta veio como um trovão na cabeça do rei e ele ficou
arrasado.

Então uma voz se fez ouvir:

– Eu partirei com você e o seguirei por onde for.

O rei levantou os olhos e lá estava a sua 1ª esposa, tão magrinha,
tão mal nutrida, tão sofrida.

Com o coração partido, o rei falou:

– Eu deveria ter cuidado muito melhor de você, enquanto eu ainda podia.

Na Verdade nós todos temos 4 esposas nas nossas vidas.

Nossa 4ª esposa é o nosso corpo.

Apesar de todos os esforços que fazemos para mantê-lo saudável e
bonito ele nos deixará quando morrermos.

Nossa 3ª esposa são as nossas posses, as nossas propriedades, a nossa
riquezas.

Quando morremos, tudo isso vai para os outros.

Nossa 2ª esposa é nossa família e nossos amigos.

Apesar de nos amarem muito e estarem sempre nos apoiando, o máximo que
eles podem fazer é nos enterrar.

E nossa 1ª esposa é a nossa ALMA muitas vezes deixada de lado por
perseguirmos, durante a vida toda, a Riqueza, o Poder e os Prazeres do
nosso ego.

Apesar de tudo, nossa Alma é a única coisa que sempre irá conosco, não
importa onde formos.

Então, Cultive… Fortaleça… Bendiga… Enobreça sua alma agora !!
É o maior presente que você pode dar ao mundo…

Deixe-a Brilhar !!!

Colaboração: Renato Antunes Oliveira

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Esta mensagem pode ser encontrada no site “Contando Histórias”,
no endereço http://www.contandohistorias.com.br/historias/2004454.php

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Post especial 2: O exemplo da china

24 Junho, 2008 · Deixe um comentário

Reflitam:

“Quanto menos o governo se meter nos negócios, melhor”.

Nações pobres, como a China e o Brasil, querem mesmo é ficar ricas — e uma das melhores formas que o governo tem para ajudar é sair da frente de quem sabe o caminho das pedras.

Antes de se tornar uma potência, Mao Tsé-tung analisou da seguinte forma a população chinesa: “À parte suas outras características, o que mais se destaca sobre os 600 milhões de pessoas da China é serem ‘pobres e vazias’. Talvez isso pareça ruim, mas, na verdade, é bom. A pobreza dá origem ao desejo de mudança, ao desejo de ação e ao desejo de revolução.”

leia mais: http://portalexame.abril.uol.com.br/revista/exame/edicoes/0920/negocios/m0161494.html

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Post especial: Analfabeto politico

24 Junho, 2008 · Deixe um comentário

O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem
participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o
preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do
remédio dependem das decisões políticas.

O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito
dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância
política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os
bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das
empresas nacionais e multinacionais.

Bertold Brecht

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Esta mensagem pode ser encontrada no site “Contando Histórias”,
no endereço http://www.contandohistorias.com.br/historias/2004214.php

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A Grande Diferença

24 Junho, 2008 · Deixe um comentário

Os alunos residentes estavam reunidos discutindo suas dificuldades.

Todos eram unânimes em afirmar que o maior problema no hospital era o
dr. M.

Ninguém gostava daquele médico que tinha a seus cuidados, pacientes
portadores de câncer.

Ele era brilhante em seu trabalho mas intolerável no trato pessoal.

Era áspero, arrogante e nunca admitia que alguém falasse que um de
seus pacientes iria morrer.

A médica psiquiatra que a tudo escutava, inesperadamente falou :

– Não se pode ajudar uma outra pessoa sem gostar um pouquinho dela. Há
alguém aqui que goste dele?

Depois de muitas caretas, risos e gestos hostis, uma moça ergueu a mão
hesitante.

Era uma enfermeira.

– Vocês não conhecem esse homem, ela começou. Não conhecem a pessoa que
ele é.  Todas as noites, depois que todos os médicos já se retiraram,
ele visita os pacientes.  Começa no quarto mais distante do posto de
enfermagem e vem seguindo, entrando de quarto em quarto.  Quando entra no
primeiro, parece seguro, confiante, de cabeça alta.  Mas de cada quarto
que sai, suas costas vão se curvando mais.  Quando sai do último quarto,
está arrasado.  Sem alegria, esperança ou satisfação por seu trabalho.
O que eu mais desejaria é quando ele está assim triste, pousar minha
mão no seu ombro, como uma amiga.  Mas nunca o fiz porque sou só uma
enfermeira e ele é o chefe do departamento de oncologia.

Nos momentos seguintes, todos se uniram e insistiram para que ela se
esforçasse e seguisse o impulso do seu coração.

Aquele homem precisava de ajuda.

Uma semana depois, reunidos novamente, a enfermeira entrou sorridente
e disse : “consegui.”

Na sexta-feira anterior, ela vira o médico sair arrasado do plantão.

Dois dos seus pacientes haviam morrido naquele dia.

Aproximou-se dele e inesperadamente, ele a levou para o seu
consultório e desabafou.

Ele falou como sonhava curar seus pacientes, enquanto os seus amigos,
da mesma idade que ele, estavam constituindo família.

Sua vida tinha sido aprender uma especialidade.

Agora, ele ocupava uma posição que podia fazer a diferença para a vida
dos enfermos.

E, no entanto, todos eles morriam.

Um após outro, todos morriam.

Ele era um homem acabado, vencido.

Quando ouviram essa história, os residentes se deram conta de como
todos somos frágeis e necessitados de afeto.

Também de como uma pessoa tem o poder extraordinário de curar outras,
apenas tomando coragem e agindo sob o impulso do coração.

Um ano depois, o dr. M. Era outro homem.

Abriu o seu coração às pessoas e redescobriu as maravilhosas
qualidades que possuía, o afeto e a compreensão que o haviam motivado
a se tornar um médico.

Um gesto, uma atitude, um olhar podem mudar a vida de uma criatura.

Pessoas ásperas, de trato rude, quase sempre estão ocultando as suas
mágoas e pesares profundos.

Por vezes, basta um pequeno toque para que elas abram o coração e
demonstrem toda a sua fragilidade.

E o que faz a grande diferença na vida de tais pessoas é a
demonstração de afeto, que pode ser de um grande amor, de um amigo, de
um irmão ou de um colega de trabalho.

Por tudo isso, esteja atento.

Olhe ao redor e descubra se você, com sua atitude, não pode fazer a
grande diferença na vida de alguém.

Colaboração: Renato Antunes Oliveira

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no endereço http://www.contandohistorias.com.br/historias/2004412.php

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Teoria dos jogos: Empresa

23 Junho, 2008 · Deixe um comentário

A empresa é uma inovação decisiva,porque é a melhor ferramenta já inventada para aumentar a produtividade em larga escala,e isso é do interesse de todos os jogadores. Foi por isso que a sociedade acabou aceitando-a (muito a contragosto) -os efeitos que a empresa gera são bons demais para serem ignorados.
Mas não basta dizer que foi a divisão do trabalho que gerou o progresso humano, temos de nos perguntar o que foi que garantiu “divisão do trabalho” de forma duradoura.
A colaboração iria rapidamente entrar em colapso se os envolvidos percebessem que poderiam desfrutar dos benefícios sem contribuir pessoalmente para isso.
A mentalidade “pegar carona” no esforço dos outros é parte de nossa psicologia.
Para que acontecesse a colaboração em graus progressivamente mais sofisticados, duas coisas são necessárias, e a evolução equipou os humanos com ambas : “a primeira foi um capacidade intelectual de raciocinar-fazer estimativas racionais.
A segunda foi o instinto de reciprocidade – pagar o bem com o bem e a traição com vingança, mesmo quando o cálculo racional pudesse aconselhar outra forma de agir”.
Cálculo racional sem reciprocidade favorece a trapaça: eu recebo e não retribuo. Isso mina a confiança, e a cooperação vai rapidamente se decompor.
Por outro lado, a reciprocidade sem cálculo – colaborar sem avaliar se vale mesmo a pena colaborar-favorece a exploração por parte de outros. Se você é ingênuo e colabora sempre,independentemente do que o outro faça, é certo que você vai ser explorado.
Para que a divisão do trabalho possa acontecer de forma sustentável(ou seja,pra aue a empresa possa funcionar), cada parte envolvida precisa de ambos os instintos: calcular e praticar a reciprocidade(“reciprocar” ,como dizem,arghh). Um contrabalançando o outro.
É assim que mantemos sob controle a tendência de alguém querer se dar bem à custa do trabalho de outros. Seja alguém explorando o trabalho de muitas pessoas, seja alguma pessoa do grupo pegando “carona” no trabalho dos colegas. Ninguém vai explorar ninguém porque ninguém se deixará explorar e, com isso, se atinge certo equilíbrio funcional.
Em qualquer empresa a necessidade de equilibrar essas duas características -cálculo racional e reciprocidade- é prioridade da gestão de pessoas.

fonte: http://www.ideiaseinovacao.globolog.com.br/

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O caro pode custar barato?

20 Junho, 2008 · 2 Comentários

“Design não é sobre como um produto vai ficar bonito, mas como ele vai funcionar. A participação de mercado da Apple é maior que a participação de mercado da BMW e Mercedes na indústria automobilística. O que tem de errado em ser uma BMW ou uma Mercedes?”, Steve Jobs

Doze meses e seis milhões de cópias vendidas após o seu lançamento, a Apple dropou o preço do iPhone em 400 dólares. Inicialmente lançado a 599 dólares, o novo iPhone chega ao mercado no próximo dia 11 de Julho por apenas 199 dólares. Acabou a festa das madames e patricinhas de São Paulo que andavam na rua mostrando o iPhone como se apenas elas pudessem ter um. A partir de 11 de Julho o iPhone vira carne de vaca, todo mundo que tem um emprego decente poderá ter um.

Até no Brasil, mesmo depois que o governo aplicar a sua tradicional e indecente mordida fiscal, o iPhone será acessível.

A Apple é uma empresa originalmente elitista. Ela sempre colocou uma visão elitista em tudo que faz, inclusive na escolha de parceiros, clientes e funcionários. Na visão de Jobs não existe muita diferença entre um motorista de táxi bom e um motorista de táxi ruim. Um motorista de táxi bom consegue ser 3 ou 4 vezes melhor do que o motorista ruim. Porém, um excelente designer, programador ou marketeiro consegue ser 100 ou 200 vezes melhor do que um designer, programador ou marketeiro ruim. Existem centenas de habilidades que podem ser aprendidas por um trabalhador do século 21 para se diferenciar da média. Não existem muitas habilidades que um motorista de táxi pode desenvolver para pular da mediocridade para a excelência.

Jobs sempre acreditou em poucas pessoas, poucos clientes, poucos fornecedores. Na Apple as equipes de trabalho sempre foram pequenas. Máximo 100 pessoas. Ele dizia a seus diretores, “Se você quiser aumentar a sua equipe para 101, você terá que mandar alguém embora”.

Steve Jobs nunca fez questão de fazer produtos que pudessem ser comprados por um ser humano ordinário, pela massa, pelo povão, ele sempre fez produtos extraordinários para as pessoas extraordinárias, na opinião dele existe um número limitado de pessoas extraordinárias. Nem todo mundo, apesar do potencial que têm, consegue ser extraordinário. (Você acredita nisso?).

Há pelo menos 20 anos os computadores, notebooks e mp3s da Apple são no mínimo 50% mais caros que os seus pares, sendo líderes de mercado ou não, precificados para atender as pessoas extraordinárias (ache você ruim isso ou não). Sempre foi assim. Mas na segunda-feira 15:20 hs horário de Brasília tudo mudou quando Jobs anunciou o iPhone 3G.

Pela primeira vez na história da Apple, Jobs tem um produto MELHOR e mais barato que a concorrência. O iPhone 3G com 8 gigas é pelo menos 50% mais barato do que os seus pares Blackberrianos, Nokias, Motorolas e asiáticos. Pela primeira vez na história da indústria de tecnologia o ser humano ordinário terá a chance de colocar as mãos em um produto Apple.

Desde 1956, quando alguém na Procter & Gamble descobriu a fórmula dos 4Ps, todo marketeiro que se preza analisa quatro questões “básicas” antes de lançar um produto. O PREÇO que o produto chegará ao mercado, a PROPAGANDA que irá levar a mensagem do produto até o cliente, os benefícios tangíveis e invisíveis que o PRODUTO deve ter para ser percebido como diferente por um determinado mercado, e a localização, crédito e capacidade de um PONTO DE VENDA em distribuir esse produto em um determinado local.

Desde que os 4Ps são 4Ps o paradigma do marketing diz que o bom tem que ser caro porque o barato é percebido como ruim.

Se o produto que você faz oferece mais benefícios que o produto concorrente, ele não pode custar mais barato que a concorrência senão o seu cliente não vai acreditar que você é melhor.

Você acredita nessa regra?

Claro que acredita!

Se não acreditasse os líderes de mercado seriam mais baratos que os produtos que estão em segundo lugar. Trinta segundos de comercial na novela da Globo é 30% mais caro do que trinta segundos de comercial na novela da Record. Um calçado da Nike é mais caro que um calçado da Tooper (se você encontrar um), um par de havaianas é mais caro que um par de sandálidas ipanema. O Wal-Mart é mais caro que o Carrefour, por sua vez o Pão de Açucar é mais caro que o Wal-Mart. E todos vão muito bem obrigado sendo mais caros que a média.

Você acreditaria que o ZÉ TELEFONE seria capaz de criar um aparelho portátil que cabe na palma da sua mão e que vem com câmera digital integrada, e-mail, browser de internet, wi-fi, videos, fotos, jogos, músicas, caixas de som estéreo, fantástica tela wide-screen com tecnologia proprietária sensível ao toque, incrível capacidade de armazenamento, integração com o Microsoft Exchange, loja virtual com dezenas de softwares adicionais, e ainda com telefone celular embutido por 300 reais?

Mas se for um produto da Apple você vai sair correndo para comprar um, certo?

A dropagem do preço do iPhone e a popularização da Apple vai destruir a imagem que ela construiu até agora como empresa elitista?

Com certeza!

Ela se importa?

Não!

“Eu não tenho medo de começar do início”, disse Jobs quando perguntaram o que ele faria para reconstruir a Apple em 1997.

A Microsoft reina soberana no universo dos sistemas operacionais desde 1981. Com o advento do iPhone, a Apple tem a chance pela primeira vez em décadas de ter um sistema operacional dominando o mercado. Jobs não vai perder essa chance. Todo mundo sabe que século 21 é sobre software e não hardware, inteligência sobre força bruta, cálculos sobre máquinas. Até 2010 o número de pessoas acessando a internet via telefone será maior do que número de pessoas acessando via computadores. O celular é definitivamente uma nova plataforma de acesso a internet e o sistema operacional do iPhone tem a chance de ser o líder desse mercado.

A Apple está abrindo mão de lucrar no hardware do iPhone para apostar as fichas no software. No mesmo dia que anunciou o iPhone, Jobs lançou o MobileMe, um super mega blaster web site onde os usuários de iPhone poderão armazenar e sincronizar arquivos de fotos, emails, contatos, calendário com a internet por 99 dólares por ano. No dia 11 de Julho entra no ar a Loja online de softwares para iPhone com dezenas de aplicativos free e outros pagos desenvolvidos por terceiros segundo os padrões da Apple. Jobs é completamente contra sistemas abertos. “Jobs é um artista elitista que não quer ver a sua obra se transformar em uma mutação de mal gosto. É como se um artista de rua desse uma pincelada em um quadro do Picasso, ou alguém mudasse a letra de uma música dos Beatles. Jobs não vai deixar que isso aconteça”. A Apple vai ganhar 30% de comissão em cima de todas as vendas de softwares feitas na loja da Apple, além é claro, de ganhar com a venda de músicas, filmes, shows de TV, audio-livros que podem ser comprados na loja e armazenados em um iPhone.

“O meu sonho é que um dia todas as pessoas do mundo terão um computador Apple”, disse Jobs em 1984 quando lançou o Macintosh para enfrentar a soberania do IBM PC. Parece non sense quando você leva em conta tantos anos de elitismo, mas, após décadas puxando a indústria para níveis de excelência e forçando os seus concorrentes a sair da mediocridade (Windows) e se fazer entender pelo usuário comum, Jobs finalmente está vendo o dia em que todas as pessoas terão um computador Apple nas mãos, ainda que seja um telefone.

NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA!

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

fonte; http://www.bizrevolution.com.br/blog

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Estamos Todos No Mesmo Barco

19 Junho, 2008 · Deixe um comentário

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Para a vida

19 Junho, 2008 · Deixe um comentário

Um pequeno barco de peixes aporta numa vilazinha da costa mexicana.

Um turista americano cumprimenta o pescador mexicano pela qualidade do pescado e pergunta quanto tempo ele levou para
pegar aquela quantidade de peixes.

– Não muito tempo, respondeu o mexicano.

– Bom, então por que você não ficou mais tempo no mar e pegou mais peixes? , perguntou o americano.

O mexicano explicou que aquela quantidade bastava para atender às suas necessidades e as da família.

Aí o americano pergunta, – Mas o que você faz com o resto do seu tempo?

– Eu durmo até tarde, brinco com meus filhos, descanso com minha esposa… À noite eu vou até a vila ver meus amigos,
tomar umas bebidas, tocar violão, cantar umas músicas… eu tenho uma vida completa.

O americano interrompe:

– Eu tenho um MBA em Tecnologia da Informação, da UCLA e posso te ajudar. Comece a passar mais tempo pescando todos
os dias. Aí você pode vender todo o peixe extra que conseguir pescar. Com o dinheiro extra, você compra um barco maior. Com a
receita extra que o barco maior vai trazer, você pode comprar um segundo e um terceiro barco, e assim por diante até possuir
uma frota de pesqueiros. Ao invés de vender seu peixe para um atravessador, negocie diretamente com as fábricas de
beneficiamento ou quem sabe pode até abrir sua própria indústria de beneficiamento. Aí você pode deixar esta vila e ir morar
na Cidade do México, Los Angeles ou até mesmo em Nova Iorque! De lá você toca seu imenso empreendimento!

– Quanto tempo isso iria levar?, perguntou o mexicano.

– Uns vinte, quem sabe vinte e cinco anos, responde o americano.

– E depois?

– E depois? Aí é que começa a ficar bom, responde o americano – quando seu negócio começar a crescer de verdade,
você abre o capital e faz milhões!!!

– Milhões? Sério? E depois disso?

– Depois disso você se aposenta e vai morar numa vilazinha da costa mexicana, dorme até tarde, pega uns peixinhos,
descansa ao lado da esposa, brinca com seus filhos e passa as noites se divertindo com os amigos…

Muitas vezes a fome de crescer impede que a gente perceba que já tem o que precisa.

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Esta mensagem pode ser encontrada no site “Contando Histórias”,
no endereço http://www.contandohistorias.com.br/historias/2006156.php

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CSS: Uma atitude contra mais esse imposto…

18 Junho, 2008 · Deixe um comentário

segue link para um baixo assinado… quem sabe através deste manifesto podemos ter nossa opinião valorizada.

http://www.radioeldorado.com.br/am/campanha_css/index.asp

Vamos tentar!

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