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Entradas etiquetadas como ‘aproveite a vida’

Só por hoje

1 Dezembro, 2008 · Deixe um comentário

Você sabe que já passou por momentos muito dolorosos em sua vida,
momentos que podem abalar suas crenças, sua lógica, sua fé. Ainda assim
você continuou. Apesar das dores, apesar do peso que recaiu sobre seus
ombros, apesar dos desapontamentos, você deu um passo depois do…

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Gratifique-se

2 Abril, 2008 · Deixe um comentário

Conclua um projeto que estava pendente há tempos.
Surpreenda alguém dando um pouco mais do que era esperado.

Aproveite o tempo para aprender algo novo.
Ofereça sua companhia ou conforto a alguém que precise.

Ensine o que você sabe a alguém.
Procure entender um ponto-de-vista oposto ao seu.
Elogie alguém com sinceridade.

Saia para uma boa caminhada.
Organize os papéis na sua mesa.
Arrisque-se, apesar de seus medos.

Diga obrigado a alguém.
Preste atenção quando outros estiverem falando.
Faça algo divertido, apenas pelo prazer de fazê-lo.

Seja mais paciente consigo mesmo e com as pessoas ao seu redor.
A vida é tão especial quanto você a faz.

Gratifique-se hoje e veja quão brilhante você pode fazer o seu amanhã.

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Esta mensagem pode ser encontrada no site “Contando Histórias”,
no endereço http://www.contandohistorias.com.br/historias/2004131.php

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Efêmero

26 Fevereiro, 2008 · Deixe um comentário

Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é efêmera, talvez
pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de
ser e de fazer os outros felizes.

Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, mesmo ainda em botão. Há
sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até
que, pétala por pétala, tranqüilas, vividas, se entregam ao vento.

Mas a gente não sabe adivinhar. A gente não sabe por quanto tempo estará
enfeitando esse Éden e tampouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso
redor. E descuidamos. Cuidamos pouco. De nós, dos outros.

Nos entristecemos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas
preciosos. Perdemos dias, às vezes anos.

Nos calamos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar
em silêncio. Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós
impede essa aproximação. Não damos um beijo carinhoso “porque não estamos
acostumados com isso” e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro
sabe automaticamente o que sentimos.

E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os
mesmos, fechados em nós. Reclamamos do que não temos, ou achamos que não
temos suficiente. Cobramos. Dos outros. Da vida. De nós mesmos. Nos consumimos.

Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que possuem mais que a
gente. E se experimentássemos comparar com aqueles que possuem menos? Isso
faria uma grande diferença!

E o tempo passa…

Passamos pela vida, não vivemos. Sobrevivemos, porque não sabemos fazer
outra coisa.

Até que, inesperadamente, acordamos e olhamos pra trás. E então nos
perguntamos: e agora?!

Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo,
de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos.

Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil
ou fazer um gesto carinhoso.

Não olhe para trás. O que passou, passou. O que perdemos, perdemos.

Olhe para frente!

Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor. Ainda
é tempo de voltar-se para Deus e agradecer pela vida, que mesmo efêmera,
ainda está em nós.

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Gerenciamento de Tensão

28 Janeiro, 2008 · Deixe um comentário

Um conferencista falava sobre gerenciamento da tensão. Levantou um copo
com água e perguntou à platéia:

– Quanto vocês acham que pesa este copo d’água?

As respostas variaram entre 20gr e até 500gr.

O conferencista, então, comentou:

– Não importa o peso absoluto. Depende de por quanto tempo vou
segurá-lo. Se eu seguro por um minuto, tudo bem. Se eu seguro durante uma
hora, eu terei uma dor no meu braço. Se eu seguro durante um dia inteiro,
você terá que me chamar uma ambulância. E é exatamente o mesmo peso,
mas quanto mais tempo eu passo segurando-o, mais pesado vai ficando.

E concluiu:

– Se carregamos nossos pesos o tempo todo, mais cedo ou mais tarde,
nós não seremos mais capazes de continuar, a carga vai tornando-se
crescentemente mais pesada. O que você tem que fazer é deixar o copo em
algum lugar e descansar um pouco antes de segurá-lo novamente. Temos que
deixar a carga de lado periodicamente, do jeito que puder! É reconfortante
e nos torna capazes de continuar. Então antes de você voltar do trabalho
para casa hoje à noite, deixe o peso do trabalho num canto. Não o carregue
para casa. Você poderá recolhê-lo amanhã.

A vida é curta, aproveite-a!

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Tempo que foge!

17 Janeiro, 2008 · 1 Comentário

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora.

Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Não tolero gabolices.

Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte. Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos.

Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos para reverter a miséria do mundo.

Não vou mais a workshops onde se ensina como converter milhões usando uma fórmula de poucos pontos. Não quero que me convidem para eventos de um fim-de-semana com a proposta de abalar o milênio. Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos parlamentares e regimentos internos.

Não gosto de assembléias ordinárias em que as organizações procuram se proteger e perpetuar através de infindáveis detalhes organizacionais. Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da
idade cronológica, são imaturos.

Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões de “confrontação”, onde “tiramos fatos a limpo”. Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário do coral. Já não tenho tempo para debater vírgulas, detalhes gramaticais sutis, ou sobre as diferentes traduções da Bíblia. Não quero ficar explicando porque
gosto da Nova Versão Internacional das Escrituras, só porque há um grupo que a considera herética.

Minha resposta será curta e delicada:

– Gosto, e ponto final!

Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: “As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos”. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos.

Já não tenho tempo para ficar explicando aos medianos se estou ou não perdendo a fé porque admiro a poesia do Chico Buarque e do Vinicius de Moraes; a voz da Maria Bethânia; os livros de Machado de Assis, Thomas Mann, Ernest Hemingway e José Lins do Rego.

Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, que não se encanta com triunfos,não se considera eleita para a “última hora”; não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja andar humildemente com Deus.

Caminhar perto delas nunca será perda de tempo !!!

Desconheço a autoria

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