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Conselhos de Warren Buffet

28 Abril, 2009 · Deixe um comentário

Numa entrevista de uma hora, na NBC, Warren Buffet, um dos homens mais ricos do mundo contou alguns aspectos interessantes de sua vida. Recentemente, Buffet fez uma doação de 31 bilhões de dólares para a caridade, por considerar que não precisa de tanto dinheiro… 

1. Comprou a sua primeira ação aos 11 anos, e hoje lamenta tê-lo feito tardiamente! As coisas eram baratas naquele tempo…

  • Incentive seus filhos a investirem.

2. Comprou uma pequena fazenda aos 14 anos, com as economias oriundas da entrega de jornais. Pode-se comprar muitas coisas com pequenas economias.

  • Incentive seus filhos a iniciarem algum tipo de negócio.

3. Ainda vive na mesma casa modesta, de 3 quartos , no distrito de Omaha, a qual…

 

leia mais em http://queroficarrico.com/blog/2008/08/22/conselhos-de-warren-buffet/

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A complexa e delicada questão do padrão de vida

27 Abril, 2009 · Deixe um comentário

Tratar a questão financeira de uma família é uma grande responsabilidade. Diariamente, milhões de brasileiros negligenciam esta realidade e baseiam suas decisões simplesmente em desejos momentâneos e promoções “imperdíveis” encontradas nesta ou naquela vitrine. Consomem de maneira exagerada, sem pensar na sustentabilidade de suas ações ao longo do tempo – o que significa, em essência, negligenciar também o planejamento financeiro e o futuro da família.

A questão é delicada, por isso um primeiro parágrafo tão “pesado”. Afinal, é muito fácil encontrar cidadãos ávidos por novos produtos eletrônicos, carros e outros sonhos de consumo. O crédito, um benefício incrível para o estímulo da economia, transforma o…

leia mais em http://dinheirama.com/blog/2009/03/31/a-complexa-e-delicada-questao-do-padrao-de-vida/

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Planejamento, a arma contra os imprevistos

28 Abril, 2008 · Deixe um comentário

Um dos grandes inimigos das finanças pessoais é a má utilização de alguns instrumentos financeiros vistos como tábua de salvação por alguns, em determinados momentos do mês. O grande problema é que com tanta utilização de ferramentas como cheque especial e cartão de crédito, o valor de desse (falso) dinheiro passa a compor parte da renda das pessoas.

Crédito não é dinheiro[bb] em caixa, fica fácil concluir. Mas a prática é bem diferente. O que você acharia de ter sua própria linha de crédito com juros mais baixos? Talvez a resposta para a pergunta seja óbvia. Sem dúvidas, ter uma linha de crédito pessoal pode suprir os apertos e servir como boa opção para fugir do pagamento dos enormes juros cobrados pelas instituições financeiras.

Fundo de reserva, uma necessidade
E se, ao invés de pagar juros baixos, você pudesse arcar com as surpresas da vida sem a ajuda dos bancos ou financeiras? A vida é feita de surpresas que, dia após dia, transformam o futuro de muitos por pura falta de conhecimento das possibilidades, é verdade, mas é possível estar preparado. Duvida?

O ato de planejar e idealizar o futuro não é uma ciência exata, mas facilita os atos de perceber e mensurar as chances de algo imprevisto acontecer. Contar com o ovo antes da galinha, com o crédito antes da necessidade de planejamento[bb], passou a ser o mais natural, levando milhares de pessoas para o endividamento desnecessário.

Algumas perguntas devem fazer parte do cotidiano de quem planeja o futuro, encarando a possibilidade de surgirem imprevistos com seriedade:

  • Se você perder seu emprego, por quanto tempo sua família manteria o padrão de vida?
  • Seu plano de saúde cobre todas as suas necessidades? Você seria capaz de mantê-lo, mesmo desempregado?
  • Qual seria sua atitude diante de um dinheiro inesperado? Pagaría dívidas, compraria bens ou investiria no seu futuro?

“Não acredite cegamente nas previsões seguras publicadas por aí. Acredite somente que teremos crises de tempos em tempos e que, se você tiver zero de reservas, a crise o afetará 100%” (Stephen Kanitz)

Reflita sobre as palavras de Kanitz. Acaba que aqueles que tem reserva financeira acabam usando-na para outros fins: educação dos filhos, a formatura, o carro, a própria aposentadoria, por exemplo. Mas, dificilmente, param para observar o quanto as desventuras podem modificar suas vidas.

Ninguém admite a possibilidade de uma emergência. Nós apenas a aceitamos e gostamos de passar a impressão de ter as coisas sob controle, não é assim? O nosso amigo Beto Veiga lembra muito bem que o dinheiro é o principal motivo de discussão entre as famílias, citando uma pesquisa realizada pela Revista Veja.

Na situação de perda do emprego, a recolocação pode levar de seis meses a um ano. Ou mais, é claro. Como se manter nesse período? Quando não temos um bom “pé de meia”, as chances de aceitar um trabalho inadequado são muito grandes. Isso para não dizer das privações familiares. E no caso de necessidade por motivo de saúde? Impossível adiar.

Fazer seu planejamento e investir na estabilidade financeira[bb] lhe garantirá uma vida mais confortável. Além disso, enfrentar com mais serenidade períodos turbulentos e realizar planos/objetivos de longo prazo se tornam tarefas mais interessantes.

Roteiro para gerenciar suas finanças
Cuidar bem de nossas finanças é possível e sei que você sabe disso. Com um pouco de boa vontade e comprometimento é possível manter um planejamento correto, realista e, ainda assim, manter a visão de futuro. Que tal seguir esses 6 passos, para gerenciar suas finanças?

1. Estabeleça seus objetivos. Seja realista, leve em conta seus sonhos, suas necessidades e defina metas de curto prazo (até 1 ano), médio prazo (até 5 anos) e longo prazo (mais de 5 anos)

2. Faça uma análise da sua situação patrimonial atual e de fluxo de caixa. De onde vêm seus ganhos (salário, benefícios, rendimentos etc)? E suas despesas (alimentação, educação, moradia, lazer, juros, seguros, impostos etc)? Quais são seus ativos (aplicações financeiras, bens móveis e imóveis, outros investimentos etc)? E seus passivos (dívidas, obrigações etc)?

3. Defina o horizonte do seu planejamento. Detalhe ao máximo seus próximos dois anos, experimente resumir seus cinco anos seguintes e vislumbre o futuro.

4. Defina seu perfil de investidor. Analise sua tolerância aos riscos visando adequar seus investimentos à sua personalidade.

5. Elabore um plano realista para seus ganhos e despesas futuras, com base na sua situação atual e nos objetivos estabelecidos. Priorize as necessidades, mas sem esquecer os desejos. Também leve em conta a evolução familiar, sua evolução profissional e o cenário econômico.

6. Elabore um plano de investimentos baseado no seu fluxo de caixa, levando em conta os objetivos definidos para curto, médio e longo prazo. Priorize o os objetivos de longo prazo. Reveja o plano, confrontando-o com os seus objetivos e certifique-se de que ele atende suas necessidades e sonhos

Não é tão difícil! Sim, dá trabalho, mas não é algo complicado. Assim você evita problemas financeiros inesperados e mantém seu presente (e futuro) sobre controle. Seu comprometimento é tudo, lembre-se sempre disso. Nós do Dinheirama estamos aqui, caso necessite de auxilio. Até sexta.

fonte: http://dinheirama.com/blog/2008/04/23/planejamento-a-arma-contra-os-imprevistos/

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Palavras ensinam, mas só o exemplo arrasta!

25 Março, 2008 · Deixe um comentário

Diariamente vivemos situações sutis, mas bastante poderosas no âmbito pessoal e financeiro de nossos pares. Como de costume, evitamos aceitar que nossos atos e atitudes cotidianas soem como exemplos de quem verdadeiramente somos e de como pensamos a respeito do dinheiro, independência e sucesso financeiro[bb]
. É da característica humana viver sobre o mantra “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”.

O perigo consiste em levar tal iniciativa para dentro de casa, para o círculo próximo de amizade e familiares. Soar hipotético demais perante aqueles que nos olham com apreço pode ser perigoso para seu desenvolvimento pessoal, minando sua capacidade de influenciar pessoas e fazer-se presente em suas vidas. Afastar-se não é prudente quando o segredo do sucesso está na integração. Cuidado.

É comum encontrar histórias de pais que, na ausência física e moral causada pelo excesso de trabalho e responsabilidade, tratam de comprar presentes e entupir seus filhos de mimos. Que mensagem será que eles estão recebendo sobre dinheiro, sucesso[bb] e inteligência financeira? É verdade que olhar o problema sob essa ótica não é algo comum, especialmente para alguém de minha idade e que ainda não tem filhos, mas não posso silenciar-me diante de tamanha crueldade com nossos (futuros) cidadãos. Permitam-me avançar no tema.

A tristeza maior me ocorre ao perceber que não é a falta de amor ou de afeto que leva as pessoas ao aperto sócio-emocional aqui discutido, mas a incapacidade de lutar contra hábitos já institucionalizados, visivelmente prejudiciais ao relacionamento interpessoal do grupo envolvido. Discutindo o tema com alguns amigos, descrevi algumas novas maneiras que, no meu entender, podem mudar esse panorama:

Fale menos, brinque mais. Recusar o convite de um amigo ou filho para um jogo ou evento pode não significar muita coisa. Faça isso diversas vezes e os convites cessarão por completo, deixando a impressão de que você não precisa deles para viver. Seja mais humilde e demonstre interesse nas coisas compartilhadas que vêm até você. Com situações simples assim passando longe de você, quais as chances de uma boa oportunidade financeira bater à sua porta?

Fale menos, ouça mais. Problemas financeiros e discussões sobre dinheiro são excelentes momentos para encontrarmos diversos donos da verdade. Fulano sempre sabe mais e ganhou mais, Ciclano tem mais experiência, Beltrano ficou rico com ações. Será que toda conversa precisa mesmo ser assim? Sem perceber, nos envolvemos nessa atmosfera e poluimos completamente o ambiente familiar, evitando importantes lições sobre o lado mais simples do dinheiro. Ouvir mais permitirá que você interprete melhor aquilo que julga saber e informe-se sobre o que ainda não sabe.

Fale menos, converse mais. Amigos de longa data são excelentes companhias para longas conversas, mas eles não são os únicos que devem desfrutar desse importante benefício. Converse mais com seus filhos, parentes e familiares, ainda que distantes. Permita que eles também tenham a razão, que também apontem importantes novidades. Dê atenção.

Fale menos, se envolva mais. Quantas vezes você surpreendeu seu filho ou amigo enquanto ele fazia algo bacana, algo capaz de enchê-lo de alegria? Incentivar boas atitudes e agradecer por tê-las vivenciado deixa uma clara mensagem de suporte e calor humano. Viver mais integrado ao ambiente em que se está inserido permite que as escolhas sejam facilitadas. Imagine o potencial disso no aspecto financeiro.

Não fale nada, apenas observe. Perca algum tempo apenas observando as reações das pessoas. Viva seu momento Freud e procure entender quais as atitudes que fazem a diferença para aqueles que ama. Faça silêncio absoluto e apenas interprete. Estenda o conceito para o mundo financeiro[bb] e observe como aquele seu primo rico lida com o dinheiro, as finanças da casa. Agora compare-o ao amigo que não consegue livrar-se das dívidas. Observe. Aprenda.

Ensine e compartilhe com o exemplo. Cresci ouvindo uma frase, sempre proferida com muito amor e cuidado por minha mãe: as palavras ensinam, mas só o exemplo arrasta. Depois de encarar, com muita humildade, paciência e determinação, o desafio de participar mais da vida das pessoas, trate de externar sua compaixão e todas as possíveis lições que tirou dessa experiência. Forme o ciclo virtuoso do aprendizado contínuo deixando que todos percebam como tudo isso faz diferença em sua vida. Dinheiro será uma consequência, acredite!

Missão cumprida ou missão comprida?
Está legal, confesso que baixou o guru por aqui (risos). Procurei apenas dedicar alguns minutos de meu tempo ao universo humano que circunda as finanças pessoais e as palavras são minhas armas. Não há planejamento financeiro que resista a um choro ou expressão de indiferença ou crueldade. Procure exercitar sua capacidade de influenciar as pessoas, agindo de maneira fiel aos princípios que jura exercitar. Preocupe-se mais com o “como” influenciar a “quem” influenciar.

Educação financeira[bb] não se ensina apenas usando números e fórmulas matemáticas. Antes que modelos e planilhas possam ser apresentados, deve haver plena cumplicidade entre as partes e só o interesse sincero pela vida do outro cria tal ambiente. Antes de pensar na mesada, pense no exemplo que está deixando ao entregar o dinheiro ao pimpolho no final do mês. Merecer é ótimo, inspirar é melhor ainda.

fonte: http://dinheirama.com/blog/2008/03/20/palavras-ensinam-mas-so-o-exemplo-arrasta/

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Chega de problemas financeiros? Atitude!

20 Fevereiro, 2008 · 1 Comentário

Como fazer para se livrar de suas dívidas e problemas de dinheiro? Infelizmente, esta é uma pergunta muito comum que recebo diariamente no Dinheirama. Não há nenhuma receita pronta, enlatada, para o sucesso nas finanças[bb], assim como não há nenhuma garantia de que as dicas encontradas nos livros, ou em sites como este, farão alguma diferença em sua vida. A verdadeira força reside no grande potencial de realização presente em cada um de nós e na forma como encaramos nosso relacionamento com o dinheiro e suas variáveis. Está ai outra coisa que não canso de falar.Este mês recebi um relato surpreendente de um leitor. Ao ler seu e-mail, pude perceber mais uma vez a importância da auto-estima e do interesse genuíno em prosperar. Suas palavras fortes, motivantes e inspiradoras fizeram-me refletir por alguns instantes: será que tudo o que somos não é simplesmente um reflexo daquilo que fazemos e de nossas atitudes simples do dia-a-dia? A retórica parece simplista demais diante deste importante debate, mas reflete bem meu espanto diante de tantas situações inusitadas do cotidiano contemporâneo. Somos o que queremos ser, mas será que estamos prontos para perceber isso quando o assunto é dinheiro?

Este artigo traz lições verdadeiras e sinceras, trazidas por um leitor que concordou ter seu texto publicado. Optei por manter o nome do autor resguardado e manter intactos os trechos que me foram enviados, fazendo apenas breves considerações entre eles.

“Olá Navarro. Gostaria de contar um pouco da minha história de endividado e aproveitá-la como gancho para sugerir dicas para as pessoas que estão com a corda no pescoço e não sabem como sair dessa. Há 3 anos montei uma video-locadora em sociedade com um amigo. Na época, não tinha dinheiro e então refinanciei meu carro para levantar capital e fiz um empréstimo também com meu irmão. Apesar disso, o negócio começou muito bem, fizemos várias promoções e conseguimos aumentar muito o faturamento. Conseguíamos pagar as parcelas dos empréstimos todo mês e reinvestiamos o lucro, pois ambos tinhamos outro emprego.

Um ano depois a pirataria não deu mais trégua (todos sabemos como está hoje) e o faturamento da locadora caiu pela metade de um mês para o outro. Depois de 6 meses, não resistimos. Não conseguimos sequer vender a locadora, tendo que baixar as portas e tentar vender o nosso acervo de DVDs para pagar o prejuízo. Outra grande decepção: o excesso de vídeo locadoras fechando despejou milhares de DVDs no mercado, fazendo com que eles não valessem mais nada. Esse foi o fim da minha pequena vida de empresário e o primeiro passo para minha vida de endividado”

Repare como o leitor decidiu abordar o nascimento de seu negócio e o raciocínio financeiro empregado no trabalho. Ambos os sócios optaram pela alavancagem, já que não tinham dinheiro, mas estavam cientes da necessidade de usar o dinheiro financiado para alavancar as vendas, quitar as dívidas e reinvestir no negócio[bb]. No entanto, uma externalidade impactou diretamente o negócio e inviabilizou a prosperidade da dupla. Você simplesmente desistiria?

“Um mês depois da empresa falir e ter deixado uma divida de 15 mil reais, descobri que minha namorada estava grávida. Lá estava eu com uma dívida enorme, cursando faculdade, carro 90% financiado e minha namorada grávida. Sentado em frente ao micro em casa fiquei pensando no que poderia fazer para sair daquela situação. Recorri à Internet (que normalmente tem muitas repostas para nossos problemas) e decidi pesquisar ‘faliu atingir sucesso’. Surgiu uma resposta: ‘Walt Disney faliu várias vezes e sofreu uma crise nervosa antes de atingir o sucesso’. Esse era o exemplo de força que eu precisava. Assim, passei a tarde toda tentando me motivar com histórias felizes e me convencer de que não estava no fundo do poço.

Neste mesmo dia percebi quanto o poço era fundo. Mas foi nessa mesma tarde também que eu conheci o Dinheirama. Mais, foi nessa tarde que eu comprei um livro chamado “Os principios do Sucesso”, escrito por Jack Canfield. Aprendi que todo ensinamento está perdido, assim como o tempo que você gastou para aprendê-lo, se você não colocá-lo em prática. Mas ele também está perdido, e pode ser ainda mais prejudicial, se você não praticá-lo de maneira saudável”

A atitude fez toda a diferença diante da tragédia financeira de nosso amigo leitor. A história é mais comum do que imaginam, mas as ações diante do problema é que demonstram a verdadeira essência do empreendedor de sucesso. A diferença não está no que você faz quando atinge o sucesso, mas em sua reação diante de um fracasso. Reparem no incrível aprendizado decorrente desta experiência, relatado pelo próprio leitor:

  • Decidi que eu era o responsável pela minha vida e essa foi a decisão mais importante que pude extrair da situação. Só assim deixei de me sentir vitima das minhas “burradas” financeiras;
  • Decidi ligar para o meu irmão e renegociar minha dívida com ele. Já que os juros que acordamos eram pequenos, negociei com ele o maior o prazo possível;
  • Decidi que ia usar o meu tempo livre para prestar serviços na área em que atuo e fazer qualquer coisa (que não fosse ilícita) para aumentar minha renda. Isso vem dando muito certo;
  • Decidi que não venderia meu carro, pois ele me leva para o trabalho e para a faculdade quando estou atrasado, permitindo que eu maximize o meu tempo de forma a lucrar com minha renda extra. No entanto, não vou trocá-lo por um novo tão cedo e não gasto mais do que as manutenções periódicas;
  • Decidi que iria adiantar o pagamento das parcelas do carro para pegar os descontos do financiamento e quitá-lo o mais rápido possível, já que ele apresenta a maior taxa de juros entre as minhas dividas;
  • Minha ex-namorada, agora esposa, é a mulher de minha vida e a chegada de nossa filha é uma benção. Tenho que oferecer um mínimo de conforto para nossa família, mesmo que isso me custe um pouco mais de dívidas. Isso implicou em alugar um apartamento, financiar alguns móveis em 10 vezes e comprar alguns eletrodomésticos à vista;
  • Decidi também que nunca mais me endividar à toa e comprar mais à vista (só parcelei os móveis do AP devido à urgência do caso). Isso vem dando certo.
  • Deixei de acessar o bankline para ver quanto tenho de limite e passei a acessá-lo para ver o quanto eu posso investir e qual a situação atual dos fundos de investimentos, apesar de ainda não ter nenhum centavo para investir. Isso me ajuda a entender o quanto as minhas dividas estão custando, o quanto eu ganharia se aquele dinheiro estivesse aplicado e me ajuda a entender o mercado para me tornar um bom investidor no futuro;
  • Decidi que não ia desistir de me tornar um empresário. Afinal, sou brasileiro e não desisto nunca. Nos últimos meses aprendi muito sobre finanças e me sinto mais preparado e muito mais cauteloso;

UAU! A mudança de comportamento apresentada é fantástica e muito especial. Quantas vezes você já não pensou em seguir algumas dessas dicas, mas acabou “sem tempo” ou “sem energia” por conta da preguiça e(ou) acomodação? Os resultados da auto-motivação e auto-estima[bb] são o ponto de partida para a solução de seus problemas financeiros. Contas devem ser pagas com dinheiro, mas também com valores e princípios. Confira o que nosso colega conseguiu depois de tanto esforço:

  • Consegui, em média, dobrar minha renda nos últimos 4 meses, trabalhando como consultor nas horas vagas, finais de semana etc;
  • Já quitei boa parte da divida com meu irmão. Atualmente devo R$ 6 mil e devo quitar essa divida até o final do ano;
  • Estou com o financiamento do carro adiantado nove meses e também pretendo quitá-lo até o final de 2008;
  • Estou casado, minha filhinha vai nascer daqui uma semana e temos um lar muito agradável e adequado para sua chegada, mesmo embora o apartamento seja alugado e ainda faltem sete prestações dos móveis.

“Hoje faz seis meses que afundei o pé na jaca e tomei essas decisões. Acredito que tudo que me aconteceu foi muito positivo. Fui até o fundo do poço, mas estou saindo e me sinto muito mais forte. Quero agradecer a todos que contribuem de qualquer forma com o Dinheirama, quero parabenizá-lo (mais uma vez) Navarro e quero registrar meu muito obrigado ao Jack Canfield, autor do livro “Os Principios do Sucesso”, que carrego comigo o tempo todo”

Que tal pessoal? Será que passar a vida no vermelho, devendo para todo lado e reclamando da vida é mesmo uma sina ou a atitude e a perseverança podem mesmo fazer alguma diferença? Deixo a conclusão do artigo para cada um de vocês, certo de que a mensagem tocará seus corações, como aconteceu comigo. Quando não temos compromisso com erro, mas apenas com nossa felicidade, tudo é possível. Só assim vencer passa a ser uma simples questão de opção. Obrigado, ganhei o dia.

fonte: http://dinheirama.com/blog/2008/01/28/chega-de-problemas-financeiros-atitude/

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Não posso fazer essa despesa

7 Fevereiro, 2008 · Deixe um comentário

Evan Hill

Há alguns anos, quando as vendas de automóveis caíram muito, um vendedor
conhecido meu teve a sua renda drasticamente reduzida. Outros teriam
continuado a manter o padrão de vida a que estavam acostumados, lançando mão
de empréstimos. Mas aquele homem não se envergonhou de dizer: ?Não posso fazer
essa despesa.? Ao filho e à filha adolescentes ele informou que não poderiam
ir passar o verão onde tinham estado nos últimos quatro anos. Declarou que,
em vez disso, a família passearia pelas montanhas, carregando às costas os
víveres e os cobertores, pernoitando em abrigos modestos para excursionistas.

E, no inverno, pai e filho apreçaram o material necessário para a excursão,
concluindo que era demasiado custoso, e passaram umas dez noites trabalhando
em casa para fazerem eles próprios aquilo de que a família precisaria para
a excursão. A mãe e a filha planejaram um cardápio em que entrou arroz,
feijão, farinha de trigo e outros alimentos não deterioráveis e de pouco peso,
em lugar dos enlatados de alto peso.

A família acabou divertindo-se só com a idéia de gastar o mínimo no passeio,
partindo de que ?não podiam fazer essa despesa.?

Em anos subseqüentes a família tem tido meios para dar-se ao luxo de
hospedar-se em colônias de veraneio, mas as crianças têm dado preferência
àquele sistema de férias econômicas.

– Creio que a nossa família nunca esteve tão unida – comentou comigo o seu
chefe, há pouco tempo – Aquele ano de maus negócios não nos ensinou apenas
a poupar dinheiro. Fortaleceu-nos o caráter.

“Não podemos fazer essa despesa” é uma frase que deveria fazer parte da educação de todas as crianças. A que nunca ouviu tais palavras e jamais foi compelida a sujeitar-se ao que elas traduzem, foi sem dúvida uma criança defraudada pelos próprios pais.

Assim como o exercício fortalece o corpo, a frugalidade fortalece o espírito.

(Trecho extraído do exemplar de março de 1965, da Seleções do Reader?s Digest)

Texto enviado por Aylzo A. L. Almeida

—————————————–
Esta mensagem pode ser encontrada no site “Contando Histórias”,
no endereço http://www.contandohistorias.com.br/historias/2006239.php

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Aprenda a dizer não e seja mais feliz

16 Janeiro, 2008 · Deixe um comentário

Adelaide comenta: “Navarro, após reorganizar minha vida financeira (diagnosticando, cortando supérfluos e saldando dívidas antigas) alguns familiares (da turma do deixa-disso) têm tentado “aproveitar-se” de minhas economias: sugerem festas (em minha casa claro), passeios e me convidam para contribuir financeiramente com a maior parte dos gastos dos eventos, já que ’saí do vermelho’. Enfim, como lidar com parentes e amigos e exercitar, com carinho e conscientização, a capacidade de dizer ‘não’? Estou com muita dificuldade já que ouço piadas do tipo ‘você é pão-dura’. Eu é que sei quanto dinheiro perdi com cartões de crédito (rotativo), cheques especiais e prestações infinitas. Como passar essa sensação adiante?”Adelaide, obrigado pela visita.

Suas palavras são um importante alerta para muitos leitores e, infelizmente, sua situação é muito mais comum do que pode imaginar. Carinho e consciência, uau! Você usou duas palavras muito especiais e pelas quais demonstro sempre muito apego. O carinho é a chave para qualquer projeto de vida bem sucedido e a consciência representa o respeito por si mesmo diante dos relevantes momentos de tomada de decisões[bb]. Para firmar-se diante da família e dos amigos, e não tornar-se vítima destes, é preciso antes respeitar-se. Esse processo envolve, entre tantas outras coisas, o aprendizado do “não”.

Simplifique!
Não queira que todos gostem de você. É sério, prefira que todos respeitem seu modo de ser, suas qualidades e defeitos. Assim como sua vida pessoal merece certa blindagem, suas finanças merecem sigilo e privacidade. Familiares e amigos muito próximos normalmente tendem a enxergar apenas as superficialidades, o que torna o relacionamento financeiro bastante desgastante. Quase sempre, falar “não” passa a ser somente uma importante atitude de sobrevivência quando deveria ser a porta para um diálogo verdadeiramente sincero em seus propósitos.

Não é não! Pare por ai!
O grande problema é que, quase que por instinto, acabamos falando mais do que um simples “não” e o momento de reflexão passa a ser apenas mais um grave e longo desabafo. Como lidamos com pessoas próximas, nos sentimos compelidos a falar mais do que apenas a grande razão para a inflexão demonstrada. Acabamos, involuntariamente, “cuspindo” verdades entaladas por tempos em nossos corações. O “não” vira uma lição e o relacionamento passa a ser criticado pelo negativismo e não pelas verdadeiras razões para a negação financeira.

Quando conversar sobre dinheiro é algo sacrificante, é hora de recomeçar. Perceber essa linha tênue é difícil, mas é parte crucial do bem falado “não”. Costumo dizer que:

Você não precisa fazer tudo. Quem faz tudo para todos não tem tempo de fazer quase nada para si mesmo. É muito bonito ouvir “Se não puder fazer tudo, faça tudo que puder” na televisão, mas como fica a necessidade de relacionar-se com a frustração? Nossa educação é feita de muitos “sim” e raríssimos “não”, como se a disponibilidade fosse essencial para a vida plena e feliz. Lembre-se de que nem tudo na vida existe em abundância ou está em um local de fácil acesso. Aprender a lidar com a privação é uma forma crucial de crescimento pessoal e o melhor é não tentar evitar que isso aconteça.

Nem sempre o “NÃO” é o melhor “não” possível. O debate financeiro é uma grande oportunidade de transformar a negação em oportunidade de aprendizado. Ao negar dinheiro a um parente você está investindo em seu futuro financeiro[bb]. Acreditar nisso é o primeiro passo para que apareça a oportunidade de demonstrar-lhe o raciocínio por trás dessa afirmação. Quando alguém quiser aproveitar-se de você, perca alguns minutos demonstrando o esforço que fez para chegar onde está e compartilhe de suas dificuldades. Peça atenção de seu ouvinte e lembre-se de não misturar as “verdades escondidas”, o desabafo, com a chance singular de crescer e fazer seu interlocutor crescer.

Assumir sua posição e não deixar-se levar pela dúvida é fundamental. Estabeleça suas prioridades e respeite-as, deixando-as bem claras para todos os que por ventura possam abordar-lhe pedindo dinheiro. Se começar a levar adiante a estratégia “dois pesos e duas medidas” vai acabar voltando para os dias de amargura financeira. No entanto, cuidado para não tornar-se uma pessoa inflexível. Pode ser que, num primeiro momento, seus parentes e amigos sumam porque você resolveu agir de forma mais drástica. Isso passa.

Cobrar de parentes é embaraçoso e incômodo. Mesmo que o ente em questão seja reconhecido como bom pagador, a estatística demonstra que em raríssimas vezes o dinheiro é devolvido. Além disso, imagine-se tendo que lembrar seu primo do dinheiro emprestado ou ainda tendo que dar um puxão de orelha em seus amigos por aquele churrasco feito com seu dinheiro. É chato! Sabendo disso, fica mais fácil falar “não” sem apenas esbravejar ou dar lição de moral, não acha?

O melhor investimento na família e nos amigos é o tempo que você passa com eles. Quando alguém lhe pedir dinheiro, ofereça 20 minutos de seu dia para uma conversa sobre educação financeira[bb], alternativas de crédito e investimentos. Sua disposição certamente demonstrará o carinho e apreço que tem por aquele ouvinte e o fará mudar sua atitude nas próximas abordagens. Crie um ambiente sadio para discutir o dinheiro e esteja sempre disponível para recomendar ou indicar bons materiais de referência. Melhor que ser uma referência financeira é ser uma referência de sabedoria cotidiana. Credibilidade e respeito são melhores companheiros para a vida que os rótulos simplistas “amigão” e “bonzinho”.

OK! Não é tão fácil assim!
Autoridade familiar é assunto para muitas linhas e palavras, é verdade. Não há como escrever de outra forma, portanto lá vai: seja coerente e consistente com os seus objetivos de vida, mesmo que isso incomode parte de sua família ou círculo de amigos. Agradar a todos é muito legal e pode torná-lo uma pessoa popular, mas será que isso é suficiente para seus desafios do dia-a-dia? Seja sincero nos debates com a família e procure demonstrar o quanto você batalha por sua indepedência financeira. Passe mais tempo com eles.

Cuidado para não confundir-se com minhas palavras. Não trata-se de dar mais valor ao dinheiro, mas de dar real valor à família. Que família é essa que só lhe procura quando precisa de dinheiro? Não soa estranho vermos pais e mães que nunca dedicaram parte de seu tempo para ensinar os filhos a valorizarem suas finanças pedindo a eles dinheiro emprestado? É triste notar que muitas famílias pegam-se brigando mais pelo dinheiro que pela fraternidade entre seus elos. O assunto é polêmico, mas precisa ser discutido.

No meu ponto de vista, é o raro exercício da frustração que alimenta essa triste realidade. De forma geral, somos poucos inflexíveis porque ouvir um “não” incomoda mais do que deveria. Felizmente, aprendi que o “não” é mais importante que o “sim” na valorização daquilo que conquistamos. Deixo uma frase constante de meu aprendizado, proferida por Winston Churchill: “Sucesso é ir de fracasso em fracasso sem perder o entusiasmo”. E você, tem apenas falado “não” ou tenta também construir algo melhor?

fonte: http://dinheirama.com/blog/2008/01/08/aprenda-a-dizer-nao-e-seja-mais-feliz/

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