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O Bambu Chinês

4 Novembro, 2008 · Deixe um comentário

Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada por
aproximadamente 5 anos, exceto um lento desabrochar de um diminuto broto
a partir do bulbo.

Durante 5 anos, todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu,
mas uma maciça e fibrosa estrutura de raiz que…

leia mais em http://www.contandohistorias.com.br/historias/2006181.php

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Conte até três. Até dez. Conte até cem

10 Setembro, 2008 · Deixe um comentário

Em situações extremas, mesmo que você tenha frieza, seu emocional fala mais alto, preparando-o para as duas atitudes limites possíveis frente ao perigo: lutar ou correr.

Por Eduardo Zugaib

Cena 1: alguém resolve tirar um sarro de você em uma festa, constrangendo-o e ultrapassando a tênue linha que separa o engraçado do ridículo;

Cena 2: numa reunião da empresa, ao apresentar informações que custaram a ser levantadas, alguém entra na conversa e maldosamente diminui a importância do seu trabalho;

Cena 3: Você está dirigindo. O trânsito pára. Você, que guarda certa distância do carro da frente, freia tranqüilamente. Antes do carro parar totalmente, surge um barulho de pneu queimando logo atrás, dando tempo apenas para você olhar no retrovisor, fechar os olhos e preparar-se para a… cabrum!

Mesmo que você tenha a frieza de um campeão mundial de xadrez, ao menos uma taquicardia você sente. Seu emocional fala mais alto, preparando-o para as duas atitudes limites possíveis frente ao perigo: lutar ou correr.

Em situações assim, é provável aparecer alguém sugerindo que você conte até dez. Acredite: isso não é uma simpatia, uma crendice tola. O nosso cérebro possui dois hemisférios: o direito, que abriga nossa capacidade emocional e o esquerdo, que cuida da racional. Em situações de tensão, a tendência que temos de agir com a emoção é grande.

Sobrecarregamos o lado direito do nosso cérebro, exigindo dele respostas rápidas demais. Como ele é obediente, fará de tudo para dar a resposta, trabalhando caoticamente, sem se preocupar se com isso estará acionando nossos desejos mais obscuros, nossas mais paixões mais animais.

O resultado? Falamos o que não gostaríamos de ter dito, reagimos expondo nossas fragilidades, isso quando não partimos para agressões verbais ou físicas. Crimes passionais não levam este nome à toa. O contar até dez visa reestabelecer o equilíbrio entre os dois lados do cérebro, lembrando ao hemisfério esquerdo que ele também deve “entrar no assunto”.

Contar é uma capacidade racional, que figura entre as habilidades do lado esquerdo do cérebro. Em situações tensas, o contar age como um sistema de resfriamento, que nos ajuda a perceber a situação por uma ótica mais completa. Se contar até dez não resolve, experimente até cem. Assim, além de dar ao cérebro a chance de trabalhar por completo, você evita que todos os alguém acima saiam por aí, dizendo que você perdeu a cabeça.

fonte: http://webinsider.uol.com.br/index.php/2008/08/13/conte-ate-tres-ate-dez-conte-ate-cem/

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Doutrinando o seu animal interior

30 Abril, 2008 · Deixe um comentário

Nem vem que não tem! Mesmo você querendo dizer que não assiste Tv (pois ela emburrece), e mesmo você falando que é incapaz de sentar-se no sofá nas tardes de domingo para assistir ao Gugu, certamente você já assistiu as Video Cassetadas do Faustão. Não precisa ficar envergonhado, esse é um deslize que todos nós já cometemos. Faz parte.

Entre uma tia gorda se espatifando no chão, um cachorro correndo atrás do rabo e um atleta levando uma bolada no ‘playground’ sempre tem aquele tiozão que leva um choque ou que toma um susto. Se o tal do tiozão dá um grito de macho, nem tem tanta graça. O bom mesmo é quando ele dá um gritinho estridente, cola o cotovelo na cintura e abana as mãos freneticamente, parecendo um tuiuiu querendo levantar vôo. Aí é gargalhada na certa. O telespectador ri tanto que periga até doer o baço. E, se você nunca riu deste jeito assistindo esses quadros na televisão, lamento muito por você. Que me perdoem os coroinhas e os politicamente corretos, mas rir da desgraça alheia é sempre uma delícia.

Levar um susto, ou um choque é uma situação de stress. Mas pense que, ficar sentado na cabeceira da cama, bebericando uma Fontana Fredda enquanto sua namorada faz um striptease pra você, também é um baita stress.

Ou seja, não interessa se é bom ou ruim, o que precisamos saber é que o stress nada mais é do que o aumento da adrenalida a pontos quase que incontroláveis.

Dentro das organizações, situações de stress são tão comuns que já nem fazemos tanto alarde por isso. Você já parou pra pensar que passamos por situações de stress inúmeras vezes ao dia? Quantas vezes o telefone te interrompe quando você está ultra mega concentrado fazendo aquela fórmula gigantesca na planilha eletrônica? Quantas vezes você tem que explicar ao seu chefe que seu horário de almoço é 1h30 e não 1h? Como você fica quando demitem seu melhor colega de trabalho para contratar duas estagiárias lerdinhas (e gostosas)? Isso é tudo stress, stress, stress…..

Bem, mas o que eu queria falar pra vocês hoje não é sobre stress. Eu vim pra falar sobre os comportamentos instintivos das pessoas quando colocadas sob situações de stress dentro do ambiente de trabalho. É assustador o grau de autenticidade que adquirimos nas nossas ações quando estamos nestes momentos. É nessas horas que, não o importa o tamanho da máscara, ela sempre cai! E aí, nos deparamos com as mais profundas e sombrias facetas da personalidade humana.

Eu sei que, dependendo da gravidade do problema que você tem na empresa, sua única vontade é de elogiar a todos com os mais bonitos adjetivos, em alto e bom som. Mas, eu peço, para o seu bem profissional, domine seu animal interior e se contenha.

Todos nós já ouvimos ou até fizemos parte de conversas de corredor, onde o tema principal era o comportamento (não muito adequado) de Fulaninho ou de Beltraninho. E esse comportamento vai desde a uma exaltação em uma reunião para definição do budget até se embebedar na confraternização de final de ano.

Pense que, a imagem que deseja que seus superiores e subordinados tenham de você é a de um profissional competente e de bom relacionamento. Nunca vi uma única alma viva querer ser lembrada por ter batido o teclado contra a mesa – em um momento de fúria – por um fatal error em um software.

Dicas para você enfrentar situações ruins de stress profissional sem perder a compostura.

Primeiro de tudo, dê uma breve pausa e enquanto isso…

  • Respire. Respire com calma e bastante intensidade;
  • Se estiver sentado, se ajeite na cadeira e alinhe a coluna;
  • Se estiver em pé, deixe com que seus ombros caiam um pouco e distribua o peso do corpo sobre os dois pés;
  • Examine o ambiente em que está e não se esqueça de olhar pra cima – pode haver uma câmera indiscreta te filmando;
  • Se tiver pessoas próximas, ou estiver conversando com alguém, mantenha um tom de voz ameno;
  • Repasse rapidamente todas as palavras mágicas que sua mãe deve ter lhe ensinado quando criança – por favor, obrigado, com licença, desculpe, etc;
  • Lembre-se que aquele é seu local de trabalho (e não um ring) e que as pessoas ao seu redor são seus colegas (e não necessariamente adversários); Volte da breve pausa, racionalize e agradeça à todas as divindades pelos problemas da sua empresa. Caso fosse tudo perfeito, você estaria desempregado.

Preste bastante atenção em como você trata seus colegas e em como você reaje aos problemas e as notícias boas. Infelizmente não é a maneira que você sente as coisas que conta, o que mais importa dentro das organizações é o jeito que você externaliza o ocorrido. Bons profissionais são elogiados pelo seu comportamento e competência, tanto em situações boas como nas mais complicadas.

Não temos domínio das nossas emoções, mas das nossas ações, sim.

fonte: http://www.dicas-l.com.br/gg/gg_20080424.php

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Céu e inferno íntimos

20 Março, 2008 · Deixe um comentário

Conta-se que, certo dia, um samurai, grande e forte, conhecido pela sua índole
irascível, foi procurar um sábio monge em busca de respostas para suas dúvidas.

– Monge, disse o samurai com desejo sincero de aprender, ensina-me sobre o
céu e o inferno.

O monge, de pequena estatura e muito franzino, olhou para o bravo guerreiro e,
simulando desprezo, lhe disse:

– Eu não poderia ensinar-lhe coisa alguma, você está imundo. Seu mau cheiro
é insuportável. Além do que, a lâmina da sua espada está enferrujada. Você
é uma vergonha para a sua classe.

O samurai ficou transtornado. O sangue lhe subiu à cabeça e ele não conseguiu
dizer nenhuma palavra, tamanha era sua raiva. Com os olhos crispados, empunhou
a espada, ergueu-a sobre a cabeça e se preparou para decapitar o monge.

– “Aí começa o inferno”, disse-lhe o sábio mansamente.

O samurai ficou imóvel. A sabedoria daquele pequeno homem o
impressionara. Afinal, arriscarra a própria vida para lhe ensinar sobre o
inferno. O ferroz guerreiro abaixou lentamente a espada e agradeceu ao monge
pelo valioso ensinamento. O velho sábio continuou em silêncio.

Passado algum tempo o samurai, já com o ânimo pacificado, pediu humildemente
ao monge que lhe perdoasse o gesto infeliz.

Percebendo que seu pedido era sincero, o monge, então, lhe falou: “Aí começa
o céu”.

Para nós, resta a importante lição sobre o céu e o inferno que podemos
construir em nosso próprio íntimo.  Tanto o céu quanto o inferno, são estados
de ânimo, que nós mesmos escolhemos em nosso dia-a-dia. A cada instante
somos mobilizados a tomar decisões que definirão o início do céu ou o começo
do inferno.  É como se todos fôssemos portadores de uma caixa invisível,
onde houvesse ferramentas e materiais de primeiros socorros. Diante de uma
situação inesperada, podemos abri-la e lançar mão de qualquer dos objetos
disponíveis em seu interior.

Assim, quando alguém nos ofende, podemos empunhar o martelo da ira ou
usar o bálsamo da tolerância.  Atacados pela calúnia, podemos usar a foice
do revide ou a pomada da autoconfiança.  Quando a injúria bater em nossa
porta, podemos usar o aguilhão da vingança ou o óleo do perdão.  Diante de
enfermidade inesperada, podemos lançar mão do ácido corrosivo da revolta ou
empunhar o escudo da confiança.

Enfim, surpreendidos pelas mais diversas e infelizes situações, poderemos
sempre optar por abrir fossos de incompreensão ou estender a ponte do diálogo
que nos possibilite uma solução feliz.

A decisão depende sempre de nós mesmos.  Somente de nossa própria vontade
decorrerá o nosso estado de ânimo.  Portanto, criar portais para o céu ou
cavar abismos para o inferno em nosso íntimo, é algo que não depende de
ninguém, pois somos os únicos responsáveis.

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Esta mensagem pode ser encontrada no site “Contando Histórias”,
no endereço http://www.contandohistorias.com.br/historias/2004497.php

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