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Entradas etiquetadas como ‘solidariedade’

Ninguém é uma ilha

25 Setembro, 2009 · Deixe um comentário

Colhemos o que plantamos. Precisamos estar conscientes que tudo o que
fazemos tem uma repercursão um dia ou outro.
Mas colhemos também o que não plantamos. Como estamos nessa terra imensa
que gira, gira e sempre volta ao mesmo lugar, colhemos o que plantam
outras pessoas, feliz e infelizmente.
Colhemos o que plantam nossos filhos, pais, amigos… e a sociedade de
forma geral. Todos os caminhos que escolhemos geram mudanças nas vidas
de outras pessoas e vice-versa.
Se fôssemos uma ilha, tudo estaria centrado em nós. Teríamos o mundo em
volta e sobreviveríamos. Mas não… não somos uma ilha e precisamos uns
dos outros.
Uma ilha, por mais bela que seja, isolada no meio de um oceano, sem dar
e sem receber, não passa de uma ilha solitária.
Não podemos viver sós, a sós, só pensar em nós. Não fomos feitos pra
isso. Precisamos de amor, compreensão, do dar e receber, de mãos
estendidas e precisamos compartilhar.
O convívio com outras pessoas é enriquecedor e acontece de ser também
cheio de desapontamentos, o que nos faz crer que seria melhor evitar
relacionamentos.
Muitas vezes é justamente quando alguma coisa dói em nós que nos
sentimos vivos. Percebemos que ainda temos sensibilidade, emoções que se
afloram e nos fazem até chorar, mas são elas que dão sentido à nossa
vida.
Precisamos sentir a vida e os corações que pulsam dentro dela, provar do
amargo e do doce e ter a certeza de não estarmos sós.
A solidariedade é a ponte que vai nos ligando uns aos outros, como uma
grande corrente onde mãos se tocam e se sustentam e dizem ao mesmo
tempo: “preciso de você” e “pode contar comigo.”

Colhemos o que plantamos. Precisamos estar conscientes que tudo o que

fazemos tem uma repercursão um dia ou outro.

Mas colhemos também o que não plantamos. Como estamos nessa terra imensa

que gira, gira e sempre volta ao mesmo lugar, colhemos o que plantam

outras pessoas, feliz e infelizmente.

Colhemos o que plantam nossos filhos, pais, amigos… e a sociedade de

forma geral. Todos os caminhos que escolhemos geram mudanças nas vidas

de outras pessoas e vice-versa.

Se fôssemos uma ilha, tudo estaria centrado em nós. Teríamos o mundo em

volta e sobreviveríamos. Mas não… não somos uma ilha e precisamos uns

dos outros.

Uma ilha, por mais bela que seja, isolada no meio de um oceano, sem dar

e sem receber, não passa de uma ilha solitária.

Não podemos viver sós, a sós, só pensar em nós. Não fomos feitos pra

isso. Precisamos de amor, compreensão, do dar e receber, de mãos

estendidas e precisamos compartilhar.

O convívio com outras pessoas é enriquecedor e acontece de ser também

cheio de desapontamentos, o que nos faz crer que seria melhor evitar

relacionamentos.

Muitas vezes é justamente quando alguma coisa dói em nós que nos

sentimos vivos. Percebemos que ainda temos sensibilidade, emoções que se

afloram e nos fazem até chorar, mas são elas que dão sentido à nossa

vida.

Precisamos sentir a vida e os corações que pulsam dentro dela, provar do

amargo e do doce e ter a certeza de não estarmos sós.

A solidariedade é a ponte que vai nos ligando uns aos outros, como uma

grande corrente onde mãos se tocam e se sustentam e dizem ao mesmo

tempo: “preciso de você” e “pode contar comigo.”

fonte: http://www.contandohistorias.com.br/historias/2006405.php

Categorias: carreira · motivação
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O que importa na vida

17 Setembro, 2008 · 1 Comentário

No Brooklyn, Nova Iorque, Chush é uma escola que se dedica ao ensino de crianças especiais. Algumas crianças ali permanecem por toda a vida  escolar, enquanto outras podem ser encaminhadas para uma escola comum..

Num jantar  beneficente  de Chush, o  pai de   uma criança fez um discurso que nunca mais seria esquecido  pelos que ali estavam presentes.

Depois de  elogiar a escola e seu dedicado  pessoal,  perguntou:

- Onde está a perfeição no meu filho Pedro,  se tudo o  que DEUS faz é feito com perfeição? Meu filho não  pode entender as coisas como outras crianças entendem. Meu filho não se pode lembrar de fatos e números como as outras crianças. Então, onde está a perfeição de Deus? ‘

Todos ficaram chocados com a pergunta e com o sofrimento daquele pai, mas  ele continuou:

- Acredito que quando Deus traz uma criança especial ao mundo, a perfeição que Ele busca  está no modo  como as pessoas reagem diante desta criança.

Então ele contou a seguinte história sobre o seu filho Pedro:

- Uma tarde, Pedro e eu caminhávamos pelo parque onde alguns meninos que o conheciam, estavam jogando beisebol. Pedro perguntou-me:

- Pai, você acha que eles me deixariam jogar?

Eu sabia das limitações do meu filho e que a maioria dos meninos não o queria na equipe. Mas entendi que se Pedro pudesse jogar com eles, isto lhe daria uma confortável sensação de participação. Aproximei-me de um dos meninos no  campo e perguntei-lhe se Pedro poderia jogar. O menino deu uma olhada ao redor, buscando a aprovação  de seus companheiros de equipe e  mesmo  não conseguindo nenhuma aprovação, ele assumiu a responsabilidade e disse:

- Nós estamos perdendo por seis rodadas e o jogo está na oitava.  Acho que ele pode entrar na nossa equipe e tentaremos colocá-lo para bater até a nona rodada.

Fiquei admirado quando Pedro abriu um grande sorriso ao ouvir a resposta do menino. Pediram então que ele calçasse a luva e fosse para o campo jogar. No final da oitava rodada, a equipe de Pedro marcou alguns pontos, mas ainda estava perdendo por três.  No final da nona rodada, a  equipe de Pedro marcou novamente e agora com dois fora e as  bases com potencial para a rodada decisiva, Pedro foi escalado  para continuar. Uma questão, porém, veio à minha mente: a equipe  deixaria Pedro, de fato, rebater nesta circunstância e deitar fora à  possibilidade de ganhar o jogo?  Surpreendentemente, foi dado o  bastão a Pedro. Todo o mundo sabia que isto seria quase impossível,  porque ele nem mesmo sabia segurar o bastão. Porém,  quando  Pedro tomou posição, o lançador se moveu alguns passos para arremessar a bola de maneira que Pedro pudesse ao menos rebater. Foi feito o primeiro arremesso e Pedro balançou desajeitadamente e perdeu. Um dos companheiros da equipe de Pedro foi até ele e juntos seguraram o bastão e encararam o lançador.

O lançador deu novamente alguns passos para lançar a bola suavemente para Pedro. Quando veio o lance, Pedro  e o seu  companheiro da equipe  balançaram o bastão e juntos rebateram a lenta bola do lançador. O lançador apanhou a suave bola e poderia tê-la lançado facilmente ao primeiro homem da base, Pedro estaria fora e isso teria terminado o jogo. Ao invés disso, o lançador pegou a bola e lançou-a numa curva, longa e alta para o campo, distante do alcance do primeiro homem da base.

Então todo o mundo começou a gritar: Pedro corre para a primeira base, corre para a primeira. Nunca na sua vida ele tinha corrido… mas saiu disparado para a linha de base, com os olhos arregalados e assustado. Até que ele alcançasse a primeira base, o jogador da direita teve a posse da bola. Ele poderia ter lançado a bola ao segundo homem da base, o que colocaria Pedro fora de jogo, pois ele ainda estava correndo. Mas o jogador entendeu quais eram as intenções do lançador, assim, lançou a bola alta e distante, acima da cabeça do terceiro homem da base. Todo o mundo gritou:

- Corre para a segunda, Pedro, corre para a segunda base.

Pedro correu para a segunda base, enquanto os jogadores à frente dele circulavam deliberadamente para a base principal. Quando Pedro alcançou a segunda base, a curta parada adversária
colocou-o na direção de terceira base e todos gritaram:

- Corre para a terceira.

Ambas as equipes correram atrás dele gritando:

- Pedro, corre para a base principal.

Pedro correu para a base principal,  pisou nela e todos os 18 meninos o ergueram nos ombros fazendo dele o herói, como se ele tivesse vencido o campeonato e ganho o jogo para a equipe dele.

- Naquele dia, disse o pai, com lágrimas caindo sobre face, aqueles 18 meninos alcançaram a Perfeição de Deus. Eu nunca tinha visto um sorriso tão  lindo no rosto do meu filho!

O fato é verdadeiro  e ao mesmo tempo  causa-nos  tanta estranheza! Entretanto, há pessoas que enviam mil piadas por e-mail e elas espalham-se como fogo. É preocupante que coisas grotescas, vulgares e obscenas cruzem livremente o ciberespaço.

Todos precisamos parar alguns momentos para pensar naquilo que é realmente importante na vida. A amizade e a solidariedade nunca sairão de moda.

Basta querermos!

fonte: recebido de uma amiga.

Categorias: inspiração · motivação
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O Purgatório e o Paraíso

30 Janeiro, 2008 · Deixe um comentário

A um rabino muito justo foi permitido que visitasse o purgatório
(Gehena) e o paraíso (GanEden).

Primeiramente foi levado ao purgatório, de onde provinham os gritos
mais horrendos dos rostos mais angustiados que já virá.

Estavam todos sentados numa grande mesa.

Sobre ela, se viam iguarias, comidas das mais deliciosas que se possa
imaginar, com a prataria e a louça mais maravilhosa que jamais se
vira.

Não entendendo porque sofriam tanto, o rabino prestou mais atenção e
viu que seus cotovelos estavam invertidos, de tal forma que não podiam
dobrar os braços e levar aquelas delícias às suas bocas.

O rabino foi levado ao paraíso, onde se ouvia deliciosas gargalhadas e
onde reinava um clima de festa.

Porém, ao observar, para sua surpresa, encontrou o mesmo ambiente :
todos sentados à mesma mesa que vira no purgatório, contendo as mesmas
iguarias, as mesmas louças e os mesmos cotovelos invertidos.

Mas ali havia um detalhe muito especial : cada um levava a comida à
boca do outro.

Colaboração: Renato Antunes Oliveira

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Esta mensagem pode ser encontrada no site “Contando Histórias”,
no endereço http://www.contandohistorias.com.br/historias/2006117.php

Categorias: motivação
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