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Convertendo valores de moedas pelo Google

17 Abril, 2009 · Deixe um comentário

Mesmo sabendo das várias falhas que o google faz, ainda tenho de tirar o chapéu para eles. Outro dia estava eu querendo saber quanto ficaria o valor de um determinado produto que estava a venda o Amazon.com e não estava com muita disposição para cosultar o valor do dólar, abrir a calculadora e multiplicar(hehe).

Fiz então uma solução de contorno (segundo as práticas ITIL, ou o famoso armengue na nossa língua). Como sei que se eu digitar na barra de buscas “dolar”, o google irá retornar o valor do dólar de hoje. Sei também que posso usar o google como…

leia mais em http://www.dicas-l.com.br/segredosdogoogle/segredosdogoogle_20090417.php

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TI verde é bom, mas vamos mais fundo um pouco?

2 Abril, 2009 · Deixe um comentário

As empresas de Tecnologia da Informação (TI) aderiram ao movimento da TI Verde. Há agora incontáveis referências ao tema em seminários, na web e nas revistas. É particularmente importante ver o segmento adotar a bandeira do ecologicamente correto. Não sei se já existe uma definição acadêmica do que é “ser verde”, entretanto, é preocupante a simplificação e a carona “marketeira” em torno do tema.

O lado bom da TI Verde é a provocação do tema e o reforço na mente das pessoas da consciência ecológica. O fato é que…

fonte: http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/03/30/ti-verde-e-bom-mas-vamos-mais-fundo-um-pouco/

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Economizando cinco bilhões de dólares por dia, por John “Maddog” Hall

30 Março, 2009 · Deixe um comentário

Caro Presidente Obama,

Parabéns pelo pacote de incentivo. Espero que ele ajude a economia a se recuperar.

Uma coisa que poderia ajudar é a eliminação dos aproximadamente cinco bilhões de dólares por dia que desperdiçamos como uma economia mundial com softwares proprietários de código fechado.

Como cheguei a essa cifra? Existem aproximadamente um bilhão de computadores no mundo, sendo 900.000.000 desktops. A grande maioria (aproximadamente 90 por cento) são proprietários de código fechado. Isso significa que o usuário final depende do fabricante para solucionar falhas que podem ocorrer, ou para criar as melhorias de que…

fonte: http://linuxmagazine.uol.com.br/maddog/

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Divisor de aguas

27 Março, 2009 · Deixe um comentário

Olá pessoal,

há alguns dias venho pensando em como melhor contribuir com as pessoas que visitam e prestigiam o blog, vocês, caros amigos. Neste sentido, penso se deveria continuar com o intuito de oferecer informações e artigos motivacionais, sobre carreira e emprego ou, se devo seguir uma linha mais de encontro à minha formação profissional e assim, escrever sobre tecnologia.

Minha dúvida se dá em um momento importante do blog e de minha carreira.

Sobre o blog, pondero sobre parar de escrever se faria realmente importância aos amigos, haja visto a pouca interação com os demasiados artigos publicados aqui. Ainda, o fato de a maioria dos artigos não ser de minha autoria, pode ser o motivo de não haver interação. Mesmo assim, penso nos e-mail´s que já recebi agradecendo as informações que foram obtidas através deste.

Sobre a carreira, algumas dúvidas quanto à especializações a fazer, cursos de gestão ou mais técnicos. Projetos pessoais em contínua atividade, enfim, mais experiência e possibilidade de contribuir também na àrea que mais domino.

Concluindo, tenho algumas escolhas e em breve haverão novidades, espero poder continuar auxiliando os atuais leitores e com certeza contribuir com tantos outros… contudo, gostaria de agradecer à todos pela visita e cumplicidade nestes mais de 2 anos de blog.

Categorias: Cotidiano
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Crise? O momento é de reinventar!

15 Dezembro, 2008 · Deixe um comentário

Os dados negativos, diariamente apresentados no setor econômico semeiam pânico como há muito tempo não se tinha notícia. O medo agora não gera somente a tão temida recessão; já se fala em depressão, com números abaixo da expectativa divulgados pelas Bolsas…

leia mais em http://www.empreendedor.com.br/_novo/_br/?secao=Noticias&categoria=68&codigo=9720

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Gutemberg transformou todos nós em leitores, a Amazon em editores.

6 Junho, 2008 · Deixe um comentário

“Nós somos o produto de 4.5 bilhões de anos de imprevistos e evolução biológica lenta. Não existe nenhuma razão para pensar que o processo de evolução parou. O Ser Humano é um animal transitório. Nós não somos o climax da criação.” Carl Sagan

Na próxima segunda-feira 9 de junho, Steve Jobs vai assombrar o mundo novamente com o lançamento do iPhone 2.0. A nova versão do smartphone mais smart do planeta deve ter o dobro de gigas, a metade das gramas, uma infinidade de aplicativos para escolher diretamente da web loja da Apple, integração total com o e-mails corporativos, disponibilidade imediata em uma porção de novos países inclusive o Brasil, tudo por um preço – que eu acredito – arrasador. Eu acredito que Steve Jobs vai dropar o preço do iPhone e quebrar as pernas da Nokia, Motorola e companhia limitada.

O iPhone é o máximo, mas existe um outro produto igualmente arrasador liderado por um cara igualmente jobniano chamado Jeff Bezos, fundador da Amazon. O produto chama-se Kindle, e infelizmente não existe a mínima chance de chegar ao Brasil no curto ou médio prazo.

O iPhone vai revolucionar as indústrias de telefonia móvel, internet, fotos, computadores portáteis etc que estão em circulação há algumas décadas. O Kindle, por sua vez, vai revolucionar a indústria do livro impresso, uma indústria que resiste firme há 500 anos. (Se o negócio existe há 500 anos é porque é bom, certo?).

Kindle é um leitor eletrônico de livros ultra fino, leve e portátil, capaz de armazenar o conteúdo de até 200 livros de uma única vez. O Kindle está permanentemente conectado a uma rede sem fio que permite ao consumidor fazer download de qualquer livro em apenas 60 segundos. A grande sacada do Kindle é criar uma maneira de permitir que todos os livros já publicados no planeta continuem em catálogo, uma vez que todos os livros estão disponíveis eletronicamente nos servidores da Amazon.

O Kindle tem alguns números e histórias fantásticas. Lançado no final de 2007 esgotou imediatamente na Amazon por vários meses. Hoje 6% de todas as vendas de livros na Amazon são downlodeados para dentro de um Kindle. Somente um cliente já comprou 1.076 livros por conta da facilidade que existe em clicar apenas um botão e ter o livro inteiro na palma da mão. Outro cliente conta sobre a vez que viajava de avião com a filha quando esta se esquecera de trazer alguma coisa para ler durante o vôo. Ele não pensou duas vezes, sacou o seu Kindle, procurou por alguns livros infantis na Amazon, e imediatamente fez o download de uma porção deles para a filha.

“O Kindle faz o livro desaparecer”, conta Walter Mossberg, guru high tech do Wall Street Journal em janeiro de 2008, “A tela é tão fantástica que faz você esquecer que está lendo um livro eletrônico”.

O Kindle pode ser lido no Sol, a bateria permite até 30 horas de leitura sem necessidade de recarga (você pode dar a volta ao mundo lendo livros no Kindle), o usuário pode ampliar ou reduzir as fontes de letras quando achar necessário, fazer anotações nas margens, traduzir palavras que não conhece usando o dicionário eletrônico embutido, ouvir livros inteiros com a função de áudio livros, e no final do dia, pode carregar literalmente todos os livros que deseja para qualquer lugar que esteja.

O Kindle é um achado inclusive para aqueles que defendem o meio ambiente uma vez que ajuda a economizar gasolina, papel e todos os recursos do velho mundo. Por conta disso, os livros comprados para o Kindle são em média 25% mais baratos do que os livros impressos. 9 dólares é o preço médio da versão Kindle de um livro regular.

O Kindle permite inclusive que os livros nunca fiquem desatualizados. O autor de um livro pode acrescentar ou alterar os textos que escreveu quando bem entender, independente de intermediários.

E essa coisa toda da reinvenção do livro vai ainda muito mais longe. Uma novidade como o Kindle permite que qualquer pessoa física seja autora de livros populares sem a necessidade de esperar pela aprovação de uma editora, distribuidora ou livraria de livros no formato clássico. Você escreve o livro na segunda-feira, faz a revisão na terça, o design na quarta, o upload na quinta, sexta-feira você já tem algumas cópias do livro nos Kindles dos amigos.

Gutemberg transformou todos nós em leitores, a Amazon em editores. A Wal-Mart transformou todos nós em consumidores de bolacha recheada, qual supermercado nos transformará em produtores de alimentos?

Além do Kindle, outros dois serviços web incríveis levam a edição impressa e personalizada de livros a um patamar que você nunca imaginou. Se você tem um blog e gostaria de transformar tudo que você escreveu até agora em um livro colorido, com fotos envolventes circulando os seus textos, tudo impresso em papel de extremo bom gosto e inclusive reciclado, acabamento premium e tudo que sempre sonhou para o livro da sua vida, você pode contratar a Blurb. Um único livro do seu blog com 160 páginas e capa dura sai por 42 dólares. Se você pensa em editar para vender, a Blurb criou a BlurbNation que promove os livros criados com o sistema deles.

Se você tem filhos com idade para desenhar, pintar e colorir, você pode criar e montar livros infantis usando a Tikatok. Tikatok é uma comunidade virtual onde as crianças podem criar os seus livros infantis, produzí-los com o melhor acabamento possível e imprimí-los. A impressão dos livros infantis saem por 20 dólares cada e ficam com a cara dos livros produzidos em massa que você encontra nas livrarias clássicas.

A melhor maneira de deter o crescimento avassalador de grandes corporações é formentando a produção, comércio e melhoria dos produtores e criadores locais de todas as coisas. Sempre que puder, se o cidadão merecer, consuma localmente, produza localmente. Escolha o estilo caseiro ao invés do estilo industrial. O planeta agradece.

NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA!

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

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Opinião: Um Cruzeiro Solitário

8 Maio, 2008 · Deixe um comentário

Muitas pessoas vêem o iPhone apenas como um telefone celular anabolizado, mas a bem da verdade, o iPhone representa o primeiro exemplar do nascimento de uma nova plataforma de comunicação e informação. Uma visão óbvia do aparelho seria enxergá-lo apenas como um computador miniaturizado, através do qual as pessoas podem realizar os trabalhos que costumam realizar em seus desktops ou notebooks, como acessar a internet, editar textos, verificar emails, compor planilhas e outras tarefas do gênero. Porém mais e mais a Apple utiliza o ecosistema do iPod para diminuir o vácuo que separa os diferentes equipamentos e programas e para, com o tempo, transferir o centro deste ecosistema, que agora se encontra em cima do programa de gerenciamento de mídias iTunes, para a plataforma iPhone/iPod Touch, gradativamente.

No último mês de Abril, diversas pistas sobre esta estratégia surgiram na mídia especializada em tecnologia, tais como o lançamento de um kit de desenvolvimento para os discos BluRay que permitirá ao iPhone acessar e controlar determinados aspectos dessas mídias físicas, por meio de uma conexão de rede sem fio com os aparelhos BluRay. Também surgiram indícios de que a Apple planeja o lançamento de um programa de controle remoto universal para o iPhone, permitindo-lhe controlar diversos equipamentos domésticos, entre eles, o AppleTV e os próprios Macs. Portanto a plataforma iPhone não se reduz apenas a um meio de processar informações, mas também de controlar o mundo ao seu redor, levando a crer em uma realidade na qual existirá um equipamento tão pessoal para cada um quanto a própria carteira de identidade.

O mais surpreendente deste conjunto todo é que apenas uma única empresa ou grupo parece ter conseguido embarcar sozinho em um campo que promete ser um cruzeiro marítimo pelo Caribe para desenvolvedores de equipamentos e programas. Dentre todas as empresas, a Apple possui uma característica singular entre os diversos fabricantes de equipamentos eletrônicos e de informática, que é ter controle tanto sobre o hardware quanto o software de suas criações. Mas ainda assim, muito poucas empresas parecem conseguir vislumbrar o horizonte que se abre diante de seus olhos. Com exceção da Google.

A Google, quase no mesmo período do lançamento do iPhone, apresentou a plataforma Android, que nada mais é do que um conjunto de parâmetros para a criação de um sistema e de programas para dispositivos móveis, baseados em diversos projetos de código livre, como o Linux e o Java. Porém quase um ano depois, a plataforma Android se restringe a uma quantidade limitada de projetos em empresas de equipamentos telefónicos celulares, com medo da concorrência do iPhone. Ou seja, pelo lado dessas empresas, não existe uma preocupação em integrar esses equipamentos com outros equipamentos, criando uma sinergia entre eles. Crêem apenas que a sedução da mágica das telas sensíveis ao toque bastará por si só para garantir a sobrevivência das suas vendas, sem o desenvolvimento de uma utilidade prática para essa tecnologia que eleve a experiência dos seus usuários para um novo patamar de possibilidades e descobertas. O que é uma pena, pois com a estagnação da Microsoft e a timidez da Sony em criar coisas novas, apenas as soluções de código livre parecem capazes de, ao médio prazo, embarcar neste cruzeiro. Isso se houver um apoio mais amplo de fabricantes de equipamentos eletrônicos e de informática a um projeto de código livre consistente. Porém com o estágio atual de desenvolvimento dessas soluções para a nova plataforma, somente quando o cruzeiro estiver no meio do caminho é que haverá possibilidades de uma alternativa viável embarcar na viagem. Então neste momento, a Apple já será amigo íntimo do capitão e de toda a tripulação e passageiros, além de desfrutar de quase todas as mordomias sozinho.

fonte: http://www.dicas-l.com.br/filosofiadigital/filosofiadigital_20080505.php

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O que você vai ser quando crescer?

14 Março, 2008 · Deixe um comentário

No atual mundo globalizado as dúvidas sobre o que ser e como ser rondam desde os mais tranqüilos estudantes até os mais experientes gerentes na hora de escolher qual o caminho da carreira seguir. Se você também sofre deste mal e faz parte do mundo da tecnologia, este artigo pode lhe ser útil.

Sei que você deve estar cansado de ouvir dicas das mais variadas e dos maiores gurus de RH do planeta sobre como conduzir sua carreira e pensa que este é mais um artigo que possui a mesma abordagem. Antes que pare a leitura, deixe-me explicar no que ele é diferente. Não sou guru de nada, não estou vendendo nada, não estou lhe dando fórmulas milagrosas, não estou dizendo que você vai ficar rico, não estou ?faturando em cima? e tampouco afirmando que minha experiência serve para você. Somente gostaria de responder à algumas pessoas que, devido a artigos anteriores, enviaram-me longas mensagens com um ponto recorrente que posso resumir em uma pequena frase que é “o que fazer de minha vida”. Então ele é uma resposta à estas perguntas e também algumas dicas para os profissionais (ou futuros profissionais) da área de tecnologia.

Competição acirrada, menos postos de trabalho, maior facilidade para obtenção de conhecimento e automação de funções são algumas das variáveis que hoje fazem parte da equação de escolha duma carreira. Mas além destas variáveis também é possível citar o anseio manipulado das pessoas visando o consumismo, o status, o sucesso. A preocupação em obter este “sucesso” ou status desvirtua a tal ponto que esquecemos os caminhos que devem ser traçados para ao menos obter-se tranqüilidade na vida ou até mesmo este tão falado sucesso.

E o que tem a ver esta ladainha com a tecnologia? Se você está correndo atrás do sucesso e não sabe por onde, tem muito a ver.

O mundo tecnológico é aquele que hoje mais se aproxima da realidade de mercado e ao mesmo tempo o que mais se distancia desta. É daqueles que mais exige do profissional em todos os sentidos, sendo muitas vezes o algoz da destruição de lares, mas também é aquele que oferece a maior quantidade de oportunidades ou o já comentado sucesso para pessoas de todos os níveis. Se compararmos o mundo da tecnologia com o mundo da bola, vemos mais profissionais bem sucedidos e mais bem pagos no primeiro que no segundo. Claro que “ronaldinhos”, “kakás” e “pelés” são poucos, tais como são os “ellisons”, “gates” e “jobs”, mas isso não serve de parâmetro para a comparação. Costumo dizer que estes “seres” são iluminados de alguma forma, o que não está ao alcance da grande maioria (meu inclusive).

Mas o mundo da bola também nos oferece uma visão interessante sobre carreira e sucesso. Além do dom que alguns possuem, a lapidação de um craque com sucesso passa por duas fases distintas: a primeira que é o desejo de ser craque e a segunda o trabalho para ser craque. Estes são os pontos mais importantes e aqueles que a maioria das pessoas não consegue enxergar quando falamos de carreira na área tecnológica. Esquecemos que temos que desejar ser craques na tecnologia e temos também que trabalhar para sermos craques. Não é somente talento que tira um menino pobre dos campos de pelada, mas muito trabalho duro e o mesmo paralelo está na tecnologia.

O desejo de ser craque (ou ?sou apaixonado por redes mas amo programação?)

Um pensamento no mínimo dúbio pois são áreas tão diferentes quanto é o futebol e o rugby (aquele futebol estranho com bola oval). Não é porque ambos tem traves e chuta-se uma bola que são iguais. Da mesma forma, não é porque redes e programação estão relacionadas com computadores que são a mesma coisa. Áreas muito distintas dentro do universo tecnológico.

Esta dúvida é a primeira placa de bifurcação que irá encontrar e diante dela o primeiro passo é saber o que deseja realmente. Se você não tem muita certeza, tudo bem, vá “sentindo” o que gosta de fazer e caminhe por este lado. Ao contrário do que a sociedade prega, não existe caminho errado (salvo aquele do crime). O importante é ter o desejo fortemente embutido em você.

Se gosta de fazer com que computadores pensem, programe. Se ao contrário disso adora ver computadores se comunicando, estude redes. Fazer ambos é possível? Sim, claro que é. Existem algumas pessoas que são capazes disso mas duvido que Ayrton Senna fosse tão bom piloto de motovelocidade como era de Fórmula 1. Além disso não se engane quanto a sucesso, emprego e status. Há algumas décadas ser maquinista de trens era algo espantoso e muito bem visto. Hoje em dia nem sabemos onde estão os trens. Então não deixe que o “hoje” diga à você o que é melhor. Os anos passam e tudo muda, inclusive nossas escolhas que precisam ter flexibilidade para serem adaptadas a estas mudanças.

Decidi, quero…

Muito bem flipper, já ganhou uma sardinha! Mas será que já decidiu mesmo? Já sabe que parte da programação vai trabalhar? Ou em que área de redes/sistemas vai atuar? Não? Como pôde esquecer que são áreas extremamente amplas e com várias opções? Vai programar para a Internet? Para dispositivos móveis ou ainda para mainframes? E as redes? Trabalhará com segurança? Com redes WAN? LAN? Infra-estrutura ou sistemas? Pense mais um pouco enquanto seguimos adiante com os caminhos que podem ser trilhados por você.

O trabalho para ser craque

Algumas pessoas possuem a facilidade de aprender qualquer coisa sozinhas ou no cotidiano. Pessoas deste grupo são capazes de pegar um código, interpretá-lo, entendê-lo e melhorá-lo sem a necessidade de ir para um banco de escola ou ainda ler um livro e compreender o funcionamento de protocolos e pacotes de redes. Esta é uma forma de aprendizado que não deve ser desperdiçada, ao contrário, deve ser muito valorizada pois seguir o caminho do conhecimento sem um tutor é o mesmo que seguir uma trilha sem mapa e sem bússola.

Se você possui esta facilidade, bem-vindo ao clube! Certamente você tem facilidade de aprender qualquer coisa que caia em sua mão. Em contrapartida terá um problema grande a enfrentar: a sociedade ainda não está preparada para pessoas assim e poucos são aqueles que sem um pergaminho debaixo do braço (o famoso canudo) conseguirão uma boa posição. Na maioria das vezes é preciso provar e reprovar a capacidade existente por dezenas de formas possíveis, o que torna a ascensão mais penosa, mas não impossível.

Outro caminho que pode ser trilhado é aquele do banco da escola. Matricula-se em uma faculdade, paga-se a mensalidade e senta-se educadamente na cadeira para receber um monte de instruções de como fazer e como não fazer as coisas. Muitos preferem este tipo de caminho pois ele tem vantagens bem visíveis. Ao final dos estudos, recebe-se o famoso canudo e mesmo que tenha feito um curso medíocre numa faculdade de fundo de quintal, é possível provar que sabe (mesmo não sabendo). Outra vantagem visível é aquela que sua obrigação resume-se em tirar nota e pagar a mensalidade em dia. Simples se comparado aos demais caminhos que muitas vezes guardam surpresas não muito agradáveis.

Obviamente que existem faculdades que são o sonho de todo o estudante. Bons professores, bom ensino e um ambiente onde a educação é tratada com seriedade. Infelizmente estes ambientes são poucos e altamente concorridos. Se você tem a felicidade de estar em um, aproveite ao máximo. O aprendizado e o sacrifício certamente será muito bem recompensado.

Há ainda um outro caminho que é aquele da certificação, muito usado dentro da área de tecnologia. Pega-se dezenas de livros ou CBT’s e durante alguns dias decora tudo o que a cabeça puder. Depois disso, faz-se um exame numa sala que mais parece um templo de tortura medieval e recebe na hora o veredicto. Se decorou direitinho, imprime o certificado. Se não, volta para casa, decora mais e volta para a sala de tortura alguns dias depois.

Tal como as faculdades, existem certificações que são verdadeiras pedreiras a se enfrentar e onde o decoreba não entra. Ou o candidato sabe realmente ou não sabe. Estas são na maioria das vezes as que valem ouro e que aumentam muito o número de zeros em um salário.

Nossa, mas cada cenário de filme de terror!

Pois é meu amigo, esta é a dura realidade. Alguns podem achar que desdenho todos as formas de obtenção de conhecimento. Não é verdade. Indico-as desde que sejam TODAS mescladas. Não acredito naquele profissional que mostra uma assinatura de e-mail com oito linhas e doze títulos. Para mim ele só estudou e nada conhece do mundo real, tornando-se um verdadeiro acadêmico (e normalmente um chato). Da mesma forma, aquele que possui 35 certificações é um especialista no “decoreba”. Como disse, decora-se e não aprende-se. E finalmente aquele que só possui o dia-a-dia, ou está correndo atrás de dinheiro ou não sabe o que quer.

O melhor a fazer é trilhar um caminho onde todas estas formas se cruzam em determinado momento. Se você hoje está fazendo uma faculdade, termine-a, vá para o mercado de trabalho e sinta o dia-a-dia obtendo experiência e depois tire uma certificação em algo que possa enriquecer sua carreira. Se a faculdade está difícil hoje e você já trabalha na área mas com um salário parco, invista um pouco de tempo e grana numa certificação consistentemente (sem decoreba) na área que deseja atuar, galgue alguns degraus em seu emprego (ou em outro que conseguiu depois da obtenção da certificação) e use o ?bônus? recebido para começar ou terminar a faculdade. E se você está no mercado há tempos, corra atrás do canudo mesmo que seja só para constar. Ele nunca é só para constar. Os três caminhos se trilhados irão levá-lo à garantia que deseja.

Sendo craque

Eu preciso de um norte, por favor me ajude!

O norte é certamente a educação e isso está mais que provado à nós pelos países do chamado primeiro mundo onde acima de qualquer coisa, a educação do cidadão é tratada realmente a sério. Muitos poderão dizer que é difícil, é caro, é duro. Sim, tudo isso é verdade mas existem formas e formas para obter o conhecimento.

Para aqueles que gostam de programação e por este caminho se enveredam, já disse e repito: ver o código de outros e aprender com eles é uma lição que poucas faculdades ou cursos podem oferecer. Aproveite-se principalmente do movimento de software livre mundial e obtenha códigos de programas na Internet para estudar. Softwares de todos os tipos e escritos em todas as linguagens possíveis e imagináveis estão disponíveis sob licenciamento livre que permite seu estudo, modificação, alteração e re-distribuição, tornando-se assim uma verdadeira escola para o compartilhamento do conhecimento.

Para aqueles que amam redes, sistemas e outras áreas da tecnologia, o comentário anterior também é válido. Documentos, especificações, livros, tutoriais e how-to’s são encontrados aos milhares na Internet também sob licenciamento livre. Obtenha-os e estude-os. Este é o primeiro passo.

Não esqueça de mesclar em sua carreira o conhecimento obtido de forma livre na grande rede com aquele existente em cursos, CBT’s, certificações e em faculdades. Eles se completam e farão de você um profissional bem sucedido na área que desejar.

Finalmente, lembre-se que até mesmo Ronaldinho possui seus altos e baixos e que isso também acontecerá com você. Entenda como uma fase a ser transposta e siga em frente. O caminho é longo mas no final dele certamente estaremos diante de um craque da tecnologia.

fonte: http://www.dicas-l.com.br/linha_de_data/linha_de_data_20080311.php

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Proteja-se

6 Dezembro, 2007 · Deixe um comentário

quer proteger-se dos espiões da web, até do rastreamento que o google faz, aprenda mais sobre o uso do arquivo HOSTS.

Acesse: http://www.mvps.org/winhelp2002/hosts.htm

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