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A importância de conhecer o cliente

20 Julho, 2009 · Deixe um comentário

Um desapontado vendedor da Coca-Cola retorna de sua tarefa em Israel.

Um amigo pergunta:
- Por que você fracassou totalmente com os israelenses?

O vendedor explicou:

- Quando fui indicado para o Oriente Médio, estava muito confiante de que faria ótimas vendas dedicando-me à área rural. Mas eu tinha um problema, não sabia falar Hebraico. Então eu planejei transmitir minha mensagem de venda por meio de três posters:

importancia do cliente

importancia do cliente

Primeiro poster: um homem caído na quente areia do deserto, totalmente exausto e quase desmaiando.

Segundo poster: o homem bebendo Coca-Cola.

Terceiro poster: nosso homem agora está totalmente revigorado.

- Esses posters foram colados em toda a área rural de Israel.

- Mas é brilhante! Isso deveria ter funcionado – disse o amigo.

O vendedor explica:

- Só que eu não tinha ideia de que os israelenses leem da direita para a esquerda.


fonte: recebido de um amigo.

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Todo homem entusiasmado pelo trabalho não tem nada a temer na vida.

14 Julho, 2009 · Deixe um comentário

Nós somos o que fazemos repetidamente. Excelência, não é um ato, mas um hábito.

Querida(o) Amiga(o),

Toda empresa que deseja continuar a crescer precisa ter uma equipe de vendas especialista em encontrar e fechar novos negócios. Infelizmente, a grande maioria dos vendedores que existem hoje em dia não são bons em conquistar novos negócios, muito menos desempenhar as atividades mais básicas da prospecção de novos clientes. Até o melhor vendedor da sua empresa tem medo de ir atrás de novos negócios. Ele é cheio de idéias sobre como prospectar um novo cliente etc e tal, mas é incapaz de pegar o fone na mão e ligar para um novo cliente na frente de toda a equipe. De fato, a atividade de caça a novos clientes é o principal motivo que leva um vendedor a pedir demissão em uma empresa. Vendedor “moderno” só trabalha em empresas que tem clientes caindo pelo teto, crédito, preço bom, inovação, produtos, qualidade, entrega e verba de marketing.

Oras, quando tivermos todas essas coisas na empresa não vamos precisar de um bom vendedor.

A grande maioria das áreas de vendas das empresas hoje em dia se parecem muito mais com os corredores de um hospital do que um campo de batalha de novos negócios. Um silêncio sepulcral de deixar qualquer empresário maluco. Das oito as seis, com intervalos para o almoço e cafezinho, ninguém liga para os clientes. Visitar então, jamais. Os “vendedores” modernos ficam o dia inteiro no Messenger “vendendo”. Não saem as ruas. Trabalham sozinhos com a boca fechada. “O Cliente não tem tempo para me receber” é uma das desculpas infames que os pangarés que se dizem vendedores gostam de usar. “Eu estou vendendo! Os clientes hoje compram pelo Messenger, por que eu deveria usar o telefone?”.

Porque por Messenger você vende 1 notebook, por email você vende 5 notebooks, por telefone você vende 50 e em uma visita você vende 500.

Os vendedores modernos são honestos em pelo menos uma coisa: eles assumem que não são vendedores. Eles se intitulam Gerentes de Contas Estratégicas, Gerentes de Novos Negócios, Gerente de Território, Strategic Alliance Corporate Tabajara Solution Manager blá blá blá, CUSTO CUSTO CUSTO.

A verdade é: O CAPITALISMO TÁ DANADO COM A SAFRA DE VENDEDORES QUE ANDAM POR AÍ.

A saída é especular na bolsa; a equipe não consegue vender nada.

NENHUMA EMPRESA precisa de vendedor mediano. PRECISAMOS que todos os vendedores da equipe sejam campeões de vendas, precisamos de uma equipe de dois, cinco, dez jogadores onde TODOS os vendedores tem condição de disputar o posto de campeão de vendas todo santo mês. Aquele que não tem condição de ficar em primeiro lugar tem que pedir para sair.

Deixa-me compartilhar com você uma estatística dolorosa: nove em cada dez negócios fechados hoje acontecem porque o comprador achou o vendedor. Apenas um negócio a cada dez é fechado porque o vendedor encontrou o comprador.

Hoje em dia os compradores procuram os vendedores. Isso significa que os compradores fazem todo o trabalho que o vendedor deveria ajudá-lo a fazer – sem falar uma única vez com o vendedor.

Uma abordagem de vendas radicalmente diferente do que existe hoje precisa ser considerada. Caso contrário, fica difícil encontrar novos clientes quando você precisar.

Mas, chega do meu discurso, considere agora a opinião de um cliente de verdade.

Eu vou agora compartilhar com você o testemunhal de um comprador sobre o quê passa na sua profissão. Por comprador entenda decisor:

“Querido Vendedor,

Eu tenho apenas alguns minutos, mas eu entendo que você está interessado em saber o que você pode fazer para capturar a minha atenção e me convencer a marcar uma reunião com você.

Deixa primeiro eu te dizer em voz alta, bom tom e clareza – você não tem idéia de como é o meu dia. Você pensa que sabe, mas você está viajando na maionese. Até que você entenda isso, o meu conselho não faz sentido para você.

Eu chego todos os dias bem cedo no escritório para ter algum tempo a sós comigo mesmo onde ninguém interrompa o meu trabalho para trabalhar no projeto mais importante do momento – um negócio que não é possível encaixar em um dia normal de trabalho, o qual é cheio de reuniões de idas e vindas que não levam a lugar algum.

Mas, às nove horas da manhã todas as minhas boas intenções são anuladas. O meu chefe pede para largar tudo que eu estou fazendo para preparar uma série de informações up-to-date para um projeto que ele quer trabalhar. A área de produção diz que os novos produtos não estarão disponíveis até o próximo evento. Vendas está um tumulto porque os clientes não querem comprar o que temos para vender. O fluxo de caixa parou.

Nesse momento eu tenho pelo menos 59 horas de trabalho empilhadas sobre a minha mesa precisando da minha atenção, e eu não tenho nenhuma idéia sobre como eu vou completar esse monte de trabalho.

Eu já falei sobre quantos emails eu recebo? Mais de 100. Todos me copiam em tudo. Isso me deixa louco. Adicione a isso pelo menos 30 ligações – algumas de vendedores como você que querem marcar uma reunião comigo. Tempo é o meu bem mais precioso e eu preciso protegê-lo a todo custo.

Eu vivo com o status quo o máximo que eu posso – mesmo que eu não esteja feliz. Por quê? Porque mudanças criam mais trabalho e comem o meu tempo.

Na sua super bem intencionada mas desorientada tentativa de me transformar em um cliente potencial, você falha lamentavelmente em capturar a minha atenção. Eu vou ser direto com você: eu não me importo com os produtos, serviços e soluções ou sua empresa.

Eu não estou interessado em sua metodologia única de trabalho, diferenciais extraordinários ou se você tem todos os produtos em um mesmo lugar.

O seu discurso egocêntrico, desenhado para me impressionar, tem o efeito exatamente o contrário. No momento em que você começa a falar de si mesmo, eu mudo de canal, apago você da minha memória, jogo sua mensagem no lixo.

Agora, você precisa entender que eu não sou sempre assim

Ocasionalmente um vendedor experiente captura a minha atenção, me faz erguer o braço para pedir maiores informações e até me seduz a marcar uma reunião com ele.

O que eles fazem? Eles estão completamente focados na minha empresa e no impacto que podem trazer a ela. Isso é relevante para mim – não seus produtos, serviços e soluções.

Mais uma vez – você pensa que entende o que eu estou falando, mas não entende nada.

Eu estou sempre interessado em conhecer novas maneiras de diminuir o tempo necessário para lançar um novo produto, acelerar o ciclo de vendas, e reduzir os custos da empresa. Note que eu estou falando sobre negócios, e não marketing.

Quando você se torna específico e fala sobre qual será o impacto que trará, você está falando a minha língua. Quando você menciona que ajudou empresas similares a minha a converter as suas vendas em 39% em apenas 3 meses, eu te atendo antes de todos.

Você tem alguma nova informação sobre os desafios que a minha empresa está enfrentando? Você sabe quais são as próximas tendências do mercado? Eu presto atenção a um assunto por cinco segundos. Eu não tenho tempo para papo furado. Se a informação for relevante, você me pegou; comece a enrolar e eu deleto você.

Entendeu a mensagem? Eu espero que sim, porque eu estou atrasado para uma reunião; outra coisa, eu consegui escrever essa mensagem porque deixei o telefone do escritório desligado, o Outlook fechado, e o Messenger off-line.

O Seu Futuro Cliente Potencial”

NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA!

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

fonte: http://www.bizrevolution.com.br/blog

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Como ser remunerado pelo valor que está agregando

1 Julho, 2009 · 2 Comentários

Primeiro, adote a mentalidade certa. Entenda que o mundo claramente ingressou numa nova era de vendas. O mercado de hoje exige das organizações uma nova abordagem e que elas deixem de ser meras “abastecedoras de produtos” para se tornarem “assessoras no diagnóstico de negócios”. Esta é a função que você deve almejar exercer.

Segundo, ajude o cliente a associar o valor que você lhe oferece aos fatores determinantes do negócio dele. Hoje os clientes esperam que um fornecedor agregue valor num nível muito mais profundo do que tradicionalmente costumava lhes ser oferecido. Antes, a empresa apresentava alguns produtos e os clientes tinham de se virar por conta própria para relacionar o valor desses produtos aos seus negócios. Hoje, um profissional de vendas bem-sucedido tem de orientar ativamente o cliente a estabelecer essa relação.

É preciso verificar como a ausência do valor oferecido por sua empresa afeta cada indivíduo capaz de influenciar a decisão de compra ou que dela participe. Para cada um desses indivíduos, identifique e quantifique em termos financeiros qual é o impacto da sua solução no negócio ou atribuições dele. Se você conseguir apresentar esse grau de clareza para o cliente, estará construindo os alicerces de um relacionamento muito valioso.

Terceiro, desenvolva habilidades para se comunicar com discernimento comercial ou estratégico de alto nível. O desejo do cliente é estabelecer laços mais próximos com um número menor de fornecedores. E também trabalhar com profissionais que, a seu ver, possam contribuir para o seu sucesso. Profissionais habilitados terão vantagem em ambos os casos e, por contribuírem para o sucesso de seus clientes, obterão acesso às pessoas mais importantes da organização, para as quais poderão apresentar as vantagens claras e irrefutáveis de fazer negócios com a sua empresa.
Cabe a você estabelecer a ligação entre o valor que só a sua empresa pode oferecer e cada indivíduo da organização do cliente, suas responsabilidades e suas obrigações. Se você tiver as conversas certas com as pessoas certas, o diferencial de sua empresa e o valor da sua solução terão sido estabelecidos, tornando improvável que algum concorrente consiga suplantar a sua oferta.

fonte: http://br.hsmglobal.com/notas/53041-dicas-da-cupula

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Como aumentar as vendas.

21 Fevereiro, 2008 · 1 Comentário

Ninguém mais tem que pagar a você um salário pelas horas que você trabalha. Você precisa ganhar pelo valor que você adiciona a cada hora que você trabalha. ACORDA!!!

Querida(o) Amiga(o),

Oito em cada dez e-mails que eu recebo todas as semanas são sobre empresários, executivos e até estagiários de produção ou recursos humanos me perguntando sobre como aumentar as vendas das suas empresas. Eu acho o máximo receber e-mails de profissionais que teoricamente não tem nada a ver com a área de vendas, mas ainda assim estão preocupados em resolver essa questão. Espero que você seja um desses, caso contrário, já deveria ter sido demitido.

Alguns e-mails que eu recebo são carregados de muita ansiedade. “Eu preciso bater a meta de vendas desse mês senão eu tô frito”, “Eu preciso girar o meu estoque, alguns produtos estão parados há mais de 200 dias”, “Eu não consigo ser recebido por nenhum cliente”, “Qual deveria ser o diferencial dos meus serviços?”, “O quê eu faço virou commodity, eu preciso encontrar uma nova maneira de fazer as coisas em 60 dias”, “Tá muito difícil encontrar vendedores na minha região”, “50% das minhas vendas estão concentradas em um único cliente, preciso diversificar”, “Eu sofro pressão para crescer no curto prazo, mas não sinto segurança para investir em uma estrutura sem um plano de longo prazo”, “Tá muito difícil motivar os meus funcionários”.

Tá difícil e ficará cada vez mais difícil.

Em paralelo a essa questão sobre como aumentar as vendas, os empresários se questionam sobre qual é a melhor oportunidade para investir. “Onde está dando mais dinheiro? Qual é o segmento de mercado mais lucrativo do momento?”.

Eu respondo. Existem duas maneiras de ganhar muito dinheiro relativamente rápido nesse início de século 21.

1a maneira: A sonegação de impostos. Comprar, vender, faturar, se envolver com contrabando, faturar meia nota, pagar funcionários por fora, não emitir notas fiscais, investir o menos possível em tecnologia, infra-estrutura e pessoas, colocar a empresa em nome dos parentes, fazer o máximo que puder por baixo dos panos, na surdida e na malandragem.

Trabalhando dessa maneira, a “Pessoa Física” do empresário ficará bem na fita uma vez que a margem de lucro da empresa voltará a ser tão gorda como nos velhos tempos quando as empresas brasileiras não sofriam nenhuma concorrência de mercado. Carro importado na garagem, roupa importada no guarda-roupa, casa bacana em condomínio fechado cercado e armado, jantar semanal em restaurantes finos, e até a admiração dos vizinhos do condomínio por ostentar tantos bens materiais.

Quando o governo descobrir a malandragem do empresário, não há o que se preocupar, basta sustentar os fiscais corruptos que se escondem no estado brasileiro pagando 20% da multa que tomaria na cabeça por ser tão mesquinho, egoísta e pré-histórico.

Infelizmente, essa maneira ainda funciona para praticamente todos os segmentos de mercado. Você pode abrir lojas em shoppings centers chiquérrimos em São Paulo e outras capitais, sonegar tudo, e quase ninguém vai falar nada. Até carro, caminhão e jatinho executivo você consegue vender sem nota, com meia nota ou com 1/4 de nota. Bem, você conhece essa porcaria, já viu esse filme em algum lugar, não preciso explicar muito.

2a maneira: A Bolsa de Valores. Legalizar 100% a empresa, investir na educação dos funcionários, definir um laser foco de negócio que posicione a empresa como especialista em alguma coisa que o mundo inteiro vai precisar, colocar metas agressivas de crescimento dos negócios, dirigir a empresa diariamente com excelência e pulso firme sem dar moleza para os medíocres e preguiçosos, operar com margens de lucro realistas algo como 10% a 15%, o negócio está no volume e crescimento não no 1-a-1, investir na marca da empresa para ficar popular para o povão, criar um departamento de marketing focado em promover a empresa para possíveis investidores e comunidades financeiras por todo o Brasil e mundo, e quando se atingir um determinado tamanho de faturamento, imagem de marca e relacionamento com investidores, o empresário abre o capital da empresa na bolsa e embolsa algumas centenas de milhões de reais praticamente da noite para o dia. Se a empresa tiver consistência nos meses seguintes, o vale ticket dinheiro vira moeda rapidinho.

O Brasil finalmente descobriu o que significa bolsa de valores com uns 80 anos de atraso, um universo financeiro especulativo que todas as empresas podem participar, inclusive a sua.

But, essas são as maneiras “fáceis” ou hollywoodianas de entrar para as páginas da revista Caras, existe também uma terceira maneira, digamos assim, mais tradicional, conservadora, “familiar” e inovadora de aumentar as vendas da sua empresa.

Vamos a ela.

PRIMEIRO. Defina quem é o Gerente de Crescimento de Vendas da sua empresa. Você só vai conseguir aumentar as vendas da sua empresa se realmente colocar uma pessoa, ou 1/2 pessoa ou bloquear a sua agenda 1/2 período para pensar em como aumentar as vendas. O trabalho necessário para abrir novos clientes é completamente diferente do trabalho de gestão dos negócios atuais. Você precisa separar quem vai tirar pedidos daqueles que vão passar o facão na floresta para abrir novos negócios. O trabalho é outro e a maneira de remunerá-los também é outra. Você precisa ter um Gerente de Crescimento de Vendas com tempo suficiente para pesquisar, investigar, prospectar e criar um trabalho decente e digno de ser percebido como fantástico pelo seu cliente.

É incrível a quantidade de empresários e vendedores que eu encontro diariamente pela frente que não fazem nenhum tipo de trabalho de preparação de nada quando o assunto é abordagem de novos clientes. É um desleixo total. Amadorismo elevado a oitava potência.

Os tempos mudaram. Tudo que você oferece pode ser encontrado em outros lugares. Não pense que qualquer coisa que sai da sua boca vai deixar o cliente babando por você.

O problema de vendas não está mais relacionado à disponibilidade, preços e qualidade de produtos e serviços, mas a preparação e apresentação do discurso do vendedor.

Vender nos dias de hoje é relativamente fácil. Você precisa fazer apenas que o cliente confie em você; a qualidade, preço e disponibilidade dos produtos e serviços são fatores relativos.

SEGUNDO. Contrate um estagiário de marketing para cada dois vendedores da sua empresa. Marketing e Vendas são matérias gêmeas. Então porque deixar o irmão Vendas sozinho no campo de batalha? Marketing também tem que ir para a guerra! Marketing pode catapultar a produtividade do vendedor ao fornecer clientes qualificados. Marketing existe para diminuir o tempo gasto pelo vendedor em contatos de prospecção, e para aumentar o tempo de permanência do vendedor dentro dos clientes vendendo e fechando negócios. Vendas sem marketing é como um time de futebol sem os jogadores no meio de campo e o capitão da equipe.

Vendas e Marketing é um jogo de números e não uma arte abstrata. Defina dois ou três objetivos bem específicos para cada mês do ano. Quais clientes, quais produtos, quais serviços temos que botar no mercado. Coloque no papel a campanha de marketing do mês que integre web site, e-mails, eventos, marketing direto, vendedores, canais de distribuição e mídia impressa especializada. Provoque o diálogo entre comprador e vendedor. Concentre esforços além da conta para chegar a um argumento de vendas que realmente estimule os clientes a agir, produza conteúdo conteúdo e mais conteúdo. Faça no mínimo uma campanha de marketing por bimestre. Cada novo cliente em potencial deve ser contatado pelo menos seis vezes dentro de um período de dois meses.

TERCEIRO. Disciplina oriental para vencer no ocidente e conquistar o oriente. Recentemente eu assisti a uma palestra que reuniu em um congresso americano de marketing e vendas três vendedores de serviços b2b super bem sucedidos nos EUA. Quando foram questionados sobre a razão do seu sucesso, o primeiro respondeu: “Eu cheguei aonde cheguei porque há 20 anos eu tenho uma meta pessoal de conhecer 10 novas pessoas por semana”, o segundo respondeu “Eu cheguei aonde cheguei porque eu sei exatamente o que eu fiz todas as horas de todos os meus dias nos últimos 15 anos”, o terceiro respondeu “Eu cheguei aonde cheguei porque eu participo de pelo menos três eventos de network por mês há mais de 10 anos”. Por que existe tanto empresário bem sucedido sem MBA? Porque o cara tem algo que nem Harvard ensina: Coragem e Disciplina.

QUARTO. Invista em Propostas de Negócios Arrojadas, a lá Planos de Negócios. Eu penso que a fase de apresentação de produtos e serviços já passou. Se o produto ou serviço que você vende é algo que já é vendido por outros você não precisa investir muito tempo em apresentações de vendas. Eu não preciso que um provedor de internet me explique o que é um provedor de internet e tudo de bom e do melhor que ele me oferece. Eu preciso que o provedor de internet saiba me explicar especificamente quais serviços se encaixam comigo de acordo com o perfil da minha empresa estudada exaustivamente pelo seu vendedor antes de me chamar para conversar. Ou seja, pare de investir em catálogos, folhetos e portfólios de produtos e serviços, e invista na produção de propostas comerciais que desmantelam o negócio do seu cliente a apontam as melhorias que ele terá ao apostar em você.

Existem várias maneiras de aumentar os negócios da sua empresa. Eu espero que você escolha sempre o caminho da dignidade, comunidade, responsabilidade, disciplina, honestidade, e claro, inovação e revolução. Saia da informalidade, se você estiver nela. Profissionalize a empresa, pague os impostos, lute pelos seus direitos, invista nas pessoas, exija retorno, tenha pulso firme, cresça, apareça, exploda a empresa na bolsa, ou a mantenha limitada entre aqueles que têm interesse pela sua existência.

Um novo capitalismo está emergindo. Permaneça jovem. Não fique fora dele!

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

fonte: http://www.bizrevolution.com.br/blog

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Vence quem tiver o maior número de vendedores fora da área de vendas!

12 Dezembro, 2007 · Deixe um comentário

Se alguém fez alguma coisa errada fui eu. Se alguém fez alguma coisa mais ou menos errada fomos nós. Se alguém fez alguma coisa certa foi você. Às vezes você tem que criar aquilo que você quer ser parte. Se você quer andar sobre as águas, você tem que sair do bote.

Querida(o) Amiga(o),

Você, se trabalha em vendas, já deve ter passado pela seguinte situação: cliente diz que o negócio está fechado e que você não precisa se preocupar com nada; só falta a assinatura do boss, a liberação da verba, ou algo do tipo, para enviar o contrato para você, contudo, entretanto, porém, o negócio nunca se concretiza, o cliente não dá retorno, e quando você resolve checar o que acontece, o cidadão já fechou com o seu concorrente.

Por que isso acontece?

Em 1% dos casos, isso acontece porque o cliente é realmente um grande boçal que gosta de ser bajulado e idolatrado, carente desde infância, precisa se cercar de bajuladores para rir das suas piadas e projetos babacas.

Em 2% dos casos, o cliente é simplesmente um grande admirador da idade média e suas regras arcaicas de se relacionar com as pessoas. Anos atrás circulou pela internet o Manual de Negociação do Comprador do Carrefour. Na época o Carrefour negou a autoria do documento, quando perguntado, algum Jean Paul disse que a gigante francesa do varejo jamais diria a seus funcionários para se comportar da maneira que o documento rezava. O manual era composto de uns trinta mandamentos para o comprador Carrefour, entre eles: deixe o vendedor na recepção por 1 hora; se o vendedor disser que tem chefe, peça descontos; se o vendedor disser que o chefe dele tem outro chefe, peça mais descontos; nunca retorne uma ligação de vendedor; considere o vendedor como seu inimigo No 1; use sempre o tema “você pode fazer melhor do que isso”; seja inteligente, finja-se de idiota; não faça concessões sem contrapartida; não tenha dó dos vendedores, jogue o jogo dos maus; deixe o vendedor com medo de perder; se o vendedor demorar em dar alguma resposta, diga que já fechou com outro; não perca tempo com vendedores profissionais, invista o seu tempo no vendedor despreparado; deixe os bons negócios para o final do mês, no último dia do mês o vendedor e o gerente de vendas fazem de tudo para bater a meta deles, inclusive fazer o que eles disseram que nunca fariam. Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

Apenas uma vez na minha vida me deixaram esperando 1 hora na recepção. Até hoje não tenho certeza se o cara era um boçal ou um medieval ou a soma dos dois. Aconteceu quando eu tinha uns vinte e poucos anos de idade, na falecida Arthur Andersen. Depois do chá de cadeira, que durou exatamente 1 hora, o gerente de projetos da Andersen ainda teve a cara de pau de me perguntar se eu tinha gostado da recepção dos caras. Não é a toa que a empresa foi para o saco.

Em 97% dos casos, o que está por trás desse problema são as novas teorias sobre gestão de gente, processos, sistemas, colaboração, qualidade, trabalho em equipe que simplesmente aumentaram o número de imposições burocráticas saudáveis para impedir a corrupção do funcionário; incentivam os conflitos saudáveis entre diferentes departamentos e visões de negócios para impedir tomada de decisões míopes; estimulam trocentas reuniões que permitem a troca de conhecimentos entre pessoas com diferentes opiniões; apoiam os intermináveis e-mails com diversas pessoas copiadas blá blá blá. Ninguém mais faz nada sozinho dentro das empresas “saudáveis”. Tudo é sobre colaboração.

Pesquisas apontam que os negócios estão levando 30% mais tempo para serem fechados do que há cinco anos atrás. Em média, três novos profissionais – que antes não participavam das tomadas de decisões – agora participam do processo de compra de qualquer coisa. Antes o marketeiro decidia sozinho se a campanha iria em frente ou não, hoje ele precisa envolver o chefe de vendas, produtos, pós-venda, distribuição, informática, e até a opinião de alguns clientes começam a entrar na dança. Ninguém decide mais nada sozinho, TODOS decidem tudo e dão pitaco em tudo, mesmo não sendo especialistas nos assuntos.

Uma das leis mais antigas sobre negociação diz que quanto maior o número de pessoas participantes de uma negociação, mais longo é o tempo de fechamento de um negócio. Quanto menor o número de pessoas participando de uma negociação, mais rápido é o tempo de fechamento de um negócio. A constatação é óbvia, se não for dado ao cara que está comprando de você a chance de pedir uma segunda opinião para colegas, técnicos e especialistas, o cara acaba comprando mais rápido. Esse é um princípio de negociação antigo, medieval, arcaico, porém, altamente utilizado pelos vendedores do século 21. Esse princípio, se fosse recomendado para alguma coisa, seria indicado para vendedores que vendem produtos e serviços completamente comoditizados que não necessitam da construção de relacionamentos para irem em frente. Como eu acredito que não existem mais produtos desse tipo, mas apenas mentes comoditizadas, esse princípio já deveria estar habitando o museu da pré-história da negociação.

Quando você vende um produto, serviço ou solução que será usado por um número X de pessoas, homologado por um número Y de pessoas, suportado por um número Z de pessoas, e assinado embaixo por um número W de pessoas, você precisa engajar toda essa turma no negócio o quanto antes.

Eu tenho um amigo, engenheiro, empresário, dono de uma construtora de porte médio do estado de São Paulo com 800 funcionários e 50 milhões de faturamento anual que está vivendo um verdadeiro calvário por conta dessa prática medieval de vendas. Dois anos atrás, a construtora fechou um negócio que parecia muito bacana. A venda foi relativamente rápida, o empresário ficou espantado, mas quietou-se quando o gerente de contas explicou que o negócio tinha sido fechado rápido porque ele tinha um excelente relacionamento com o engenheiro da empresa, e todo o blá blá blá de sempre que o vendedor utiliza para explicar os seus dotes naturais de vendas. O projeto, que no dia da assinatura ficou prometido para ser entregue em seis meses, até hoje não chegou a sua conclusão. O problema é que depois de firmada a parceria, e iniciado as primeiras obras, descobriu-se que dois ou três “pequenos” detalhes não tinham sido avaliados pelos engenheiros amigos do vendedor, e nem poderiam porque eram “pequenos” detalhes da alçada de outra turma. Quando o esboço do negócio chegou às mãos de quem deveria estar sabendo do projeto desde o início, o negócio foi brecado, duas ou três novas versões do projeto tiveram que ser refeitas, mais de seis meses se passaram, tudo por conta do preço inicial firmado que não pode ser alterado, e está sujeito a multas pesadas. Até o fechamento dessa edição do QUEBRA TUDO, o negócio se transformara em um imenso elefante branco que já dura 18 meses, sem perspectivas muito otimistas para o curto prazo.

Nesses tempos de colaboração em que vivemos, temai por todos os negócios que são fechados de bate pronto; não se apresse a bater o martelo em negócios onde você ainda não foi chamado a participar de reuniões internas dentro do seu cliente para vender a idéia do projeto para outros profissionais; não fique ansioso para bater metas em cima de negócios onde você não foi convidado a conhecer os futuros usuários do produto ou serviço; não se aflija para receber o seu bônus se você não foi apresentado à turma do cheque, e os reais influenciadores que deram início a idéia do negócio. Vá com calma nos grandes negócios, seja agressivo na questão de conhecer todos os envolvidos, todos mesmo, mas vá com calma para fechar.

Hoje, dezenas de profissionais participam do processo de compras de qualquer coisa. A briga tá 10 para 1. Às vezes o vendedor realmente está sozinho, contra 10 profissionais do seu cliente. Veja o exemplo de uma venda de software de CRM, confira o exército envolvido no negócio. Existe o gerente de marketing que vendeu o projeto para o dono da empresa. Existe o assistente de marketing que acaba de terminar um curso de CRM e está empolgadão com o software da Microsoft. Existe o gerente de TI que foi convencido de tocar o projeto a frente e adora Linux. Existem os analistas de sistemas que foram encarregados de descobrir os melhores sistemas para serem usados na empresa e admiram Oracle. Existem os 10 profissionais de vendas que vão utilizar o CRM, não estão sabendo de nada, e não querem saber. Existe o gerente de vendas que não é muito chegado nesse troço de Conselho Regional de Medicina do Marketing. E existe o dono da empresa, que tem um parente que trabalha na Plusoft, empresa de software de CRM, mas ele ainda não sabe. Daqui há duas semanas, no jantar programado para acontecer em sua casa para comemorar o aniversário da filha, o dono da empresa vai descobrir, e duas semanas depois, quando se lembrar do fato durante um almoço de negócios na empresa, ele vai pedir para o gerente de TI colocar a Plusoft no meio da negociação independente do estágio em que ela esteja.

Chegou a hora de praticarmos de verdade aquela velha máxima que diz: somos todos vendedores. É praticamente impossível o vendedor e somente o vendedor da sua empresa conseguir se relacionar com toda essa turma que se envolve nos projetos e negócios. Ele precisa de ajuda. Ele precisa de ajuda dos técnicos residentes que trabalham dentro do cliente prestando serviço de suporte ou manutenção. Ele precisa de ajuda dos marketeiros que poderiam realmente coletar informações atualizadas sobre os negócios do cliente. Ele precisa de ajuda até da recepcionista da empresa, que poderia virar vendedora ao procurar capturar informações sobre os clientes enquanto esperam na recepção.

Anos atrás a HP – a gigante das impressoras e computadores – era uma constante em minha vida. Por fazer muitos negócios com as caras, nós recebíamos visitas da HP praticamente todos os dias. Segunda-feira era o dia do vendedor de impressoras, terça-feira era o dia da visita do gerente de produtos de suprimentos, quarta-feira era o dia da visita da gerente de marketing de canais, quinta-feira era o dia de treinamento de vendas dado por um especialista em negócios, sexta-feira era o dia da visita do financeiro da HP ao meu financeiro. Praticamente todos os dias tinha alguém da HP interessado em descobrir os meus problemas, calos e oportunidades. Não é à toa, diferente da falecida Andersen, que a HP está bombando.

Quem tiver o maior número de vendedores fora da área de vendas vence!

É sério!

Nós precisamos de TODOS os braços, cérebros e corações da empresa engajados em montar o quebra-cabeça de informações necessárias para incrementar os negócios. Caso contrário, quando o nosso vendedor ligar para o cliente para perguntar sobre a assinatura que estava faltando no contrato, ele vai descobrir que o negócio já foi fechado porque “alguém” que ele não conhecia ou não tinha nenhuma afinidade, entrou no circuito e desviou o cometa para o lado da concorrência.

Você não será um menor marketeiro se for vendedor, você não será um menor técnico se for vendedor, nem um menor cientista se for vendedor. Você não precisa vender nada para ser vendedor. Você precisa apenas Questionar, Ouvir, Observar e Pensar Diferente. Esse é o verdadeiro trabalho de um vendedor, algo muito próximo do trabalho de qualquer outro profissional, incluindo você, certo?

Vence quem tiver o maior número de vendedores fora da área de vendas!

NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA!

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

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