Não fale, aja; não diga, mostre; não prometa, prove.

99% de todos os problemas que você conhece podem ser resolvidos com duas palavras: responsabilidade pessoal.

Qual foi a última vez que você bateu na mesa e disse: “Eu acredito no que eu estou falando. Se não der certo podem me mandar embora!”?

Qual foi a última vez que você colocou o seu crachá em cima da mesa de reuniões e disse para os seus colegas gestores “Se as minhas idéias não derem certo podem ficar com o meu crachá!”.

Eu coloquei o meu crachá a disposição das empresas em que eu trabalhei dezenas de vezes.

Essa é a forma mais QUEBRA TUDO que existe para você conseguir o que você quer.

Assumir riscos.

Puxar a responsabilidade para você.

Ninguém faz isso.

A maioria das pessoas prefere assumir um papel operacional no projeto de uma outra pessoa. Sugerir uma novidade nem a pau. Liderar um projeto nem pensar.

É por isso que inovação é algo tão raro nas empresas. Ninguém assume o risco de nada.

Eu sempre puxei a responsabilidade para mim.

Eu nunca esperei pela ordem de ninguém para fazer nada. Eu não sigo ordens. Eu me recuso a participar do projeto de vida de uma outra pessoa.

Eu posso, é claro, ajudar você a atingir os seus objetivos, inclusive foi para isso que eu vim. Mas tão logo seja possível, eu acabo aparecendo com os meus próprios projetos e planos de Vida.

E você?

Se as vendas estão baixas é minha culpa, e não de um vendedor; se os clientes não voltaram é minha culpa, e não do pós-venda; se o produto não foi entregue é minha culpa, e não da logística; se perdemos um negócio e não batemos a meta é minha culpa, e não do concorrente que passou a perna na empresa.

Ninguém assume a responsabilidade de nada.

Qual foi a última vez que você assumiu a responsabilidade pelos resultados de alguma coisa na frente de dezenas de pessoas?!

O marketing solta uma campanha e as vendas não correspondem. Você pergunta para o marketing qual foi o problema, e eles culpam a concorrência, a falta de foco dos vendedores, a alta do dólar.

Vendas se compromete a bater uma meta, mas o mês termina com os vendedores muito atrás. Você pergunta para Vendas qual foi o problema, e eles culpam a falta de agressividade do Marketing, a falta de preços bons, a restrição de crédito blá blá blá.

O sistema sai fora do ar por algumas horas. Você pergunta para a área de tecnologia qual foi o problema, e eles culpam a infraestrutura de internet do país, a crise da Petrobras, a crise da água em São Paulo, blá blá blá.

A Era do NÃO FOI MINHA CULPA tem que acabar!

Nós precisamos de um HERÓI.

Ou Heróis.

Alguém que irá levantar a voz e dizer as palavras mágicas, “Eu pisei na bola. Desculpe. Agora deixa eu consertar as coisas o mais rápido possível”, ou, “Eu quero ser o pai do Projeto X. Todos são contra, todos acham que não vai dar certo, todos acham perda de tempo. Dane-se! Eu vou fazer mesmo assim. Eu vou encontrar os recursos, eu vou convencer as pessoas, e eu vou fazer acontecer!”

Você é assim?

Deveria ser.

Você tem que ser dono das suas decisões, ações, palavras e resultados – sejam elas boas ou ruins.

Deixa eu te contar um segredo.

Os caras mais FODÁSTICOS do planeta estão loucos para investir em pessoas que eles sentem que são capazes de serem treinadas facilmente para fazer algo melhor.

Entendeu?

Não?

De novo.

Os caras mais FODÁSTICOS do planeta estão loucos para investir em pessoas que eles sentem que são capazes de serem treinadas facilmente para fazer algo melhor.

Lembra da cena do Yoda tentando ensinar os meios da força para o Luke Skywalker em STAR WARS?

Lembra da cena do Mestre Miyagi tentando ensinar karatê para o Daniel em Karate Kid?

Lembra da cena do legendário mestre das espadas Hattori Hanzo tentando ensinar a Uma Thurman como dominar a arte da espada em Kill Bill?

O que existe em comum entre essas três cenas nesses três filmes?

Um aprendiz amador meia-boca incapaz de admitir que tem muito a aprender, e um mestre dos mestres super afim de ensinar tudo que sabe para alguém que nasceu com a humilde capacidade de ser treinado.

Você tem dentro de você a humilde capacidade de ser treinado?

Não seria o máximo ser treinado pelo Jorge Paulo Lemann, caso você seja um empreendedor?

Não seria o máximo ser treinado pelo Jeff Bezos, caso você seja um profissional do varejo?

Não seria o máximo ser treinado pelo Quentin Tarantino, caso você seja um aspirante a cineasta?

Não seria o máximo ser treinado pelo Romero Britto, caso o seu sonho seja mudar o mundo como artista plástico?

E não precisa ir muito longe.

Não seria o máximo ser treinado pelo presidente da empresa em que você trabalha???

Como você acha que esses caras escolhem os seus aprendizes?

Eles não escolhem.

Aqueles que são donos das suas próprias decisões, ações, palavras e resultados – sejam elas boas ou ruins -, são naturalmente notados.

Você já tinha notado isso?

Deixa eu notar você.

NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA!

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

fonte: http://www.bizrevolution.com.br

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