AS ILUSÕES PERDIDAS DE ARNALDO JABOR

Fui do PCB, participei da fundação da Ação Popular, fui diretor da revista da UNE, um dos fundadores do CPC (Centro Popular de Cultura) e digo: Não existe ninguém mais platônico, sonhador, nefelibata do que um materialista dialético. Conheci vários que estavam aí no poder, ainda bonitinhos e fogosos. Foram (fui também) formados por uma empada de retalhos ideológicos mal lidos na Guerra Fria. Tínhamos só fins e nenhum meio.

Eu era do Grupo Vertigem, como meus colegas comunas chamavam os artistas, os angustiados, os românticos, que sonhavam com uma revolução rápida, indolor, sem lutas sangrentas, sem portas de sindicatos, sem chateações de tarefeiros. A cartilha comunista tinha nomes para nós: hesitantes ou radicais, sectários ou…

leia mais em http://www.jornaldoempreendedor.com.br/destaques/politica-e-economia/as-ilusoes-perdidas-de-arnaldo-jabor/

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