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A noção de certo e errado dá origem à violência

Uma citação do poeta persa Rumi ilustra uma das estratégias mais valiosas da PNL: “Para além das ideias de certo e errado, existe um campo. Eu me encontrarei com você lá“. Esta citação de Rumi está no livro “Comunicação Não Violenta” de Marshall Rosenberg. A “Comunicação Não Violenta” é o resultado de toda uma vida do autor comprometida com a solução de conflitos e a mediação, incluindo negociações étnicas e diplomáticas.

Em outras palavras, Marshall Rosenberg diz que a noção de certo e errado dá origem à violência. Talvez você concorde que possivelmente a totalidade dos conflitos no universo humano possui sempre as mesmas raízes: a convicção de que cada uma das partes em conflito tem de estar “certa”! Quando desprendidamente ouvimos os argumentos, somos frequentemente convencidos de que há uma lógica que sustenta as motivações das partes em conflito… “Todos tem razão!” Então, como é possível transcender tais paradoxos e encontrar soluções criativas para soluções criativas e valiosas que sirvam de acordo entre as partes? A resposta de Marshall Rosenberg é mudar a linguagem e a percepção do certo e do errado para a das necessidades. Nas necessidades, nós humanos, facilmente entramos em consenso, pois independentemente da raça ou cultura, todos temos as mesmas necessidades!

fonte: lista idph – Instituto de Desenvolvimento do Potencial Humano

Decidir é fácil, difícil é tomar uma atitude

É só quando chega o final do ano que percebemos a quantidade de coisas que deixamos para trás: são muitas as decisões que tomamos, mas que não tivemos a coragem de executar.

Decisões, assim como planos estratégicos, são extremamente importantes. No entanto, são as atitudes que de fato viabilizam a sua execução. São elas que testam a nossa coragem. É só na prática que percebemos o quanto estamos seguros em relação aos nossos planos e decisões. As atitudes desafiam a nossa capacidade de conviver com os sacrifícios inerentes a qualquer opção, exercitam a nossa resiliência e nos fazem trabalhar (no limite de nossa capacidade de adaptação) em todas as variáveis, mesmo as que não estavam previstas em nossos planos.
Isso pode até parecer lugar comum. Mas, a cada nova experiência que tenho com pessoas e empresas, verifico a imensa distância que existe, na maioria das vezes, entre a visão (planos e decisões) e a execução (atitudes) dos empreendedores.

Chamo você para essa reflexão, justamente porque, nessa época do ano, somos sugados pelo sensação de que é preciso renovar, realizar planejamentos estratégicos e adotar resoluções diante dessa “nova chance” que a vida está nos dando.

No campo dos negócios, esses sentimentos acabam levando gestores a intermináveis reuniões de planejamentos estratégicos, repletas de apresentações motivacionais, fórmulas mágicas de sucesso e muito choro no final.

Esse tipo de encontro muitas vezes não passa de uma armadilha, que nos afasta da discussão real: o que fizemos de errado, onde a concorrência nos bateu, quais são as nossas deficiências e, principalmente, onde nos faltou a coragem suficiente para assumir os riscos que qualquer execução carrega.

Sendo assim, nesse final de ano, em vez de cair na tentação de apagar o passado e começar a desenhar um futuro de sucesso do zero, analise o que você deixou de fazer no ano que passou e tenha a coragem de admitir seus erros e fraquezas. Lembre-se que, no ano passado, esse era o futuro que você queria para si ou para os seus negócios.

Pegue suas anotações e as de seus colaboradores e, em vez de tratar de planos (que provavelmente não serão executados novamente), diga como será a execução de tudo aquilo que você já sabe tem que ser feito há muito tempo. Calcule as perdas, ganhos e investimentos que terão que ser feitos. Concentre-se na prática, e não na teoria.

2015, dizem as más línguas (e as boas confirmam), não será um ano fácil (assim como o que termina também não foi). Se você ficar parado, sem correr o risco da execução, uma coisa é certa: no ano que vem, provavelmente você estará precisando efetuar mudanças urgentes em seu negócio ou na sua vida – coisas que já deveria ter feito há dois anos. E aí, pode ser tarde demais.

fonte: http://revistapegn.globo.com/Colunistas/Carlos-Miranda/noticia/2014/12/decidir-e-facil-dificil-e-tomar-uma-atitude.html

Sucesso é não dar ouvidos as pessoas tóxicas e suas abobrinhas

Eu leio todos os comentários nos meus textos. E sempre que possível, eu respondo. Acho que não fiz isso uma ou duas vezes porque realmente não dei conta, mas sempre procuro ter feedback. É assim que cresço também.

Eu fico muito feliz que todos os dias tem alguém dizendo que tenho o ajudado na sua jornada de descobertas. Alguns até me contaram que tomaram decisões importantes nas suas vidas profissionais depois que leram as palavras que aqui escrevo. Eu sei que isso é perigoso e me traz muita responsabilidade sobre o que digo. Não sei tudo, mas tudo que eu sei, faço questão de compartilhar com meus leitores.

São inúmeros os recados que…

leia mais em https://www.linkedin.com/pulse/sucesso-%C3%A9-n%C3%A3o-dar-ouvidos-pessoas-t%C3%B3xicas-e-suas-abobrinhas-leal

Gestão do conhecimento: Seu modelo de pensamento está obsoleto?

Você deve concordar que atualmente nenhum profissional, em seu pleno juízo, consideraria baixar a mais recente versão do Photoshop em um computador com sistema operacional Windows 98. Acontece que, da mesma forma que os sistemas operacionais dos computadores, nosso sistema operacional mental também precisa de um upgrade, ou pode acabar obsoleto. Isso significa que para uma boa gestão do conhecimento, precisamos encontrar novas formas de ver e de conceber a realidade, de maneira que nós possamos compreender melhor as situações complexas que vivenciamos. Para fazer esse upgrade do modelo de pensamento, propomos que você conheça um novo sistema mental, conhecido como Holonomic Thinking.

Levando o conceito de modelo de pensamento obsoleto para o universo dos negócios, a falta de atenção aos aspectos intangíveis de uma empresa – que não podem ser mensurados de maneira quantitativa – demonstra uma carência de percepção mais completa da realidade. Isso se deve ao fato de utilizarmos basicamente o processo lógico-analítico para olhar e decifrar o mundo. Entretanto, a realidade cada vez mais complexa exige a atualização dessa maneira de ver.


“Não é segredo que o setor privado, em sua maior parte, está menos preparado do que deveria para enfrentar a evolução dos desafios impostos dia após dia”


Não é segredo que o setor privado, em sua maior parte, está menos preparado do que deveria para enfrentar a evolução dos desafios impostos dia após dia. A principal razão estaria no modelo de pensamento vigente, muitas vezes, nutrido por uma visão simplista, em vez de ampla e arejada, pouco disposta a questionar o que está consolidado.

>> Leitura recomendada: Desvendando os mistérios da criatividade e inovação nas empresas

A Gestão do Conhecimento Holonômico

Um modelo mental, em poucas palavras, é a forma como um ser humano tenta explicar o mundo real. O que torna o conceito de Holonomic Thinking radicalmente diferente do que se conhece como modelo mental é o seu preceito de que é possível expandir a consciência de analítica para intuitiva.

Ou seja, é possível adquirir um modo de pensar que não apenas entende as partes do todo, mas que busca um nível mais profundo e intuitivo de percepção, e consegue entender relações, fazer associações e reconhecer processos dentro de um sistema.

O pensamento holonômico é também um modo de consciência que, enquanto aceita a importância dos aspectos analíticos, lógicos e simbólicos de nossas mentes, também aceita a intuição, as sensações e os sentimentos, permitindo encontrar e compreender os sistemas em sua totalidade.

Gestão do conhecimento
Reprodução de Imagem – Holonomics: Business Where People and Planet Matter

 

No livro Holonomics: Business Where People and Planet Matter, os autores Simon e Maria Robinson revelam que pensar de forma holonômica é oposto a pensar de forma mecânica. O objetivo da obra não é apenas apresentar este elegante modelo do pensamento, mas também dar exemplos que conscientizem os leitores de um conjunto de ideias que normalmente não são discutidas nesse arranjo.


“Alguém deve olhar o todo e, ao fazê-lo, estar preparado para descobrir surpresas e comportamentos inesperados que surgem”


Para os pesquisadores, o conceito do pensamento holonômico envolve a análise do ciclo de vida, do pensamento sistêmico, a interconexão, a filosofia, a alfabetização, a física e a biologia, todas aplicadas aos negócios – reunidos de uma forma que abra os olhos dos profissionais de dimensões incomuns de pensamento que poderiam ter aplicações muito práticas.

O primeiro desafio para a nossa maneira de pensar, então, é mudá-la do pensamento mecanicista e limitante (dominante na maioria das sociedades) para o pensamento sistêmico e abrangente.

Formigas e cupins e sua lição holonômica

Um dos estudos citados no livro examina insetos sociais, como formigas e cupins, justamente para ilustrar como a falta de pensamento sistêmico, geralmente, é confrontada com paradoxos inesperados.

Formigas e cupins têm um cérebro minúsculo e, portanto, seu comportamento individual pode ser visto como extremamente primitivo, até mesmo caótico. Difícil descrevê-los como inteligentes e organizados, com base em uma visão isolada. Mas quando o estudo se dedica a analisar o comportamento desses insetos em conjunto, eles são vistos sob uma ótica muito diferente, capaz de explicar suas realizações extraordinárias.


“O primeiro desafio para a nossa maneira de pensar, então, é mudá-la do pensamento mecanicista para o pensamento sistêmico”


Com este exemplo chegamos a compreender a importância de olhar para os problemas de forma holonômica: é o único modo de entender um sistema complexo. “Alguém deve olhar o todo e, ao fazê-lo, estar preparado para descobrir surpresas e comportamentos inesperados que surgem”, afirmam os autores.

Essa percepção da “integridade” (do todo) vem tanto da Ciência quanto da Arte. Ao perceber fenômenos, os princípios de organização surgem na imaginação, em um lugar de autêntico “pertencimento”. Quanto melhor conseguirmos enxergar onde há esse “pertencimento”, melhores nossos modelos mentais serão. Haverá um feedback eficaz e nos tornamos mais conscientes do nosso próprio pensamento, e também dos processos mentais e das nossas experiências.

>> Leitura recomendada: Guia de Inovação ara Empresas que Desejam Ser Disruptivas 

A Prática da Liderança via Pensamento Holonômico 

Um dos grandes problemas enfrentados pelas organizações reside no fato de as pessoas estarem convencidas de que a forma como veem a realidade é certa e única. Raramente consideramos que pode haver pessoas com experiências radicalmente diferentes das nossas e que, por isso, compreendem situações complexas e problemas de forma totalmente distinta de como os concebemos.

No entanto, uma organização que encoraja o holonomic thinking em sua equipe, como aliada da gestão do conhecimento, apresenta líderes com a habilidade de ascender na “escalada de visão”. (Aliás, entenda como aprimorar a gestão do conhecimento na sua empresa). O motivo é que sua forma de tomar decisões e buscar soluções emerge não de um modelo mental dominante e colonizador sobre os demais, mas advém da tentativa de capturar as diferentes formas de pensar e ver. O que só pode ocorrer por meio de um diálogo genuíno e frequente.

Para que esse diálogo ocorra, os pesquisadores desenvolveram um passo a passo didático. Primeiro, reúna um grupo para conversar sobre algum problema. Durante o diálogo:

1. Evite definir um líder;
2. Evite julgar e se defender;
3. Não busque um “vencedor”;
4. Valorize o modelo mental das outras pessoas;
5. Sinta-se como parte de um grupo, e
6. Considere as soluções que emergem do diálogo com todos.

Para praticar esse diálogo, digamos, genuíno, comece escolhendo algum tema pouco controverso. A partir do momento em que esses seis passos acima estiverem já incorporados, avance para questões e tomadas de decisão mais críticos.


“Uma vez capaz de ver o todo, os processos, as dinâmicas e o significado dos sistemas, você poderá alcançar uma compreensão mais profunda do mundo e dos negócios”


Um exemplo inspirador de aplicação do pensamento holonômico à liderança aparece nas palavras de Sergio Chaia, ex-presidente da Nextel Brasil. Ele argumenta que a organização ideal não existe, porque tudo está sendo transformado e está sempre evoluindo. Tudo pulsa em cada momento e por sua vez; e, como tudo está mudando, assim também o padrão de ideal não é algo constante. Uma vez que o ideal tem uma característica mutante, a organização ideal também deve ter a competência de constante mutação.

Diante da realidade nada simples, o que o holonomic thinking propõe é ver as dimensões de um sistema complexo que uma empresa é, sem receio e sem limitações, e de forma mais abrangente. Uma vez capaz de ver o todo, os processos, as dinâmicas e o significado dos sistemas, você poderá alcançar uma compreensão mais profunda do mundo e dos negócios. E assim, deixará de ver os elementos de uma empresa de forma isolada, mas sim como um organismo vivo, onde as pessoas realmente importam.

fonte: https://blog.runrun.it/gestao-do-conhecimento-holonomic

Tenha mais coragem diante das suas ideias

Quando uma ideia é realmente inovadora, ela sempre divide opiniões. Dentro das muitas chances de dar errado e das muitas chances de dar certo, ambas inerentes a condição disruptiva, você tem duas opções: estimular ou brecar. Ajudar ou se abster. Ser da torcida ou do contra. Mas a verdade é que a diferença entre o maluco e herói é só uma: o herói deu certo.

Vamos imaginar uma situação: Um conhecido seu dos tempos de escola decidiu, com 16 anos, disléxico e sem nenhuma experiência, largar os estudos e lançar uma revista estudantil. Todo dia você vai andando para a escola e vê ele, sem dinheiro, tentando vender anúncios pelo telefone público. O cenário econômico…

leia mais em https://www.linkedin.com/pulse/tenha-mais-coragem-diante-das-suas-ideias-caroline-lessa

5 pontos a entender para cumprir suas metas

oje eu quero falar com você sobre como o estabelecimento de objetivos claros pode te ajudar a conseguir conquistar seus sonhos.

Imagine um jogador de futebol que entra em campo com o sonho de ser o melhor atleta, de ser lembrado pra sempre, como uma estrela naquela final de Copa do Mundo.

Seu desempenho será melhor (e suas chances de realizar seu sonho) se ele mantiver o sonho sempre na cabeça, ou se ele o transformar em um objetivo claro: “fazer três gols”? O que você acha?

Uma importante teoria do comportamento humano fala sobre o Estabelecimento de Objetivos.

Trata-se da Teoria de Edwin Locke, que afirma que, sem dúvidas, a existência de um objetivo claro te trará melhor desempenho.

Ela afirma que o estabelecimento de objetivos provê…

leia mais em http://mude.nu/estabelecimento-de-objetivos/

10 dicas para iniciar uma nova meta

Se você tem uma carteira de habilitação, lembre-se de como era difícil quando estava aprendendo a dirigir. Para alguns, pode ter sido algo aterrorizante, enquanto outros de nós pensávamos saber exatamente o que estávamos fazendo — até girarmos a chave na ignição. O processo de dirigir, no começo, era bastante complicado. Você prestava muita atenção em cada detalhe de suas ações. Trocar a marcha, dar seta (muitos ainda não o fazem), frear, acelerar. Com o tempo, conforme você foi ficando bom na direção do seu veículo, essas ações ficaram tão fáceis de executar que você as passou a fazer no automático.

Fazer algo novo sempre será difícil no começo. E, muitas vezes, será assustador. Você terá que deixar a sua zona de conforto e ser…

leia mais https://www.linkedin.com/pulse/10-dicas-para-iniciar-uma-nova-meta-matheus-de-souza