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A noção de certo e errado dá origem à violência

Uma citação do poeta persa Rumi ilustra uma das estratégias mais valiosas da PNL: “Para além das ideias de certo e errado, existe um campo. Eu me encontrarei com você lá“. Esta citação de Rumi está no livro “Comunicação Não Violenta” de Marshall Rosenberg. A “Comunicação Não Violenta” é o resultado de toda uma vida do autor comprometida com a solução de conflitos e a mediação, incluindo negociações étnicas e diplomáticas.

Em outras palavras, Marshall Rosenberg diz que a noção de certo e errado dá origem à violência. Talvez você concorde que possivelmente a totalidade dos conflitos no universo humano possui sempre as mesmas raízes: a convicção de que cada uma das partes em conflito tem de estar “certa”! Quando desprendidamente ouvimos os argumentos, somos frequentemente convencidos de que há uma lógica que sustenta as motivações das partes em conflito… “Todos tem razão!” Então, como é possível transcender tais paradoxos e encontrar soluções criativas para soluções criativas e valiosas que sirvam de acordo entre as partes? A resposta de Marshall Rosenberg é mudar a linguagem e a percepção do certo e do errado para a das necessidades. Nas necessidades, nós humanos, facilmente entramos em consenso, pois independentemente da raça ou cultura, todos temos as mesmas necessidades!

fonte: lista idph – Instituto de Desenvolvimento do Potencial Humano

Corrupção: Uma questão de oportunidade no Brasil?

​”Quando se tem oportunidade de furtar R$ 0,50(cinquenta centavos) tirando fotocópia pessoal na máquina Xerox do trabalho, não se perde a oportunidade.

Quando se tem oportunidade de furtar R$ 5,00 (cinco reais) levando para casa a caneta da empresa, não se perde a oportunidade.

Quando se tem a oportunidade de furtar R$ 25,00(vinte e cinco reais) pegando uma nota mais alta, na hora do almoço, para a empresa reembolsar, não se perde a oportunidade.

Quando se tem a oportunidade de roubar R$ 30,00 (trinta reais) de um artista comprando um DVD pirata, não se perde oportunidade.

Quando se tem a oportunidade de furtar R$ 250,00 (duzentos e cinquenta) comprando uma antena desbloqueada que pega o sinal de satélite de todas as TV’s a cabo, não se perde a oportunidade.

Quando se tem a oportunidade de furtar R$ 469,99 da Microsoft baixando um Windows crackeado num site ilegal, não se perde a oportunidade.

Quando se tem a oportunidade de furtar R$ 2.000,00 (dois mil reais) escondendo um defeito do seu carro na hora de vendê-lo, enganando o comprador, não se perde a oportunidade.  

Muitos  não  perdem  nenhuma oportunidade, devolvem a carteira mas furtam o dinheiro, sonegam imposto de renda, dão endereço falso para adquirir benefícios que não tem direito, etc, etc. etc…

Bom, se você trabalhasse no Governo, e caísse no seu colo a oportunidade de roubar R$ 1.000.000,00 (um milhão), com certeza, se você não perde uma oportunidade iria aproveitar mais esta oportunidade. Tudo é uma questão de acesso e oportunidade.

O povo brasileiro precisa entender que o problema do Brasil não são só a meia dúzia de políticos no poder lá em cima, pois eles, são apenas o reflexo dos quase 200 milhões de oportunistas aqui embaixo.  

Os  políticos  de  hoje foram ontem oportunistas e senão mudarmos a estrutura de valores de nossa sociedade e trazer a Ética e a Moral como pilares do comportamento nunca seremos um povo realmente honesto e justo.”

Sérgio Moro

81% das maiores empresas do Brasil têm visões de uma mesmice impressionante

Falando honestamente, você se identifica com a visão que sua empresa tem para o futuro? E quanto aos valores, você compartilha de algum? Ou, pelo contrário, mal conhece a visão e os valores do lugar onde trabalha? Conversamos com Odino Marcondes, sociólogo, consultor de liderança e autor do livro O Poder de uma Visão Inspiradora, e ele tem algumas ideias para líderes que desejam transformar suas empresas num lugar mais estimulante e alinhado às expectativas da equipe. Ele ainda recomenda um método para construir uma cultura empresarial forte e conta qual a empresa com a visão mais impressionante que já conheceu, dentre mais de uma centena que ele pesquisou.

Entrevista com Odino Marcondes

A entrevista estava marcada para as duas da tarde. À uma e 59, o telefone toca. Tâmara, assessora da Editora HSM, me cumprimenta gentilmente e transfere a ligação. Pouca espera, ao som de uma trilha agradável, meu entrevistado atende. Agradeço a disposição. A primeira pergunta é sobre a influência que sua formação escolar exerceu sobre o desejo de escrever o livro “O poder de uma visão inspiradora”. Odino é graduado em Ciências Sociais e diz que sempre procurou entender como as pessoas se organizam em torno de um desejo comum e o que fazem para direcionar suas ações nesse sentido, desde empresas até ONGs.

Por isso, então, seu desejo de escrever um livro que investigasse a capacidade das lideranças de empresas de inspirar as pessoas que acordavam todos os dias para estar ali. Ao menos, ao ver dele, assim deveria ser. No entanto, no que dependesse da forma como as empresas formulavam e expressavam suas visões, as pessoas lutariam para acordar todos os dias exclusivamente para chegar a tempo ao escritório, começar suas tarefas e entregá-las, mas por nenhum outro motivo que não fosse este: pagar suas contas.

Algumas metodologias de gestão

Odino conhece algumas metodologias de gestão. Desejo saber mais, ele explica. A primeira que indica é para promover o autoconhecimento, e se usa muito para tentar harmonizar o relacionamento entre líder e equipe. “O Elemento Humano” se chama. Basicamente, a premissa é que você só pode estar bem com seu time se estiver bem consigo mesmo(a). O segundo método é o “LIFO”, um acrônimo de “Life Orientations”. O conceito principal é um clássico, mas com uma nota de rodapé: “Seja quem você é – e não lamente por não ser quem você não é”. “As pessoas passam boa parte da vida perdendo a oportunidade de se focar no que são boas”, Odino reitera.


“As pessoas passam boa parte da vida perdendo a oportunidade de se focar no que são boas”


Por último, chegamos ao método Barrett, em que ele é credenciado. Conta que foi proposto por Richard Barrett, psicólogo inglês, e é adotado para dois fins: caracterizar a cultura de uma organização e identificar o alinhamento entre seus valores e os de seus profissionais. Envolve uma pesquisa para descobrir se os valores das pessoas estão na cultura atual e na cultura desejada pela empresa.

“Todos os dias, deixamos algo além do carro no estacionamento da empresa, que são os valores que não podemos expressar na empresa. Devemos nos adaptar, com um ou outro desconforto, é natural. Só é preciso ver o que estamos deixando no estacionamento”. Odino explica que, se você precisa deixar praticamente tudo em que acredita para entrar pela porta do escritório, não há saída, senão buscar outro trabalho.


“Todos os dias, deixamos algo além do carro no estacionamento da empresa, que são os valores que não podemos expressar na empresa.”


O que é uma visão inspiradora?

Pedi que me explicasse o que era uma “visão inspiradora”, expressão que dá nome ao seu livro. Em vez de dizer categoricamente ou dizer em poucas palavras, decidiu contar de onde veio a ideia para escrever a obra. Odino havia pesquisado o conjunto de visão, missão e valores- o que ele batizou como marco filosófico – das maiores empresas brasileiras. E a constatação foi, antes de tudo, uma sequência de frustrações. “Das 100 maiores empresas que analisei, 81% têm visões de uma pobreza, de uma mesmice impressionante. Todas querem ser a maior, a melhor, a mais admirável, a mais rentável.”


“Das 100 maiores empresas do Brasil que analisei, 81% têm visões de uma pobreza, de uma mesmice impressionante.”


Fazer as pessoas brilharem os olhos? Ele não crê que, quando uma empresa diz que deseja ser a mais rentável do Brasil ou do setor, o brilho nos olhos das pessoas que trabalham ali esteja sendo levado em conta. O resultado disso é um ambiente burocrático, em que os profissionais fazem o mínimo, e fim. Uma visão inspiradora não envolve abrir mão da rentabilidade, não é isso, ele esclarece. Mas é preciso cuidar de que existem diferentes níveis de motivação e satisfação.

Um compromisso de sair da zona de conforto. Assim ele define o necessário para dar o primeiro passo rumo a uma reformulação da visão da empresa, literalmente falando. Quer ela esteja numa parede ou num documento online, se não leva em consideração as diferentes expectativas da equipe, nada feito. Pergunto por que “sair da zona de conforto”, e Odino destaca: é um desafio entender se o declarado pela empresa é o praticado pela empresa.

Cultura, Valores e Visão de uma empresa

Avançamos e peço que ele explique qual a diferença entre Cultura e Valores de uma empresa. A cultura é como fazemos as coisas por aqui. É o comportamento das pessoas. Por trás dos comportamentos, existem valores – o ideal é ter cinco ou seis valores centrais no máximo. Valores são os motivos que levam a fazer ou não fazer algo. Portanto, cultura e valores são aquilo que permite que as pessoas se orientem e tomar as decisões mais difíceis, em situações cinzentas, ou até então inéditas.

No caso, por exemplo, da queixa de um cliente. Você pode atendê-lo mal e não fazer nada a respeito porque a norma da empresa não contempla aquela questão posta pelo cliente. Ou então, você pode assumir um risco, se um dos valores da empresa é ousadia, é pensar grande, e a cultura é tratar o cliente como prioridade. Num cenário como esse, se você é capaz de explicar uma possível exceção que abriu para satisfazer o cliente, porque se embasou no valor e na cultura da empresa, então, sua atitude poderá ser bem-vinda e até mesmo acarretar uma revisão da norma em vigor, Odino diz.


“A visão deve ser como um mantra do qual todos se lembrem diariamente, ao chegar para trabalhar e ao pensarem em trabalho.”


Em seguida, Odino busca esclarecer o que caracteriza a Visão de uma empresa. Visão é um resultado esperado, futuro, expresso com poucas palavras. O motivo? Ela deve ser memorizável, deve estar entranhada no pensamento dos profissionais, como um mantra do qual todos se lembrem diariamente, ao chegar para trabalhar e ao pensamento em trabalho. Portanto, a Visão deve seguir uma redação específica: ser escrita com substantivo, para expressar a ideia de resultado, e jamais com verbo, que designa uma ação.

A empresa de visão mais impressionante do Brasil

Odino não hesita. Depois de pesquisar mais de uma centena de empresas, é categórico: a visão que mais lhe impressionou foi a da Volvo Caminhões: “Zero acidentes com caminhões Volvo no Brasil”. “Conceitualmente falando, é perfeita. Tem uma tensão interna. Segurança é um preceito ligado à Volvo desde seus primórdios, mas essa visão vai além.

Não adianta fabricar um caminhão seguro se o motorista está, por exemplo, sob efeito de drogas, ou se o motorista vai dirigir numa estrada esburacada. Ao definir essa visão, a marca define que se preocupa com o bem-estar do motorista e com a conservação da estrada. A marca coloca um desafio para o estrategista da organização. E é o que ela de fato faz. A Volvo Caminhões hoje tem programas sérios voltados para ambos, como você pode ver aqui.

Quando o líder ignora os sinais

Muitas vezes, a cultura da empresa vai mal, prejudica a equipe, mas os sinais são negligenciados pelos líderes. Odino concorda: frequentemente, os indícios de que a cultura da empresa precisa mudar para se alinhar às necessidades e desejos da equipe são indiretos. Mas, ele faz uma ressalva: a liderança que está próxima da equipe, que ouve, que conversa e que procura entender quando algo não vai bem, que tem sensibilidade para criar canais para que as pessoas falem, essa liderança pode resolver muitos problemas.

As empresas costumam fazer pesquisas, esse é o termômetro mais usual para descobrir como as pessoas se sentem no trabalho, Odino afirma. Mas, no fundo, ele confessa, o mais prático, e mais óbvio, é o contato humano direto. Acontece é que o custo emocional de conversar pode ser muito alto, porque você pode ouvir críticas, demandas, as pessoas podem trazer agendas com as quais você não está preparado para lidar.


“O custo emocional de conversar pode ser muito alto, porque você pode ouvir críticas, demandas, com as quais você não está preparado para lidar.”


Todo trabalho tem um sentido maior?

Digo para Odino que um dos maiores desafios de um líder talvez seja transmitir à sua equipe um significado maior para aquilo que elas fazem, para o seu trabalho. Quero saber: todo trabalho tem um sentido maior a ser descoberto? Sim, todo trabalho tem sua função social, ele responde. Por mais humilde, por mais simples, tem um significado.

“Dois pedreiros estavam assentando um muro. O primeiro, ao ser indagado sobre o que fazia, disse que era um muro. O segundo, que estava erguendo uma catedral”, Odino exemplifica com uma história e, em seguida, cita a História. “Desde a Revolução Industrial, o trabalho vem sendo fragmentado e as pessoas começaram a perder a visão da contribuição do que fazem, perderam a noção do todo. É só um muro, a maioria pensa.”

Carreira e conflitos

Em O Poder de uma Visão Inspiradora, Odino Marcondes cita outro livro, Longe da árvore, de Andrew Solomon, onde é descrita a diferença que há entre duas identidades de uma pessoa: a vertical (herdada dos pais) e a horizontal (não herdada, ou formada na relação com outros pares, como amigos e colegas). Diante disso, conversamos sobre a manifestação e a influência da identidade na carreira.

Pergunto sobre o dilema em que jovens, especialmente da Geração Y, se veem entre seguir a carreira que querem ou optar pela mesma vida de seus pais, pela segurança. Odino acredita que não há problema algum em seguir os pais, mas diz que é importante entender o quanto da sua identidade horizontal você desenvolveu. A identidade vertical indica a força da sua personalidade, enquanto a horizontal diz respeito à sua riqueza. Logo, uma identidade predominantemente vertical é aquela que se fecha para aprendizados. E uma identidade horizontal demais é aquela que caminha sem grandes referências.

Odino diz que gosta muito de um pensamento do escritor alemão Johann Goethe: “A função dos pais é dar aos filhos duas coisas: raízes e asas”. Diz que, com esta ideia, podemos concluir duas coisas: se você cresce muito enraizado, suas asas não se desenvolvem, ficam pequenas. Se suas asas crescem muito, as raízes estão sempre a ponto de romper.

A identidade de uma empresa

Destaco, então, o paralelo que Odino faz com uma empresa, que teria também sua identidade vertical, formada pelas crenças de quem a fundou, e sua identidade horizontal, constituída pelos valores daqueles que se agregaram à cultura ao longo da sua existência, e por ajustes que teve de fazer por influência do mercado ou de investidores, por exemplo. Pergunto se, assim como acontece a uma pessoa, uma empresa pode desenvolver sua identidade horizontal, pela influência da equipe, a ponto de ir deixando para trás a sua identidade vertical, herdada da fundação, e mudar completamente o que começou a ser.


Toda empresa tem valores. A diferença é que algumas investigam, descobrem e usam deles para tomar decisões.


Ele diz que vê nas organizações, na realidade, uma tensão entre suas duas identidades. E afirma: “toda empresa tem valores. A diferença é que algumas investigam, descobrem e usam deles para tomar decisões.” Certas empresas são guiadas durante décadas pelos mesmos valores. No entanto, existem culturas baseadas em crenças dos fundadores, mal explicadas, que as pessoas repetem sem entender por quê.

Crenças devem passar por um crivo, devem ser lógicas, justificáveis, para se transformarem em valores. E se existe uma forma de passar essa peneira é entendendo se os valores da empresa são minimamente próximos dos valores daquelas pessoas que todos os dias acordam e se locomovem para estar ali, durante horas.

fonte: http://blog.runrun.it/odino-marcondes-poder-visao-inspiradora

5 Segredos de uma equipe bem sucedida no Google

Quando transportamos o conceito para a área corporativa logo vem à lembrança funcionários do Google, Apple entre outras empresas de excelência. Porém a dúvida é? Dream Teams só poderão ser formados a obra do acaso, com a coincidencia junção de fabulosos atletas e/ou funcionários? Neste interessante estudo e artigo de JULIA ROZOVSKY, ANALISTA, GOOGLE PESSOAS OPERAÇÕES, ela apresenta os resultados de estudos do próprio Google, para desvendar alguns segredos e mitos.

Confira este interessante estudo e se surpreenda com algumas respostas.

Casulo. Grupo de trabalho. Comissão. Coletivo autônomo. Tudo o que…

leia mais em https://www.linkedin.com/pulse/5-segredos-de-uma-equipe-bem-sucedida-google-rodrigo-ceciliano

Por que os colaboradores mais talentosos abandonam as empresas?

Recentemente recebi a ligação de um empreendedor pedindo ajuda sobre como convencer um colaborador a se manter em sua empresa. Ele já havia pedido demissão e já havia assinado contrato com a concorrência. Era um profissional dedicado e com larga experiência na empresa. Iniciou como estagiário na área de suporte, passou depois pelo marketing, produtos e ultimamente estava na área comercial. Durante o telefonema o meu amigo me explicava: “Ele era um exímio colaborador, responsável, leal e há 5 anos se dedicava à nossa empresa. Por que eu perdi o mais talentoso colaborador de minha empresa? E pior, ele está saindo para receber menos do que recebe aqui.

Esta é uma história real, porém a situação não é exclusiva deste empreendedor. O que acontece que…

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Mentalidade inovadora: o que é e como desenvolver

Imagine que você está em uma estrada quando, de repente, se depara com um obstáculo crítico à sua frente, daqueles que, à primeira vista, parecem mesmo intransponíveis. Do outro lado acontecerá, dentro de alguns minutos, uma reunião que poderá alavancar fortemente sua carreira. O que você faz: resigna-se e retorna ou tenta criar uma solução para cruzá-lo?

Pessoas com uma mentalidade inovadora vão buscar soluções para os problemas apresentados. Mais que isso: vão trabalhar para que tudo seja feito da maneira mais ágil e, ao mesmo tempo, com o menor custo possível.

É importante destacar, no entanto, que…

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Como aumentar a produtividade fazendo menos: 5 técnicas comprovadas

A primeira coisa a ter em mente ao adotar o conceito de Produtividade Mínima é tirar da cabeça a falsa ideia de que ser produtivo é ter uma enorme lista de tarefas a ser cumprida no menor tempo possível.

Essa é uma visão meramente utilitária, que trata o ser humano como se máquina fosse.

Mas, então, como calcular produtividade? O que você tem a fazer é…

leia mais em http://mude.nu/produtividade/