Arquivo da categoria: inspiração

Por que os melhores funcionários nem sempre são promovidos?

Hoje em dia, para progredir na carreira não basta fazer seu trabalho com maestria ou mesmo cumprir o horário a risca, vestir-se de acordo com o dress code da área, ser educado e relacionar-se bem. Claro que tudo isso é importante, mas não carimba seu passaporte para a promoção.

A competição corporativa nunca foi tão acirrada. As disputas por cargos de confiança são verdadeiros duelos de Titãs, pois, quase sempre os profissionais que disputam a vaga tem currículo tão bom ou melhor que o seu.

Se quiser ser o escolhido e conseguir a tão sonhada promoção não…

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Como nadar contra a corrente quando o rio é estreito

É comum nos processos seletivos ter aquele momento de apresentações. “Passei dois anos na Austrália estudando”. “Sou fluente em alemão, francês, espanhol e inglês”. “Fiz um curso de cinema na escola tal”. Intercâmbios, idiomas, certificados e vivências internacionais. O que nos faz sempre pensar em: como vou me destacar? Muitos candidatos já tinham alcançado “itens” que estavam na minha lista, mas que eu sabia que só poderia ter a chance de riscar dela daqui uns dois anos. Ou cinco. Ou um pouco mais que isso.

Não gosto de me vitimizar. Essa definitivamente não sou eu. Mas devo confessar que, naquele momento, um dos meus principais medos me…

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6 práticas que ajudam a virar diretor de uma mega empresa

Você busca ascensão profissional, mas aguarda oportunidades para galgar cargos e desafios maiores? Que tal criá-los você mesmo?

A maioria das vagas de gestão em grandes empresas que possuem características meritocráticas costumam ser ocupadas por colaboradores internos que se destacam, mas a dificuldade de quem almeja crescimento está na VISIBILIDADE.

Muita gente fica chateada…

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Privacidade líquida

Algumas pessoas são ‘abençoadas’ e conseguem passar longe de textões e debates amargos em redes sociais. Outras não se importam com o futuro do Brasil. Por outro lado, todo mundo faz aniversário uma vez por ano.

Quem é um pouco mais velho pode se lembrar com facilidade de uma época que o próprio aniversário era um acontecimento relativamente privado, que podia ser comemorado apenas com familiares e amigos próximos e cuja data só umas poucas pessoas saberiam.

É um estado de coisas que não favorece muito redes sociais construídas em torno do objetivo de promover engajamento contínuo, mesmo que por meio de interações rasas em grande volume, que acabam transformando cada vez mais a convivência social em uma espécie de tarefa a ser cumprida.

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O “NÃO” INADEQUADO

Na vida, é preciso saber dizer o “não” na hora certa.

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A intervenção para negar ou impedir que se faça algo é bem complexa.

Dizer que não fez, quando está escrito na testa “fiz”, é algo desconcertante.

Crianças, imaturas, fazem muito isso. E adultos desaforados igualmente, o tempo todo. Até os que trabalham em favor da lei podem vir a negar (ou mentir).

Negar é também desconhecerobjetardesmentir, rejeitarenganarcontrariar… às vezes é arrogância e, em casos mais sutis, prevaricar e perjurar.

Só que qualquer pessoa pode mentir – é da natureza do ser humano encobrir, para o bem ou para o mal. Já trabalhar com frases contendo verdade, de maneira assertiva, é um comportamento bastante feliz.

Quanto mais negarem que o céu é azul ou insistirem na contraditória assertiva “não faça isso ou aquilo”, mais evidente torna-se o anil do firmamento. E mais compelida a pessoa fica para fazer o “proibido”.

São curiosidades sobre negação na neurolinguística. O “não” é uma abstração – por si só, nada diz. E pode reforçar o contrário.

O cérebro irá se fixar no depois: “Não pense num bombom”. O efeito será como “pense num bombom”.

“Não mexa nisso aí, Artur”. Então, já deu pra concluir.

Poderia ser melhor: “Vá brincar com aquilo que é muito bacana, Artur.” (houve a evitação do “não” e o desvio para algo permissível e atraente, em vez de mexer no que não poderia).

Inúmeros exemplos simples na psicologia forense, na psicologia comportamental e noutras áreas levam à análise da complexidade de uma mentira ou a veracidade de uma afirmativa. Não é fácil mascarar uma realidade e manter por tanto tempo.

Há técnicas para se usar o “não” de forma saudável, para uma boa comunicação.

Pode o “não” ser encaixado em frases que reforcem o objetivo pretendido a partir da permissividade pela subtração. Nisso, o interlocutor se sente considerado.

Exemplo: “Você não precisa tomar toda a deliciosa sopa que está na tigela.” (Se o seu objetivo é que uma criança resistente tome ao menos um ou dois pratos de toda a “enorme” tigela da mesa).

A criança entendeu que ela pode abreviar o “desprazer” de tomar a tigela inteira e vai consumir apenas um ou dois pratos. O objetivo final era que a criança se alimentasse. E tomou uma parte da tigela.

Aqui foi um exemplo em que se usou um artifício de comunicação.

Negar pode usar a palavra “sim”. Afirmando, dependendo do caso está dizendo que ocorreu algo que nunca existiu.

A negação que vem como repressão pode ser parte do ego impedindo o inconsciente. Quando há uma competição, o derrotado quer negar para si que é vencido ou minimizar a dor do fracasso.

Nesse caso, se alguém lhe diz:

“Você não foi derrotado. Apenas não era pra ter ganhado desta vez e por isso não mereceu.”

Ou: “Você não ganha porque não tem força de vontade. Você nunca poderá ganhar.”

São palavras derrotistas, de negação, que já deram uma “sentença” que tira a perspectiva de futuro embate com sucesso. Melhor seria o tom mais realista e acertado:

“O seu desempenho na próxima vez será muito mais proveitoso, porque você pode, tem recursos! De verdade você é bom e por isso comece já a praticar de forma a atingir esse máximo que você merece!”

O estado de negação é um mecanismo de defesa de si ou de quem aponta.

De si ocorre quando o indivíduo procura esconder um fato, se recusando a enfrentá-lo, pela dor da realidade. O fato pode provocar dor emocional, exposição negativa ou consequência maior, como uma punição coercitiva prisional. E por isso a esquiva ou a fuga.

Do outro, que aponta, pode ser por falta de cuidado, de escrúpulo ou até por inveja deixando de apoiar uma pessoa fragilizada.

Quando se quer ser taxativo, categórico, colocando-se palavreado em nível formal ou de autoridade estabelecendo regras, princípios, decisões e ordens, há franca abertura para o uso do “não” como recurso linguístico que enfatize a força do limite. Deve ser caso pontual, não corriqueiro.

uso sistemático do “não” tende a perder a força. Cria aversões.

Saber o usar o “não” na circunstância e tempo certos é ampliar possibilidades.

fonte: https://www.linkedin.com/pulse/o-não-como-impedimento-inadequado-claudio-carlos-de-souza

Me acho um excelente profissional, mas não sou reconhecido. Por que?

O que devo fazer para ter meu trabalho reconhecido na empresa?

Auto conhecimento: Analise-se e descubra se você realmente é o cara foda que acha que é. Se realmente for, descubra se você está se expressando de forma clara, pergunte para colegas, para seu chefe, até mesmo para estranhos o que eles acham de você e no que você pode melhorar, busque um feedback sincero e não se ofenda com as respostas, apenas aprenda e melhore.

Analise o currículo de profissionais da mesma área que você, defina um parâmetro real do que é ser um bom profissional.

Agora se você descobrir que não é tão foda, dê um jeito de ser, pelo menos descubra o que a empresa espera de você e entregue mais. Na maioria das vezes é mais fácil e simples do que você imagina.

Aprendendo a se expressar: Sempre que você explicar algo técnico para alguém, nivele pelo mais baixo, nivele pela pessoa menos inteligente da turma, faça de conta que você está explicando para crianças, desenhe se for preciso, esqueça os termos técnicos e use exemplos simples ou analogias. Ninguém é obrigado a saber o que você sabe.

Foco no dinheiro: Não tem problema apresentar gráficos, indicadores e relatórios, desde que seja para deixar claro suas idéias e onde tudo isso vai levar.

Seus superiores olham estas apresentações todos os dias, toda semana, são várias horas de gente chata, gastando tempo para ir a lugar nenhum.

Tenha idéias para aumentar o faturamento, apresente de forma clara e objetiva, daí você vai ser o cara.

Infelizmente, muitos gurus dizem que o que importa é o que as pessoas ao seu redor acham que você sabe, e não o que você realmente sabe. É o que chamamos de “qualidade percebida”.

Tem gente que se dedica mais a isso do que realmente aprender a fazer alguma coisa. Na minha opinião isso não é legal!

No fim tudo sempre se resume a vendas, marketing e resultados. Neste caso, o produto é você!

fonte: https://www.profissionaisti.com.br/2018/05/me-acho-uma-excelente-profissional-mas-nao-sou-reconhecidoa-por-que/

Somos ilimitados: não deixe a mente te convencer do contrário

“Qualquer pessoa pode cozinhar”. É o que diz o chef Gusteau no longa de animação “Ratatouille”. Em tradução livre Zillermânica “um grande talento pode surgir de qualquer lugar” ou “não limite o interesse de alguém antes da experimentação”. A animação da Pixar desenvolve o roteiro em cima desta máxima: se eu posso, por que você não pode?

Conheci o Alphonse Voigt, fundador da EBANX, no início deste ano, em Belo Horizonte, em um evento da Endeavor. Ele, no palco, contando sua história de vida. Eu, na plateia, ouvindo atentamente. Durante a apresentação, os pontos que Alphonse explorava me…

 

Leia mais https://endeavor.org.br/somos-ilimitados-nao-deixe-mente-te-convencer-contrario/