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O profissional é aquele que faz por amor, o amador é aquele que faz por dinheiro.

rofissionalismo não tem nada a ver com o trabalho que você faz, mas como você faz. 

Eu fui um dos malucos que ficou nove horas na fila no último dia 16 de Março para comprar o Novo iPad nos EUA.

Eu entrei na fila as onze horas da noite do dia 15 de Março, e sai apenas as oito horas da manhã do dia 16 direto para dentro da loja da Apple na quinta avenida em Nova Iorque.

Eu fiz um vídeo do momento exato em que eu entro na loja da Apple,assista aqui

Eu passei a noite inteira em um frio do inferno (zero graus), vento gelado e chuva cortante sem beber um gole sequer de água…

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Contra a cultura do mesmo

Assim como gostava de definir, os produtos da Apple eram para os loucos e descontrolados. O executivo conseguiu através de sua habilidade em propor o novo tornar-se ícone de toda uma geração que descobriu a tecnologia não apenas como a solução de problemas e questões do cotidiano, mas como um novo objeto de consumo.

No curso de seus…

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5 Razões porque o mundo dos negócios vai sentir falta do Steve Jobs.

A frente da Apple ele revolucionou a indústria de microinformática, música, entretenimento, telefonia, computadores portáteis e aplicativos móveis entre outras.

A frente da Pixar, ele revolucionou a indústria do cinema. Steve Jobs comprou a Pixar quando ela era apenas um pequeno estúdio de criação gráfica, e transformou os caras no melhor estúdio de animação gráfica da história do cinema. Alguns anos depois a Disney comprou a ….

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Show me the money!

Por Frederick Montero

Acredito que até demorei para tocar no assunto, mas fica cada vez mais difícil evitá-lo, devido ao fascínio que vem crescendo em torno do iPhone. Na ocasião do seu lançamento, o iPhone provocou um frenesi populacional e midiático como eu acredito nenhum outro equipamento eletrônico provocou. Nem sempre abordar um assunto quando ele ainda está quente e fresco é um ato recomendável, porém o tamanho do impacto que a Apple pode vir a provocar com seus últimos lançamentos transcende as fronteiras da efervescência momentânea da época na qual foram revelados.

Recentemente, a Apple lançou um novo iPod semelhante a um iPhone sem a parte relativa ao telefone celular. Em compensação, manteve a mesma tela sensível ao toque e a mesma interface cativante do iPhone. Porém a sua funcionalidade mais importante teve um papel de destaque em um lançamento inédito: uma loja virtual de músicas através de redes WIFI.

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O caro pode custar barato?

“Design não é sobre como um produto vai ficar bonito, mas como ele vai funcionar. A participação de mercado da Apple é maior que a participação de mercado da BMW e Mercedes na indústria automobilística. O que tem de errado em ser uma BMW ou uma Mercedes?”, Steve Jobs

Doze meses e seis milhões de cópias vendidas após o seu lançamento, a Apple dropou o preço do iPhone em 400 dólares. Inicialmente lançado a 599 dólares, o novo iPhone chega ao mercado no próximo dia 11 de Julho por apenas 199 dólares. Acabou a festa das madames e patricinhas de São Paulo que andavam na rua mostrando o iPhone como se apenas elas pudessem ter um. A partir de 11 de Julho o iPhone vira carne de vaca, todo mundo que tem um emprego decente poderá ter um.

Até no Brasil, mesmo depois que o governo aplicar a sua tradicional e indecente mordida fiscal, o iPhone será acessível.

A Apple é uma empresa originalmente elitista. Ela sempre colocou uma visão elitista em tudo que faz, inclusive na escolha de parceiros, clientes e funcionários. Na visão de Jobs não existe muita diferença entre um motorista de táxi bom e um motorista de táxi ruim. Um motorista de táxi bom consegue ser 3 ou 4 vezes melhor do que o motorista ruim. Porém, um excelente designer, programador ou marketeiro consegue ser 100 ou 200 vezes melhor do que um designer, programador ou marketeiro ruim. Existem centenas de habilidades que podem ser aprendidas por um trabalhador do século 21 para se diferenciar da média. Não existem muitas habilidades que um motorista de táxi pode desenvolver para pular da mediocridade para a excelência.

Jobs sempre acreditou em poucas pessoas, poucos clientes, poucos fornecedores. Na Apple as equipes de trabalho sempre foram pequenas. Máximo 100 pessoas. Ele dizia a seus diretores, “Se você quiser aumentar a sua equipe para 101, você terá que mandar alguém embora”.

Steve Jobs nunca fez questão de fazer produtos que pudessem ser comprados por um ser humano ordinário, pela massa, pelo povão, ele sempre fez produtos extraordinários para as pessoas extraordinárias, na opinião dele existe um número limitado de pessoas extraordinárias. Nem todo mundo, apesar do potencial que têm, consegue ser extraordinário. (Você acredita nisso?).

Há pelo menos 20 anos os computadores, notebooks e mp3s da Apple são no mínimo 50% mais caros que os seus pares, sendo líderes de mercado ou não, precificados para atender as pessoas extraordinárias (ache você ruim isso ou não). Sempre foi assim. Mas na segunda-feira 15:20 hs horário de Brasília tudo mudou quando Jobs anunciou o iPhone 3G.

Pela primeira vez na história da Apple, Jobs tem um produto MELHOR e mais barato que a concorrência. O iPhone 3G com 8 gigas é pelo menos 50% mais barato do que os seus pares Blackberrianos, Nokias, Motorolas e asiáticos. Pela primeira vez na história da indústria de tecnologia o ser humano ordinário terá a chance de colocar as mãos em um produto Apple.

Desde 1956, quando alguém na Procter & Gamble descobriu a fórmula dos 4Ps, todo marketeiro que se preza analisa quatro questões “básicas” antes de lançar um produto. O PREÇO que o produto chegará ao mercado, a PROPAGANDA que irá levar a mensagem do produto até o cliente, os benefícios tangíveis e invisíveis que o PRODUTO deve ter para ser percebido como diferente por um determinado mercado, e a localização, crédito e capacidade de um PONTO DE VENDA em distribuir esse produto em um determinado local.

Desde que os 4Ps são 4Ps o paradigma do marketing diz que o bom tem que ser caro porque o barato é percebido como ruim.

Se o produto que você faz oferece mais benefícios que o produto concorrente, ele não pode custar mais barato que a concorrência senão o seu cliente não vai acreditar que você é melhor.

Você acredita nessa regra?

Claro que acredita!

Se não acreditasse os líderes de mercado seriam mais baratos que os produtos que estão em segundo lugar. Trinta segundos de comercial na novela da Globo é 30% mais caro do que trinta segundos de comercial na novela da Record. Um calçado da Nike é mais caro que um calçado da Tooper (se você encontrar um), um par de havaianas é mais caro que um par de sandálidas ipanema. O Wal-Mart é mais caro que o Carrefour, por sua vez o Pão de Açucar é mais caro que o Wal-Mart. E todos vão muito bem obrigado sendo mais caros que a média.

Você acreditaria que o ZÉ TELEFONE seria capaz de criar um aparelho portátil que cabe na palma da sua mão e que vem com câmera digital integrada, e-mail, browser de internet, wi-fi, videos, fotos, jogos, músicas, caixas de som estéreo, fantástica tela wide-screen com tecnologia proprietária sensível ao toque, incrível capacidade de armazenamento, integração com o Microsoft Exchange, loja virtual com dezenas de softwares adicionais, e ainda com telefone celular embutido por 300 reais?

Mas se for um produto da Apple você vai sair correndo para comprar um, certo?

A dropagem do preço do iPhone e a popularização da Apple vai destruir a imagem que ela construiu até agora como empresa elitista?

Com certeza!

Ela se importa?

Não!

“Eu não tenho medo de começar do início”, disse Jobs quando perguntaram o que ele faria para reconstruir a Apple em 1997.

A Microsoft reina soberana no universo dos sistemas operacionais desde 1981. Com o advento do iPhone, a Apple tem a chance pela primeira vez em décadas de ter um sistema operacional dominando o mercado. Jobs não vai perder essa chance. Todo mundo sabe que século 21 é sobre software e não hardware, inteligência sobre força bruta, cálculos sobre máquinas. Até 2010 o número de pessoas acessando a internet via telefone será maior do que número de pessoas acessando via computadores. O celular é definitivamente uma nova plataforma de acesso a internet e o sistema operacional do iPhone tem a chance de ser o líder desse mercado.

A Apple está abrindo mão de lucrar no hardware do iPhone para apostar as fichas no software. No mesmo dia que anunciou o iPhone, Jobs lançou o MobileMe, um super mega blaster web site onde os usuários de iPhone poderão armazenar e sincronizar arquivos de fotos, emails, contatos, calendário com a internet por 99 dólares por ano. No dia 11 de Julho entra no ar a Loja online de softwares para iPhone com dezenas de aplicativos free e outros pagos desenvolvidos por terceiros segundo os padrões da Apple. Jobs é completamente contra sistemas abertos. “Jobs é um artista elitista que não quer ver a sua obra se transformar em uma mutação de mal gosto. É como se um artista de rua desse uma pincelada em um quadro do Picasso, ou alguém mudasse a letra de uma música dos Beatles. Jobs não vai deixar que isso aconteça”. A Apple vai ganhar 30% de comissão em cima de todas as vendas de softwares feitas na loja da Apple, além é claro, de ganhar com a venda de músicas, filmes, shows de TV, audio-livros que podem ser comprados na loja e armazenados em um iPhone.

“O meu sonho é que um dia todas as pessoas do mundo terão um computador Apple”, disse Jobs em 1984 quando lançou o Macintosh para enfrentar a soberania do IBM PC. Parece non sense quando você leva em conta tantos anos de elitismo, mas, após décadas puxando a indústria para níveis de excelência e forçando os seus concorrentes a sair da mediocridade (Windows) e se fazer entender pelo usuário comum, Jobs finalmente está vendo o dia em que todas as pessoas terão um computador Apple nas mãos, ainda que seja um telefone.

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fonte; http://www.bizrevolution.com.br/blog

Gutemberg transformou todos nós em leitores, a Amazon em editores.

“Nós somos o produto de 4.5 bilhões de anos de imprevistos e evolução biológica lenta. Não existe nenhuma razão para pensar que o processo de evolução parou. O Ser Humano é um animal transitório. Nós não somos o climax da criação.” Carl Sagan

Na próxima segunda-feira 9 de junho, Steve Jobs vai assombrar o mundo novamente com o lançamento do iPhone 2.0. A nova versão do smartphone mais smart do planeta deve ter o dobro de gigas, a metade das gramas, uma infinidade de aplicativos para escolher diretamente da web loja da Apple, integração total com o e-mails corporativos, disponibilidade imediata em uma porção de novos países inclusive o Brasil, tudo por um preço – que eu acredito – arrasador. Eu acredito que Steve Jobs vai dropar o preço do iPhone e quebrar as pernas da Nokia, Motorola e companhia limitada.

O iPhone é o máximo, mas existe um outro produto igualmente arrasador liderado por um cara igualmente jobniano chamado Jeff Bezos, fundador da Amazon. O produto chama-se Kindle, e infelizmente não existe a mínima chance de chegar ao Brasil no curto ou médio prazo.

O iPhone vai revolucionar as indústrias de telefonia móvel, internet, fotos, computadores portáteis etc que estão em circulação há algumas décadas. O Kindle, por sua vez, vai revolucionar a indústria do livro impresso, uma indústria que resiste firme há 500 anos. (Se o negócio existe há 500 anos é porque é bom, certo?).

Kindle é um leitor eletrônico de livros ultra fino, leve e portátil, capaz de armazenar o conteúdo de até 200 livros de uma única vez. O Kindle está permanentemente conectado a uma rede sem fio que permite ao consumidor fazer download de qualquer livro em apenas 60 segundos. A grande sacada do Kindle é criar uma maneira de permitir que todos os livros já publicados no planeta continuem em catálogo, uma vez que todos os livros estão disponíveis eletronicamente nos servidores da Amazon.

O Kindle tem alguns números e histórias fantásticas. Lançado no final de 2007 esgotou imediatamente na Amazon por vários meses. Hoje 6% de todas as vendas de livros na Amazon são downlodeados para dentro de um Kindle. Somente um cliente já comprou 1.076 livros por conta da facilidade que existe em clicar apenas um botão e ter o livro inteiro na palma da mão. Outro cliente conta sobre a vez que viajava de avião com a filha quando esta se esquecera de trazer alguma coisa para ler durante o vôo. Ele não pensou duas vezes, sacou o seu Kindle, procurou por alguns livros infantis na Amazon, e imediatamente fez o download de uma porção deles para a filha.

“O Kindle faz o livro desaparecer”, conta Walter Mossberg, guru high tech do Wall Street Journal em janeiro de 2008, “A tela é tão fantástica que faz você esquecer que está lendo um livro eletrônico”.

O Kindle pode ser lido no Sol, a bateria permite até 30 horas de leitura sem necessidade de recarga (você pode dar a volta ao mundo lendo livros no Kindle), o usuário pode ampliar ou reduzir as fontes de letras quando achar necessário, fazer anotações nas margens, traduzir palavras que não conhece usando o dicionário eletrônico embutido, ouvir livros inteiros com a função de áudio livros, e no final do dia, pode carregar literalmente todos os livros que deseja para qualquer lugar que esteja.

O Kindle é um achado inclusive para aqueles que defendem o meio ambiente uma vez que ajuda a economizar gasolina, papel e todos os recursos do velho mundo. Por conta disso, os livros comprados para o Kindle são em média 25% mais baratos do que os livros impressos. 9 dólares é o preço médio da versão Kindle de um livro regular.

O Kindle permite inclusive que os livros nunca fiquem desatualizados. O autor de um livro pode acrescentar ou alterar os textos que escreveu quando bem entender, independente de intermediários.

E essa coisa toda da reinvenção do livro vai ainda muito mais longe. Uma novidade como o Kindle permite que qualquer pessoa física seja autora de livros populares sem a necessidade de esperar pela aprovação de uma editora, distribuidora ou livraria de livros no formato clássico. Você escreve o livro na segunda-feira, faz a revisão na terça, o design na quarta, o upload na quinta, sexta-feira você já tem algumas cópias do livro nos Kindles dos amigos.

Gutemberg transformou todos nós em leitores, a Amazon em editores. A Wal-Mart transformou todos nós em consumidores de bolacha recheada, qual supermercado nos transformará em produtores de alimentos?

Além do Kindle, outros dois serviços web incríveis levam a edição impressa e personalizada de livros a um patamar que você nunca imaginou. Se você tem um blog e gostaria de transformar tudo que você escreveu até agora em um livro colorido, com fotos envolventes circulando os seus textos, tudo impresso em papel de extremo bom gosto e inclusive reciclado, acabamento premium e tudo que sempre sonhou para o livro da sua vida, você pode contratar a Blurb. Um único livro do seu blog com 160 páginas e capa dura sai por 42 dólares. Se você pensa em editar para vender, a Blurb criou a BlurbNation que promove os livros criados com o sistema deles.

Se você tem filhos com idade para desenhar, pintar e colorir, você pode criar e montar livros infantis usando a Tikatok. Tikatok é uma comunidade virtual onde as crianças podem criar os seus livros infantis, produzí-los com o melhor acabamento possível e imprimí-los. A impressão dos livros infantis saem por 20 dólares cada e ficam com a cara dos livros produzidos em massa que você encontra nas livrarias clássicas.

A melhor maneira de deter o crescimento avassalador de grandes corporações é formentando a produção, comércio e melhoria dos produtores e criadores locais de todas as coisas. Sempre que puder, se o cidadão merecer, consuma localmente, produza localmente. Escolha o estilo caseiro ao invés do estilo industrial. O planeta agradece.

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Opinião: Um Cruzeiro Solitário

Muitas pessoas vêem o iPhone apenas como um telefone celular anabolizado, mas a bem da verdade, o iPhone representa o primeiro exemplar do nascimento de uma nova plataforma de comunicação e informação. Uma visão óbvia do aparelho seria enxergá-lo apenas como um computador miniaturizado, através do qual as pessoas podem realizar os trabalhos que costumam realizar em seus desktops ou notebooks, como acessar a internet, editar textos, verificar emails, compor planilhas e outras tarefas do gênero. Porém mais e mais a Apple utiliza o ecosistema do iPod para diminuir o vácuo que separa os diferentes equipamentos e programas e para, com o tempo, transferir o centro deste ecosistema, que agora se encontra em cima do programa de gerenciamento de mídias iTunes, para a plataforma iPhone/iPod Touch, gradativamente.

No último mês de Abril, diversas pistas sobre esta estratégia surgiram na mídia especializada em tecnologia, tais como o lançamento de um kit de desenvolvimento para os discos BluRay que permitirá ao iPhone acessar e controlar determinados aspectos dessas mídias físicas, por meio de uma conexão de rede sem fio com os aparelhos BluRay. Também surgiram indícios de que a Apple planeja o lançamento de um programa de controle remoto universal para o iPhone, permitindo-lhe controlar diversos equipamentos domésticos, entre eles, o AppleTV e os próprios Macs. Portanto a plataforma iPhone não se reduz apenas a um meio de processar informações, mas também de controlar o mundo ao seu redor, levando a crer em uma realidade na qual existirá um equipamento tão pessoal para cada um quanto a própria carteira de identidade.

O mais surpreendente deste conjunto todo é que apenas uma única empresa ou grupo parece ter conseguido embarcar sozinho em um campo que promete ser um cruzeiro marítimo pelo Caribe para desenvolvedores de equipamentos e programas. Dentre todas as empresas, a Apple possui uma característica singular entre os diversos fabricantes de equipamentos eletrônicos e de informática, que é ter controle tanto sobre o hardware quanto o software de suas criações. Mas ainda assim, muito poucas empresas parecem conseguir vislumbrar o horizonte que se abre diante de seus olhos. Com exceção da Google.

A Google, quase no mesmo período do lançamento do iPhone, apresentou a plataforma Android, que nada mais é do que um conjunto de parâmetros para a criação de um sistema e de programas para dispositivos móveis, baseados em diversos projetos de código livre, como o Linux e o Java. Porém quase um ano depois, a plataforma Android se restringe a uma quantidade limitada de projetos em empresas de equipamentos telefónicos celulares, com medo da concorrência do iPhone. Ou seja, pelo lado dessas empresas, não existe uma preocupação em integrar esses equipamentos com outros equipamentos, criando uma sinergia entre eles. Crêem apenas que a sedução da mágica das telas sensíveis ao toque bastará por si só para garantir a sobrevivência das suas vendas, sem o desenvolvimento de uma utilidade prática para essa tecnologia que eleve a experiência dos seus usuários para um novo patamar de possibilidades e descobertas. O que é uma pena, pois com a estagnação da Microsoft e a timidez da Sony em criar coisas novas, apenas as soluções de código livre parecem capazes de, ao médio prazo, embarcar neste cruzeiro. Isso se houver um apoio mais amplo de fabricantes de equipamentos eletrônicos e de informática a um projeto de código livre consistente. Porém com o estágio atual de desenvolvimento dessas soluções para a nova plataforma, somente quando o cruzeiro estiver no meio do caminho é que haverá possibilidades de uma alternativa viável embarcar na viagem. Então neste momento, a Apple já será amigo íntimo do capitão e de toda a tripulação e passageiros, além de desfrutar de quase todas as mordomias sozinho.

fonte: http://www.dicas-l.com.br/filosofiadigital/filosofiadigital_20080505.php