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3 técnicas que ajudam a aprender qualquer coisa

Encontrar significado

Pesquisas apontam que motivação é a chave para aprender qualquer coisa. Então, para conseguir dominar uma ideia, nós temos que torná-la importante.

“É impossível aprender se nós não quisermos fazer isso, e para ganhar expertise temos de ver essas habilidades e conhecimentos como valiosos”, afirma Boser. “Nós temos que criar significado. Aprender é encontrar sentido em algo”.

 

Metacognição

Humanos são animais confiantes demais. Nós achamos que somos mais espertos e mais bonitos do que realmente somos, e que trabalhamos mais do que aqueles à nossa volta. E isso é, com certeza, matematicamente impossível. “Nós não fazemos o suficiente para entender o que não sabemos”, escreve Boser.

O pesquisador holandês Marcel Veenman descobriu que crianças com habilidades metacognitivas superavam as crianças que tinham QI alto nos testes de matemática. Ele disse a Boser que, em sua pesquisa, a metacognição era responsável por 40% dos resultados do processo de aprendizagem, comparada aos 25% que ficavam a cargo do QI. Criar um processo para se planejar, monitorar e avaliar o processo de aprendizado gera um entendimento maior.

 

O poder do esquecimento

As pessoas, em geral, esquecem 50% do que aprendem depois de um período de 24 horas. De acordo com Boser, não há nada de errado nisso. “Em resumo, as pesquisas demonstram que o esquecimento ajuda no aprendizado e que, quanto mais nos aproveitamos disso, mais aprendemos”. Isso porque, quando nos esquecemos, temos a chance de relembrar algo. E relembrar permite que retenhamos a informação por mais tempo.

Uma prática-chave que se beneficia da nossa tendência ao esquecimento é chamada “interleaving“. Quando as aulas misturam diferentes tipos de problema, as crianças costumam aprender mais do que quando veem um tipo de cada vez. Pense em termos matemáticos: os jovens geralmente têm de entender, por exemplo, uma série de enunciados que trabalham um tipo de gráfico específico para, em seguida, analisar outros conceitos, como curvas. Eles não precisam pensar sobre qual espécie de problema estão resolvendo, o que os ajudaria em uma prova que mesclasse todos eles, sem uma ordem determinada. Quando nos forçamos a alternar diversas porções de informação, nós esquecemos e relembramos o material – e, como consequência, absorvemos melhor.

 

leia mais em https://exame.abril.com.br/carreira/3-tecnicas-que-ajudam-a-aprender-qualquer-coisa-do-ingles-a-matematica/

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Projeto: Já entendi

Como bater metas sem perder a equipe em 4 passos

Todos os caminhos levam a Roma, porém, sempre haverá um caminho menos tortuoso que nos levará até lá.

O maior desafio de quem é dono do próprio negócio talvez seja convencer pessoas que recebem uma receita mensal fixa a se comprometer com as metas de quem recebe uma receita variável.

Só desta forma o “salário” do empresário estará garantido.

Se você se encontra na situação de líder de uma equipe e de…

leia mais em http://insistimento.com.br/4-passos-para-bater-metas/

Mais aula não resolve

Com a abolição gradual do sistema conteudista, pensar hoje em aumentar as horas de aula é quase criminoso

Está todo o mundo tonto. Esse negócio de educação deficiente deu pano para todas as mangas. No redemoinho dos perdidos, o simplismo é “afundante”.

O Pisa e testes que tais -que não parecem com o Enem, em vários sentidos, superior a eles- passaram a ser o padrão-ouro para se medir a escola. Aqui e mundo afora.

Falei por algum tempo com o ministro da Educação da Dinamarca, no ano passado, e fiquei perplexo ao descobrir que a sua meta era subir no ranking do Pisa. Não bastava ter obtido um dos melhores resultados do mundo -ele era cobrado pela sociedade dinamarquesa para melhorar a posição na listagem.

O Brasil, há poucos anos, passou a se medir assim também. Como consequência, todos perguntam como fazer para subir no ranking (estamos na 53ª posição). Ora, descobrindo o que fazem as melhores escolas do mundo serem um sucesso.

Viramos súditos das respostas simplórias. Todos fazem estudos que demonstram que professores melhores e mais tempo em sala de aula dão resultado melhor. Como a questão de professores melhores é subjetiva, de uma “ululância” vexante, e que leva tempo (uma ou duas décadas) para se consertar, parte-se para o segundo item.

Assim, começa a grita pela escola integral e por mais tempo na sala de aula. Como se torturar a meninada com mais horas monótonas e mal pensadas fosse resultar em aprendizado duradouro. Que bobagem! Isso não passa de um clichê, que serve para dar aos pais e aos políticos a sensação, idealizada, de que algo está sendo feito. O custo é altíssimo, e esse percentual a mais de PIB que iria custear um aumento de jornada deveria ser usado na reforma curricular.

Gilberto Dimenstein falou de uma escola na Califórnia, a Summit, que concede aos alunos dois meses, além das férias, para que escapem do tal do currículo. Com isso, essa escola pública é muito superior -em notas- às daquelas que aumentaram suas jornadas. Claro. No mundo que está por vir, com currículos baseados na web e abolição gradual do sistema conteudista, acrescentar horas de aula é quase um ato criminoso.

Essa dinheirama precisa ser redirecionada a fim de preparar as escolas para a revolução digital. Que, aliás, permitirá aos alunos surfarem questões em casa, em vez de acorrentá-los às carteiras. Todo esforço tem de ser no sentido de alforriar a meninada, em lugar de achar maneiras de aumentar o “Febem-ismo”. Com que mais tempo em sala, mais decoreba e mais tortura, nosso pequenos “guantanamistas” aparentarão melhorar.

Mas terão apenas se rendido, catatonicamente -como fazem os coreanos que se suicidam depois- à pobre conclusão dos que “pensam” o ramo: “se está ruim assim, vamos dobrar o mal e ver se melhora”. Quanta preguiça macunaímica!

fonte: http://www.contandohistorias.com.br/historias/2006567.php

O otimismo é importante para continuarmos buscando nossos objetivos. Entenda o seu poder

Um treinamento de primeira linha no Le Cordon Bleu de Londres pode ajudá-lo a conseguir um emprego em um grande restaurante.

Mas, para continuar a ser relevante como um chef celebridade, é preciso dominar o empreendedorismo e a arte de correr riscos.

Isso é exatamente o que Mario Batali tem feito…

leia mais em http://www.jornaldoempreendedor.com.br/destaques/gestao-empreendedorismo/o-poder-do-otimismo-delirante

10 itens que precisamos mais

Compartilho com vocês itens, que li em um artigo em inglês,  os quais podem nos auxiliar na busca do equilíbrio, do viver bem e melhor conosco e em sociedade…

Mais amor
Eduquemos nossos corações e distribuamos o amor por onde formos ou estivermos.

Buscar mais paixões
Reflita sobre o que gosta, sobre o que o faz ser feliz… e busque dia a dia alcançar tais objetivos.

Mais tempo com família e amigos
O caminho da vida é longo, estudar, trabalhar, comprar uma casa, casar… enfim, busque estar em família e com bons amigos para que este caminho faça ainda mais sentido, são eles que sempre fazem a diferença nos momentos de necessidade.

Mais paciência
Todos erram, se equivocam. Mais importante, NÓS erramos e precisamos compreender e relevar, assim como precisamos ser compreendidos. Não julgue ou critique em demasia, sem critério ou de forma áspera. Paciência para falar, onde palavra é de prata, silêncio é de ouro.

Mais respeito
Nossa opinião não é a única no mundo e não somos a verdade. Antes de criticar ou negar algo, ouça com calma e respeito a todos, a todas idéias, tente entender ou conhecer as razoes de um pensamento e se não concordar, debata a idéia e nunca o ser humano que a divulgou.

Mais arte
Faça, crie, desenhe, rabisque, projete. Saia do lugar comum, do mais fácil ou cômodo, reivente-se e explore novas possibilidades.

Mais aprendizado
A vida é mais excitante quando se está aprendendo ou adquirindo mais informações, descobrindo algo novo.

Mais descanso
Projetos, idéias, transito caótico, pressão, enfim… é tanta correria que não temos tempo para recarregar nossa estrutura, nosso corpo que é limitado de recursos físicos, necessita descansar para se restaurar, revigorar. Lembre-se disso.

Mais ferramentas úteis
Ferramentas são úteis pois podem nos poupar tempo, nos permitir mais momentos em familia, com amigos, novos projetos, enfim. Faça bom uso de ferramentas no sentido de lhe adicionar valor a vida.

fonte: http://www.lifehack.org/articles/lifestyle/10-things-need-more.html

A capacidade de desaprender

Saber é fácil.

Porque você vê alguém fazendo, entende como funciona, testa uma ou duas vezes por conta própria (possivelmente com um ou dois erros no meio do caminho) e depois você aprende.

Depois que você aprende, você sabe.

E as coisas que você sabe são…

leia mais em http://arquiteturadeinformacao.com/2013/04/19/a-capacidade-de-desaprender/