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Emprego não é prisão!

Não é um assunto tão simples quanto parece. A relação Trabalhador-Organização, pressupõe um nível de confiança em que as partes tenham abertura para conversar (e buscar alternativas) quando as coisas não vão bem. Infelizmente, sabemos que muitas vezes (acho que na maioria delas) não é assim.

Eu respondi o e-mail, explicando meu ponto de vista e meu entendimento de que as pessoas devem ter o direito a explorar opções e conversar abertamente quando identificarem que a relação atual não está tão bem… Nunca tive resposta.

Em última instância, eu acredito que…

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Quase ninguém liga para o seu esforço. As empresas querem é resultado

Outro dia, em uma palestra sobre educação realizada na escola da minha filha, um psicólogo disse algo interessante: “Somente seus pais vão te reconhecer pelo seu esforço”. Aquilo me intrigou. Será que só teremos esse diagnóstico no campo afetivo? E nas empresas onde passamos mais da metade do nosso dia, como fica o nosso empenho?

A resposta é… não fica. Esforçar-se é uma parte do caminho. Um componente importante da trajetória para o sucesso, mas ainda sim um componente.

O que nos torna necessários no mundo corporativo chama-se resultado. Foi assim quando estive do outro lado da mesa, como colaborador dos jornais e emissoras de rádio pelos quais passei, e tem sido assim ao gerir a minha própria agência. Não somos contratados porque somos dedicados, mas

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Decidir é fácil, difícil é tomar uma atitude

É só quando chega o final do ano que percebemos a quantidade de coisas que deixamos para trás: são muitas as decisões que tomamos, mas que não tivemos a coragem de executar.

Decisões, assim como planos estratégicos, são extremamente importantes. No entanto, são as atitudes que de fato viabilizam a sua execução. São elas que testam a nossa coragem. É só na prática que percebemos o quanto estamos seguros em relação aos nossos planos e decisões. As atitudes desafiam a nossa capacidade de conviver com os sacrifícios inerentes a qualquer opção, exercitam a nossa resiliência e nos fazem trabalhar (no limite de nossa capacidade de adaptação) em todas as variáveis, mesmo as que não estavam previstas em nossos planos.
Isso pode até parecer lugar comum. Mas, a cada nova experiência que tenho com pessoas e empresas, verifico a imensa distância que existe, na maioria das vezes, entre a visão (planos e decisões) e a execução (atitudes) dos empreendedores.

Chamo você para essa reflexão, justamente porque, nessa época do ano, somos sugados pelo sensação de que é preciso renovar, realizar planejamentos estratégicos e adotar resoluções diante dessa “nova chance” que a vida está nos dando.

No campo dos negócios, esses sentimentos acabam levando gestores a intermináveis reuniões de planejamentos estratégicos, repletas de apresentações motivacionais, fórmulas mágicas de sucesso e muito choro no final.

Esse tipo de encontro muitas vezes não passa de uma armadilha, que nos afasta da discussão real: o que fizemos de errado, onde a concorrência nos bateu, quais são as nossas deficiências e, principalmente, onde nos faltou a coragem suficiente para assumir os riscos que qualquer execução carrega.

Sendo assim, nesse final de ano, em vez de cair na tentação de apagar o passado e começar a desenhar um futuro de sucesso do zero, analise o que você deixou de fazer no ano que passou e tenha a coragem de admitir seus erros e fraquezas. Lembre-se que, no ano passado, esse era o futuro que você queria para si ou para os seus negócios.

Pegue suas anotações e as de seus colaboradores e, em vez de tratar de planos (que provavelmente não serão executados novamente), diga como será a execução de tudo aquilo que você já sabe tem que ser feito há muito tempo. Calcule as perdas, ganhos e investimentos que terão que ser feitos. Concentre-se na prática, e não na teoria.

2015, dizem as más línguas (e as boas confirmam), não será um ano fácil (assim como o que termina também não foi). Se você ficar parado, sem correr o risco da execução, uma coisa é certa: no ano que vem, provavelmente você estará precisando efetuar mudanças urgentes em seu negócio ou na sua vida – coisas que já deveria ter feito há dois anos. E aí, pode ser tarde demais.

fonte: http://revistapegn.globo.com/Colunistas/Carlos-Miranda/noticia/2014/12/decidir-e-facil-dificil-e-tomar-uma-atitude.html

Sucesso é não dar ouvidos as pessoas tóxicas e suas abobrinhas

Eu leio todos os comentários nos meus textos. E sempre que possível, eu respondo. Acho que não fiz isso uma ou duas vezes porque realmente não dei conta, mas sempre procuro ter feedback. É assim que cresço também.

Eu fico muito feliz que todos os dias tem alguém dizendo que tenho o ajudado na sua jornada de descobertas. Alguns até me contaram que tomaram decisões importantes nas suas vidas profissionais depois que leram as palavras que aqui escrevo. Eu sei que isso é perigoso e me traz muita responsabilidade sobre o que digo. Não sei tudo, mas tudo que eu sei, faço questão de compartilhar com meus leitores.

São inúmeros os recados que…

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7 coisas a fazer para ser Imparável

Humanos são seres sociais. Assim, tendemos a nos comparar com outras pessoas especialmente sobre situação social, sucesso ou riqueza, prosperidade. Geralmente, quando vemos que estamos ficando para trás, perdemos a motivação e a confiança.

Não permita que isto aconteça.

Há coisas que você pode fazer para se transformar em forma imparável:

1 – Não pense – apenas tenha discernimento e aja

2 – Não seja motivado por dinheiro ou algo externo

3 – Nunca esteja satisfeito

4 – Seja verdadeiro com você mesmo

5 – Não seja receoso com as consequências de uma falha

6 – Se mantenha aprendendo

7 – Esteja no controle sempre

 

Fonte: http://www.lifehack.org/520610/doing-these-7-things-can-make-you-unstoppable-in-life

Adote apenas 1 hábito e torne-se incrivelmente produtivo

Mas você, fã ou não do esporte, saberia dizer o que diferencia os 12 mil atletas, de 206 países participantes, dos pouquíssimos campeões olímpicos?

O que levou o supercampeão das argolas, o pequeno gigante brasileiro Arthur Zanetti, com apenas 22 anos, a conquistar o ouro em Londres 2012 e o condiciona como favorito na Rio 2016?

O que permite o jamaicano Usain Bolt ser, desde 2008, o homem mais rápido da terra, não tendo conhecido a prata nem o bronze em quase uma década?

Além de um domínio sobrehumano da…

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23 trechos de livros sobre liderança que valem por anos de aprendizado

Você é o tipo de pessoa que está sempre comprando livros novos, mesmo sem ter acabado de ler os que já tem? Ou, então, não lê tanto quanto gostaria? Pois o escritor português Manuel António Pina conta que o italiano Umberto Eco, falecido este ano, acreditava que “talvez, ao manusearmos e arrumarmos um livro, ao mexer-lhe, passemos às vezes os olhos por uma página ou outra, uma hoje, outra no mês que vem, e pouco a pouco o leiamos assim, embora de modo não linear”. Foi à luz desse raciocínio que…

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