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Me acho um excelente profissional, mas não sou reconhecido. Por que?

O que devo fazer para ter meu trabalho reconhecido na empresa?

Auto conhecimento: Analise-se e descubra se você realmente é o cara foda que acha que é. Se realmente for, descubra se você está se expressando de forma clara, pergunte para colegas, para seu chefe, até mesmo para estranhos o que eles acham de você e no que você pode melhorar, busque um feedback sincero e não se ofenda com as respostas, apenas aprenda e melhore.

Analise o currículo de profissionais da mesma área que você, defina um parâmetro real do que é ser um bom profissional.

Agora se você descobrir que não é tão foda, dê um jeito de ser, pelo menos descubra o que a empresa espera de você e entregue mais. Na maioria das vezes é mais fácil e simples do que você imagina.

Aprendendo a se expressar: Sempre que você explicar algo técnico para alguém, nivele pelo mais baixo, nivele pela pessoa menos inteligente da turma, faça de conta que você está explicando para crianças, desenhe se for preciso, esqueça os termos técnicos e use exemplos simples ou analogias. Ninguém é obrigado a saber o que você sabe.

Foco no dinheiro: Não tem problema apresentar gráficos, indicadores e relatórios, desde que seja para deixar claro suas idéias e onde tudo isso vai levar.

Seus superiores olham estas apresentações todos os dias, toda semana, são várias horas de gente chata, gastando tempo para ir a lugar nenhum.

Tenha idéias para aumentar o faturamento, apresente de forma clara e objetiva, daí você vai ser o cara.

Infelizmente, muitos gurus dizem que o que importa é o que as pessoas ao seu redor acham que você sabe, e não o que você realmente sabe. É o que chamamos de “qualidade percebida”.

Tem gente que se dedica mais a isso do que realmente aprender a fazer alguma coisa. Na minha opinião isso não é legal!

No fim tudo sempre se resume a vendas, marketing e resultados. Neste caso, o produto é você!

fonte: https://www.profissionaisti.com.br/2018/05/me-acho-uma-excelente-profissional-mas-nao-sou-reconhecidoa-por-que/

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Somos ilimitados: não deixe a mente te convencer do contrário

“Qualquer pessoa pode cozinhar”. É o que diz o chef Gusteau no longa de animação “Ratatouille”. Em tradução livre Zillermânica “um grande talento pode surgir de qualquer lugar” ou “não limite o interesse de alguém antes da experimentação”. A animação da Pixar desenvolve o roteiro em cima desta máxima: se eu posso, por que você não pode?

Conheci o Alphonse Voigt, fundador da EBANX, no início deste ano, em Belo Horizonte, em um evento da Endeavor. Ele, no palco, contando sua história de vida. Eu, na plateia, ouvindo atentamente. Durante a apresentação, os pontos que Alphonse explorava me…

 

Leia mais https://endeavor.org.br/somos-ilimitados-nao-deixe-mente-te-convencer-contrario/

Insatisfeito com o trabalho. E agora?

A insatisfação no trabalho acontece por vários motivos:

1)Sobrecarga de tarefas;

2)A pessoa não se sentir reconhecida;

3)Conflitos no relacionamento com os demais colegas de trabalho e até mesmo com o gestor;

4)O salário pode não suprir as necessidades de um colaborador;

5) A falta de elogio por parte do gestor.

Diante dessas circunstâncias observamos tambem que a falta de diálogo entre gestor e colaborador faz piorar ainda mais essa insatisfação.

 

leia mais em https://www.linkedin.com/pulse/insatisfeito-com-o-trabalho-e-agora-aparecido-jorge-do-carmo

Trabalhar duro não é o mesmo que trabalhar de forma inteligente Leia mais em Endeavor

Eu fui convidado por Rahul, um aluno muito antigo, para visitá-lo e ver o que estava fazendo com sua startup. Na verdade, startup é uma forma errônea de dizer que Rahul construiu uma excelente empresa, com centenas de colaboradores e que atualmente gera um faturamento anual de mais de $50M.

Embora tivéssemos marcado um jantar, Rahul me convidou para acompanhá-lo em algumas reuniões à tarde, ver algumas amostras de produtos, admirar o escritório e o café, além de sentir um pouco de como era o ambiente corporativo. Antes de sairmos para jantar, perguntei sobre a cultura organizacional e a transição de startup para empresa. Falamos sobre como era trabalhar com novos funcionários, gerindo escala ao escrever manuais operacionais para…

Leia mais em trabalhar-duro-nao-e-o-mesmo-que-trabalhar-de-forma-inteligente

Solitude: o hábito que ajuda empreendedores e negócios a evoluírem

Melhorar resultados, fazer a empresa crescer, buscar a produtividade máxima etc. Esses são alguns desafios empresariais e que acabam se tornando pauta na agenda de quem empreende. O problema é que o crescimento sustentável exige evolução. Quando o empreendedor não evolui, seu modelo mental e seus hábitos acabam segurando, emperrando e limitando o potencial do negócio. Daí a importância de se manter com a mente aberta.

A maneira de pensar e agir do fundador influenciam diretamente os

Leia mais em https://endeavor.org.br/solitude-o-habito-que-ajuda-empreendedores-e-negocios-evoluirem/

Reconhecimento é a melhor forma de estimular alguém

O salário não é a principal fonte de insatisfação dos brasileiros dentro das empresas. Mais do que uma remuneração condizente com o que seria justo pelo seu trabalho, as pessoas querem ser reconhecidas e valorizadas dentro das organizações. Ser mais uma peça da engrenagem é um fardo nos tempos atuais, defende o filósofo Mário Sérgio Cortella. Docente, educador, palestrante e consultor de empresas, Cortella afirma que a principal causa da atual desmotivação é a ausência de reconhecimento. E ela manifesta-se de várias formas: do chefe injusto à falta de valorização em cada projeto e tarefa. Não é uma questão puramente de promover o elogio desmesurado, mas uma forma de “dar a energia vital ao funcionário para continuar fazendo e seguindo em frente”. É principalmente evitar a mensagem de que …

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Eu e meu burnout: o dia que quase entrei em colapso

Há pouco mais de um ano, numa determinada noite, lá pelas 3 da manhã, eu acordei de repente. Parecia que eu tinha levado um choque. Acordei com um aperto no peito, uma sensação de angústia, difícil de descrever. O quarto estava escuro, me deu medo. Deixei o quarto silenciosamente, sem permitir que a minha esposa sentisse a minha saída e fui para sala. Fiquei andando de um lado para o outro, com a TV ligada, som baixo, luzes acesas, sem saber o que acontecia comigo, mas com uma sensação de desespero, ansiedade… quase pânico. Tinha a sensação de que alguma coisa muito grave estava acontecendo durante aquele meu momento solitário. Depois de pouco mais de duas horas a ansiedade foi diminuindo, me acalmei e voltei para o quarto. Semanas depois eu contei para minha esposa.

Nunca entendi claramente o que aconteceu comigo naquela noite, mas me aventuro a dizer que eu tive uma espécie de síndrome do pânico, um profundo transtorno de ansiedade, um desespero injustificável e inesperado. Passei um tempo pensando nisso e acho que seria simplista afirmar que se tratou de um pânico que veio do nada, como uma gripe ou um mal estar passageiro. Na época dessa…

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