Arquivo da tag: gestão pessoal

Reconhecimento é a melhor forma de estimular alguém

O salário não é a principal fonte de insatisfação dos brasileiros dentro das empresas. Mais do que uma remuneração condizente com o que seria justo pelo seu trabalho, as pessoas querem ser reconhecidas e valorizadas dentro das organizações. Ser mais uma peça da engrenagem é um fardo nos tempos atuais, defende o filósofo Mário Sérgio Cortella. Docente, educador, palestrante e consultor de empresas, Cortella afirma que a principal causa da atual desmotivação é a ausência de reconhecimento. E ela manifesta-se de várias formas: do chefe injusto à falta de valorização em cada projeto e tarefa. Não é uma questão puramente de promover o elogio desmesurado, mas uma forma de “dar a energia vital ao funcionário para continuar fazendo e seguindo em frente”. É principalmente evitar a mensagem de que …

leia mais em https://www.linkedin.com/pulse/reconhecimento-é-melhor-forma-de-estimular-alguém-oliveira-mendes

Anúncios

Eu e meu burnout: o dia que quase entrei em colapso

Há pouco mais de um ano, numa determinada noite, lá pelas 3 da manhã, eu acordei de repente. Parecia que eu tinha levado um choque. Acordei com um aperto no peito, uma sensação de angústia, difícil de descrever. O quarto estava escuro, me deu medo. Deixei o quarto silenciosamente, sem permitir que a minha esposa sentisse a minha saída e fui para sala. Fiquei andando de um lado para o outro, com a TV ligada, som baixo, luzes acesas, sem saber o que acontecia comigo, mas com uma sensação de desespero, ansiedade… quase pânico. Tinha a sensação de que alguma coisa muito grave estava acontecendo durante aquele meu momento solitário. Depois de pouco mais de duas horas a ansiedade foi diminuindo, me acalmei e voltei para o quarto. Semanas depois eu contei para minha esposa.

Nunca entendi claramente o que aconteceu comigo naquela noite, mas me aventuro a dizer que eu tive uma espécie de síndrome do pânico, um profundo transtorno de ansiedade, um desespero injustificável e inesperado. Passei um tempo pensando nisso e acho que seria simplista afirmar que se tratou de um pânico que veio do nada, como uma gripe ou um mal estar passageiro. Na época dessa…

leia mais em https://www.linkedin.com/pulse/eu-e-meu-burnout-o-dia-que-quase-entrei-em-colapso-mauro-segura

Seja otimista e prospere

Olá, como você está?

Nestes últimos tempos tenho notado com frequência muitas reclamações, um negativismo generalizado, de profissionais que trabalham em médias e grandes corporações, muitas inclusive que foram seus sonhos em trabalhar. Isto mesmo, seussonhos!

O que aconteceu? E aquela empolgação? Aquela vontade de entregar um “extra mile” para ajudar a empresa e o profissional a evoluírem?

Vejo muitos profissionais se entristecerem com a baixa de vendas, baixa de produtividade, redução da produção, desânimo do seu gestor, desânimo da sua equipe, demissões, enfim, os motivos são dos mais variados possíveis.

Talvez você me diga: “André, como eu não vou desanimar do jeito que as coisas estão?”

Certamente entendo que não faltam argumentos para justificar o pessimismo, porém se pergunte: “Será que eu não posso agir de uma forma diferente? Será que estou agregando algum valor agindo desta forma tanto para mim quanto para a empresa que represento? Será que é realmente a empresa que está perdendo com minhas atitudes neste padrão ou eu estou perdendo muito mais?”

Acredita que realmente esta contaminação de energias negativas ajudará a empresa a prosperar? Pense bem nisto!

Talvez ainda pense: “Mas tudo está ruim André, nada está bom!”

Tenha certeza que seus pensamentos irão gerar suas ações que irão gerar seus resultados.

Imagine o seguinte, pense em um vendedor pessimista, que acredita que o mercado está ruim. Como você acha que serão suas abordagens comerciais? Acredita que ele terá ânimo, empolgação, vontade para conversar com seus possíveis clientes? Como você acha que serão suas conversões de vendas comparado a um vendedor otimista?

Imagine um Gerente Industrial desanimado e sem expectativas da sua produção aumentar. Como ele conseguirá deixar sua equipe motivada? Qual sua vontade em tentar melhorar a eficiência operacional da sua planta para ser mais competitiva?

Imagine então o Diretor Geral de uma grande corporação triste, sem esperanças e desmotivado. Fazendo uma analogia rápida, qual o destino que esta empresa possivelmente terá?

Tenho algumas sugestões rápidas para você ajudar sua empresa a sair deste contexto: não dê ouvidos as notícias ruins, por mais difícil que seja. Não deixe essas notícias te contaminar, não entre nas rodinhas que não contribuem em nada, e por último, evite reclamar. Este hábito de se queixar normalmente é utilizado como uma forma de justificativa por algo que não conseguimos realizar, gera um certo conforto emocional.

Mude seus pensamentos, tenha gratidão pela empresa atual, por mais “doloroso” que seja estar nesta corporação, sempre irá aprender algo, você não está nesta posição à toa e nada acontece por acaso.

Infelizmente muitas pessoas somente enxergam valor nas empresas depois que perdem seus empregos, não deixe isto acontecer, talvez o sentimento de culpa depois poderá ser mais penoso.

Os líderes das empresas estão cada vez mais intolerantes com reclamações e atitudes negativas. Isto é muito sério, não entre nesta energia ruim, seja mais forte, gere pensamentos e ações positivas. Os pequenos gestos positivos, serão vistos melhor pelos gestores, além claro de você ter um melhor desenvolvimento profissional, o que te deixará mais feliz no ambiente profissional.

O trabalho é o mesmo em se pensar negativo ou positivo, então porque se dar ao trabalho de entrar nessa onda ruim, se pode te prejudicar? Não vale a pena, comece aos poucos mudando os pensamentos e muito em breve sua vida será mais próspera.

Sua pequena mudança poderá mudar o rumo da empresa que você trabalha. Você pode ser a mudança que sua empresa precisa para sair desse cenário ruim. Talvez você não tire a empresa dessa situação, caso esteja, mas o mínimo que poderá acontecer será de gerar uma ótima referência profissional.

Você recebe o que você dá ao universo! O que irá colher da sua empresa se você plantar a raiva, o ódio, a reclamação, o negativismo, o pessimismo, o medo, a angústia? A resposta é simples, o que você plantou.

Ajude também seus colegas de trabalho a mudarem suas mentalidades, incentive esta mudança. O simples exercício diário de agradecer pela empresa que você está, pela remuneração que recebe, pela função que exerce etc, já farão uma grande diferença. Faça este exercício 7 vezes ao dia por 21 dias e depois me conte os resultados, tenho certeza que se sentirá mais em paz consigo e mais feliz. A gratidão tem o poder de abrir o campo da prosperidade, então por que não praticar diariamente, não acha?

Seja a mudança que você deseja para sua empresa.

Um brinde a mudança e a prosperidade!

fonte: https://www.linkedin.com/pulse/conheça-um-dos-principais-venenos-mundo-corporativo-e-andré-monteiro

Só faz algo grande quem enfrenta riscos

Jorge Paulo Lemann, um dos fundadores do fundo 3G Capital dono de empresas como a Kraft Heinz, o Burger King e AB InBev, é admirado por seus sócios por ser um visionário. Homem mais rico do Brasil, o empresário costuma dizer que sempre gosta de “inventar alguma maluquice”.

Lemann falou sobre uma característica da sua personalidade que está intimamente ligada ao seu inegável senso de oportunidade: uma disposição bem acima da média para arriscar.

“Eu acredito que as pessoas tomam pouco risco, deveriam tomar mais”, disse para uma plateia de 150 bolsistas e ex-bolsistas da Fundação Estudar. De acordo com ele, pessoas muito preparadas podem deixar de fazer coisas grandes…

leia mais em http://exame.abril.com.br/carreira/lemann-tem-um-conselho-para-quem-busca-algo-grandioso-na-carreira

O Efeito que a Disciplina pode ter em sua Vida

6h00 da manhã. O despertador toca. É segunda-feira. O dia está longe de clarear ainda e os termômetros marcam 4º Celsius na capital mais gelada do Brasil. Ainda assim, minha esposa acorda, coloca sua roupa e sai correr 10km.

Talvez ela nem se dê conta, mas o seu maior ganho com toda essa dedicação não é o seu condicionamento físico (que, claro, é muito bom também), mas o desenvolvimento de uma habilidade essencial para qualquer pessoa que aspire grandes realizações na vida: a disciplina. Isso é ainda mais valioso.

Disciplina é poder. Quanto mais…

leia mais em https://www.linkedin.com/pulse/o-efeito-que-disciplina-pode-ter-em-sua-vida-paulo-machado

AS COISAS NÃO FICAM MAIS FÁCEIS. VOCÊ FICA MELHOR.

Se Você Está Lutando Para Equilibrar Trabalho e Vida, Volte Duas Casas

“Não pergunte a si mesmo(a) do que o mundo precisa. Pergunte o que faz você sentir-se vivo(a). Porque o que o mundo precisa é de pessoas que se sentem vivas.”

Howard Thurman

Algumas pessoas adoram seu trabalho. Seja um emprego formal, seja um negócio próprio ou uma atividade autônoma.

Mas são minoria.

Cerca de sete em cada dez pessoas, segundo as pesquisas, não gostam do que fazem. Trabalham pelo salário, para pagar as contas.

Aí tem aquela sensação, que vem lá dos tempos da escola: a vida começa no recreio. Na Happy Hour. Na sexta-feira.

E acaba na depressão escura das noites de domingo.

Não me parece um bom jeito de viver.

Cinco dias com a vida toda encaixotada para dois dias de reconfortante autodeterminação.

Só dois dias para organizar seu tempo do seu jeito e se dedicar àquilo que realmente faz sentido.

Mau negócio.

Mas, afinal, o que é Trabalho para você? E que lugar ocupa na sua vida?

Acho muito estranho quando leio algum artigo sobre como equilibrar o trabalho e a vida. Ora, penso, mas o trabalho não deveria ser, ele mesmo, também Vida?

Se o trabalho não faz parte da vida, em que categoria ele está? Da morte?

Talvez…

Para algumas pessoas, sentir-se preso(a) a um trabalho sem sentido talvez seja como morrer um pouco a cada dia.

Na minha trajetória pessoal, tenho tentado bem isso: transformar, cada vez mais, o Trabalho em Vida. Até porque é intolerável, para mim, essa sensação de viver apenas dois dias por semana.

Será que você é como eu?

Então eu comecei a enxergar a coisa toda de um jeito diferente.

Parei de ver meu trabalho como o sacrifício necessário para merecer o recreio.

Deixei de encarar o trabalho do jeito que estamos programados para encará-lo: como um martírio ou uma condenação sem escapatória.

Tipo “aceita que dói menos”.

Nada disso!

Não acho que abrir mão do que pulsa dentro de nós a fim de se adaptar (e contribuir para construir) uma sociedade doente seja algo que ‘enobrece o Homem’.

Esse tipo de trabalho, que nos afasta de nós mesmos, não enobrece ninguém.

É o que sempre disseram para a gente, desde cedo: você precisa se esforçar, fazer a lição de casa, estudar para as provas, não importa o que grita desesperado seu coração. Esquece isso aí! Tire notas altas, caso contrário não vai conseguir um bom emprego.

Isso já fez algum sentido um dia. Mas faz tempo.

Nós não estamos condenados ao trabalho maçante porque, mais do que nunca, podemos criar o tipo de trabalho que faz sentido ao mesmo tempo para nós e para o mundo em que vivemos.

Então vou te contar como eu enxergo o Trabalho hoje, depois de uma série de aventuras e desventuras pela selva do mundo adulto.

Olhando para o conjunto da minha existência, considero o Trabalho um dos eixos organizadores da vida. Provavelmente o mais importante.

Eu organizo minha rotina e minhas relações a partir do que considero o meu Trabalho.

Agora estou aqui me perguntando: Será que ver o Trabalho no centro da vida é algo que te choca?

Pois e minha família? E meus filhos, meus amigos? Minha prática religiosa?

Então: o pulo do gato é que não vejo meu Trabalho como algo separado de todo o resto. Algo que compete pelo meu tempo com a minha família, minha religiosidade ou a minha vida social.

O segredo é enxergar tudo isso apenas como diferentes oportunidades de manifestar uma única realidade: meu Ser em construção.

Estar com minha companheira e com meus filhos, isso também é meu Dharma. E, ao mesmo tempo, procuro fazer de meu Trabalho a minha religião. Pois os textos que escrevo, os projetos que sonho e as pessoas que atendo são também minha maneira de rezar.

A verdade é que, o que quer que eu faça, para mim, precisa ser parte do meu Trabalho. Tudo precisa fazer parte da maneira como eu manifesto meu propósito de vida por meio da minha Ação no mundo.

Você já deve ter percebido que o que estou chamando de Trabalho, aqui, é algo bem diferente do que a gente normalmente chama de trabalho, não é?

Não tem nada a ver com sair cada vez mais tarde do escritório ou passar o tempo todo pensando em uma promoção.

Não entendo o trabalho simplesmente como o que você faz para ganhar grana.

O Trabalho é, para mim, o Caminho Sagrado.

É o que me permite construir a mim mesmo no mundo por meio da Ação.

Sinto que, para a minha vida ter um sentido mais profundo, eu preciso tornar-me, cada vez mais, quem eu já sou.

Quem eu já sou em potência, que é como a árvore mora dentro da semente.

E o melhor caminho que conheço para viver essa transformação é a Prática Constante de oferecer minha contribuição única para o mundo a partir de projetos, iniciativas e parcerias que estejam impregnados do que faz sentido para mim.

Eu quero que meu trabalho me ajude a manifestar meus talentos em sua máxima potência.

É também por meio do meu Trabalho, daquilo que eu produzo no mundo, que pretendo deixar uma marquinha da minha passagem pela Terra.

Deixar minha marca a partir da diferença que minha existência tenha feito na vida de outras pessoas e seres. E é por isso que faz sentido, para mim, enxergar o Trabalho como prática espiritual.

Agora só uma coisa, antes de encerrar: se você acha que estou falando de fazer só o que eu gosto, só o que eu tenho vontade de fazer, ou de transformar hobbies e lazer em atividade remunerada como projeto de trabalho feliz, pessoa bonita, sinto dizer, mas você não entendeu nada.

Enxergar o Trabalho não como uma das partes da vida, mas como uma maneira de viver a partir da sua Verdade não tem a ver, obviamente, com maximizar o prazer, o conforto e a comodidade.

Não que haja algo de errado com prazer, conforto e comodidade. Você gosta e eu também gosto.

Mas nada disso ajuda a vida a fazer sentido.

Não é?

Veja, uma médica que se dispõe a socorrer crianças em zonas de guerra, por exemplo, não está lá para curtir a vida adoidado. Pelo contrário: ela está exposta a uma dose de sofrimento que poucos de nós suportariam.

Então, a escolha dessa pessoa envolve renunciar ao prazer, ao conforto e, mesmo, a sua segurança pessoal, a fim de dedicar a vida ao que se sente Chamada a realizar.

Porque não há nada que nos faça mais vivos do que ouvir o Chamado da Vida e agir, sobre o mundo e sobre si, a partir do coração.

E AGORA, O QUE EU FAÇO COM ISSO?

Experimente usar sua atividade criativa, espiritual e profissional para refinar cada vez mais a compreensão do seu Dharma, daquilo que faz de você quem você é e que dá sentido a sua existência.

Mantenha-se aberto(a) ao Chamado. O que você se sente chamado(a) a realizar no seu tempo de vida?

Comece agora.

 

fonte: https://www.linkedin.com/pulse/se-voc%C3%AA-est%C3%A1-lutando-para-equilibrar-trabalho-e-vida-volte-camargo