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Jesus Jedi.

“As melhores histórias sobre você não serão espalhadas pelos seus melhores amigos, mas por pessoas que nunca te encontraram pessoalmente”.

O meu nome é Ricardo, eu tenho 42 anos de idade, e eu tenho mais seguidores do que Jesus Cristo quando ele tinha a minha idade.

É isso mesmo.

No dia da sua morte Jesus Cristo tinha doze seguidores, ou melhor, dez seguidores, um o traiu – Judas, e outro o negou – Pedro.

Somente duzentos anos depois quando as HISTÓRIAS que ele contou se transformaram em versões que o povo pudesse espalhar, que a coisa toda começou a crescer de verdade.

Hoje eu tenho mais de 170 mil seguidores entre redes sociais, email marketing e clientes.

O Tiririca tem mais seguidores que…

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A sua empresa monitora a concorrência?

Ok, investir 0,0001% do nosso tempo a cada 12 meses para ver o que os bichos estão fazendo, ok, mas, não acredito que a concorrência tem qualquer relevância para o que devemos ser ou fazer.

Eu acredito que devemos nos esforçar para colocar a nossa ALMA e a nossa maneira de SER nos nossos negócios.

O GRANDE OBJETIVO DE MARKETING e…

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Como ser remunerado pelo valor que está agregando

Primeiro, adote a mentalidade certa. Entenda que o mundo claramente ingressou numa nova era de vendas. O mercado de hoje exige das organizações uma nova abordagem e que elas deixem de ser meras “abastecedoras de produtos” para se tornarem “assessoras no diagnóstico de negócios”. Esta é a função que você deve almejar exercer.

Segundo, ajude o cliente a associar o valor que você lhe oferece aos fatores determinantes do negócio dele. Hoje os clientes esperam que um fornecedor agregue valor num nível muito mais profundo do que tradicionalmente costumava lhes ser oferecido. Antes, a empresa apresentava alguns produtos e os clientes tinham de se virar por conta própria para relacionar o valor desses produtos aos seus negócios. Hoje, um profissional de vendas bem-sucedido tem de orientar ativamente o cliente a estabelecer essa relação.

É preciso verificar como a ausência do valor oferecido por sua empresa afeta cada indivíduo capaz de influenciar a decisão de compra ou que dela participe. Para cada um desses indivíduos, identifique e quantifique em termos financeiros qual é o impacto da sua solução no negócio ou atribuições dele. Se você conseguir apresentar esse grau de clareza para o cliente, estará construindo os alicerces de um relacionamento muito valioso.

Terceiro, desenvolva habilidades para se comunicar com discernimento comercial ou estratégico de alto nível. O desejo do cliente é estabelecer laços mais próximos com um número menor de fornecedores. E também trabalhar com profissionais que, a seu ver, possam contribuir para o seu sucesso. Profissionais habilitados terão vantagem em ambos os casos e, por contribuírem para o sucesso de seus clientes, obterão acesso às pessoas mais importantes da organização, para as quais poderão apresentar as vantagens claras e irrefutáveis de fazer negócios com a sua empresa.
Cabe a você estabelecer a ligação entre o valor que só a sua empresa pode oferecer e cada indivíduo da organização do cliente, suas responsabilidades e suas obrigações. Se você tiver as conversas certas com as pessoas certas, o diferencial de sua empresa e o valor da sua solução terão sido estabelecidos, tornando improvável que algum concorrente consiga suplantar a sua oferta.

fonte: http://br.hsmglobal.com/notas/53041-dicas-da-cupula

Idéias: Marketing

Entrevista com Seth Godin.

É com imenso prazer que reproduzo abaixo a entrevista que fiz com o Seth Godin via e-mail. Seth Godin é considerado o mais influente marketeiro da atualidade. Ele é autor de vários livros que criaram os conceitos mais modernos sobre marketing de internet na atualidade. O cara é bom, fala sobre o que realmente interesse nos dias de hoje quando o assunto é marketing.

O seu blog, Seth Godin´s blog, é o mais influente da internet na categoria marketing. Vale uma centena de visitas, e os seus livros devem ser devorados.

Quando daqui há quatro meses vocês lerem sobre o novo livro do Seth na revista Exame ou na Você SA, lembrem-se que saiu na BIZ muitooooooo antes.

Vamos a entrrevista.

1. O seu novo livro, Tribes, será lançado no dia 16 de Outubro, do que se trata o livro?

Seth: Uma tribo é qualquer grupo de pessoas, pequeno ou grande, que estão conectadas entre si, com um líder e uma idéia. Durante milhões de anos, as pessoas tem vivido em tribos, sejam elas religiosas, étnicas, econômicas, políticas, ou mesmo musicais (vide a Deadhead, comunidade dos fãs do Greatful Dead). É a nossa natureza.

Agora a internet eliminou de vez as barreiras geográficas, de custo e tempo. Todos os blogs e sites de social mídia estão ajudando as tribos existentes a ficarem cada vez maiores. Mas, mais importante do que isso, eles estão permitindo que um incontável número de novas tribos nasçam – grupos de 10 ou 10 mil ou 10 milhões que se importam com os seus iPhones, ou campanhas políticas, ou uma nova maneira de lutar contra o aquecimento global.

E então, a pergunta chave é: Quem vai nos liderar?

A web pode fazer coisas fantásticas, mas não fornece liderança. Essa parte ainda tem que vir dos indivíduos – pessoas como você que tem a paixão por alguma coisa. A explosão em tribos significa que qualquer pessoa que quiser fazer a diferença agora tem as ferramentas a disposição na ponta dos seus dedos.

Se você ignorar essa oportunidade, você se arrisca a se transformar em uma “ovelha ambulante” (sheepwalker) – alguém que luta para proteger o status quo das coisas a todo custo, nunca se perguntando se a obediência está fazendo algum bem a você ou a sua empresa. Os Sheepwalkers não vão se dar bem nos dias de hoje.

2. Com o crescimento exponencial do marketing boca-a-boca, Google, ferramentas da web 2.0, você acredita que em poucos anos NINGUÉM conseguirá fazer novos negócios se não tiver um papel ativo em suas comunidades?

Seth: Nunca diga todo mundo, mas, do mesmo jeito que nós precisamos da televisão e da propaganda impressa em 1962, se você não for um tópico em uma comunidade em 2012, você será invisível.

3. Dois anos atrás a cidade de São Paulo baniu toda a propaganda extena na cidade (nós, o povo, ficamos muito contentes), você já falou no passado que todos os marketeiros são mentirosos, qual é o futuro do marketing?

Seth: Bem, eu chamei todos os marketeiros de mentirosos por uma razão diferente. Eu penso que a razão porque as grandes empresas são não tão odiadas hoje em dia tem a ver com o fato de terem feito “mídia que interrompe a vida das pessoas” no passado, que inclui os outdoors. As coisas não são hoje como eram antigamente.

4. Qual idéia de marketing vale 1 milhão de dólares hoje em dia?

Seth: As melhores idéias de marketing são produtos e serviços, NÃO anúncios. Faça produtos, crie serviços tão fantásticos que grupos de pessoas queiram falar a respeito. Ou, organiza-se ao redor de uma determinada comunidade. Não é difícil fazer isso, mas é aterrorizante.

5. O café é um commodity, a Starbucks transformou o café em algo que vale a pena ser falado. Vamos dizer que eu sou um vendedor de computadores, como exatamente eu poderia transformar o meu negócio em algo que as pessoas teriam tesão de comentar com outras pessoas?

Seth: A melhor maneira que existe é contando a elas uma boa história, vivendo essa história, e conectando com as pessoas que realmente queiram ouvir essa história.

6. Quais empresas praticam marketing revolucionário hoje em dia? O que as torna revolucionárias?

Seth: Dê uma olhada na 37signals.com e threadless.com e você terá uma boa idéia do que eu estou falando.

Meatball 7. Você é responsável por criar conceitos de marketing famosos como permission marketing, ideaviruses, purple cows, the dip, meatball sundae etc, você é o tipo de cara que está sempre provocando os outros com novas idéias e novas maneiras de fazer as coisas, por outro lado, a sociedade, não é tão rápida assim na adoção dessas idéias, como você se sente a respeito?

Seth: A sociedade AINDA não é tão rápida na adoção das novas idéias. AINDA. Seja paciente!

8. Nós vivemos no momento mais incrível da história da humanidade. Qualquer brasileiro de classe média vivendo no Brasil em 2008 tem um padrão de vida muito superior ao padrão de vida dos reis da frança em 1700. Por que ainda não somos felizes?

Seth: Porque a felicidade não tem nada, nada, absolutamente nada a ver com o que você tem mas com o que você quer.

9. Revolução ou Evolução?

Seth: Sempre ambas ao mesmo tempo, certo?

10. Meatball ou Sundae?

Seth: Qualquer um, nunca ambos, por favor.

11. Internet ou Equipe de Vendas?

Seth: Os vendedores são importantes. Mas a internet supera.

12. Peter Drucker ou Tom Peters?

Seth: Tom Tom Tom.

13. Você é um guru de marketing para milhões de pessoas, quem são os seus gurus de marketing?

Seth: Eu estou mais interessado em conhecer a mulher que visita um evento de negócios, o cara na rua, o pequeno empreendedor, e o blogueiro animado do que seguir gurus de marketing. A verdadeira mudança vem das pessoas, da rua, nunca do topo.

14. Você se auto-proclama “Agente de Mudanças”, quais mudanças você pensa que precisam ser mudadas?

Seth: Eu acredito que a nossa dependência do medo é a primeira coisa.

15. Como você tira o medo de uma pessoa?

Seth: A maneira mais segura de perder um medo é se arriscando. Quanto mais seguro for alguma coisa, mais arriscado torna-se para você perdê-la, certo?

16. Vamos dizer que eu tenha 100 dólares para investir em marketing. Vamos dizer que eu seja o dono de uma pequena empresa com poucos funcionários e poucos clientes em um mercado super comoditizado, qual seria a sua sugestão para eu investir a minha limitada verba de marketing?

Seth: Pare de fazer e vender commodities! Essa é uma escolha ruim (e é sempre uma escolha). Faça um produto que as pessoas terão vontade de falar a respeito.

17. Os EUA é a Roma do universo do marketing. Existe alguma chance de vermos mudanças na liderança do marketing no futuro próximo?

Seth: Eu não sei se marketing tem a liderança de alguma coisa tanto quanto as pessoas que fazem as coisas que valem a pena falarmos a respeito, que valem a pena copiarmos, que valem a pena considerarmos.

18. Por que você não permite comentários no seu blog?

Seth: Eu penso que os comentários são sensacionais, e eles são uma excelente maneira de atrair mais pessoas para o blog. Mas não para mim. Primeiro, se alguém tiver alguma pergunta para me fazer, eu estou a disposição para responder. Segundo, os comentários ocupariam um tempo muito grande da minha cabeça, não tenho tempo nem para lê-los, imagina para comentá-los. E finalmente, e mais importante, eu estou sempre mudando a maneira de pensar. Eu estou sempre me antecipando ao que os comentários do blog poderiam dizer. Quando eu termino de escrever um post, eu já fico com vontade de reescrevê-lo. Então, entre um blog com comentários e nenhum blog, eu fiquei com a opção de ter um blog sem comentários.

Os blogueiros que gostam de comentários, devem blogar sobre o meu blog. Os comentaristas sintam-se a vontade para falar sobre mim, mas não aqui. Sorry.

19. Você já captou no seu radar de marketing alguma empresa brasileira fazendo grandes coisas em marketing?

Seth: O meu radar, aliás, é bastante limitado.

20. Quando os seus fãs brasileiros terão a oportunidade de assistir você ao vivo em terras brasilis?

Seth: Eu desconfio que eu não devo viajar para fora dos EUA nos próximos anos. Mas eu vou fazer uma videoconferência para o Brasil em Outubro.

21. Mais uma vez, qual é o futuro do marketing? Liderar tribos?

Seth: Exatamente!

22. Existe alguma outra pergunta que eu tenha esquecido de fazer, eu estou esquecendo de alguma coisa?

Seth: Eu duvido!

fonte: http://bizrevolution.typepad.com/bizrevolution/2008/08/entrevista-co-4.html

Você conhece os 5 Fs?

Quem trabalha com Marketing já está acostumado a definir os P’s, a implementar os S’s e a pesquisar os C’s. Mas mais do que gostar de brincar com palavras, o pessoal do Marketing sabe que estes jogos de letras ajudam a memorizar conceitos importantes, como os que introduziremos neste artigo. Portanto, antes de entrar de cabeça no Marketing Conversacional, dê boas-vindas a um novo conjunto de letrinhas amigas: os 5 Fs.

5Fs que você usa todos os dias.

Não importa se a estratégia é feita para uma grande ou pequena empresa, o bom Marketing Conversacional estará sempre acompanhado dos tais 5 Fs. Nas publicações em Inglês os 5 Fs já são conhecidos como 5 Ts: Talkers, Topics, Tools, Taking part e Tracking. Ao introduzir estes conceitos no Brasil, nós da DW Comunicação pedimos licença para fazer uma livre adaptação ao nosso idioma.

E não é que os conceitos ficaram bem bacanas com as letras F…

Falantes: aqueles que vão falar de nós.
Falatórios: sobre o que eles vão falar.
Ferramentas: por onde a conversa vai prosseguir.
Fazer parte: quando participaremos da conversa.
Farejar: saber o que as pessoas estão falando sobre nós.

A seguir, cobrimos estes tópicos apenas com o objetivo de facilitar o seu entendimento. Em artigos futuros, pretendemos entrar em aspectos mais detalhados de cada um deles.

F1 – Falantes: aqueles que querem falar sobre você!

Os falantes não são celebridades, jornalistas que ditam tendências ou modistas. Eles são gente como a gente. Podem ser clientes antigos já fidelizados, clientes novos, entusiastas, ou sequer ter ouvido falar de nós. Falantes são pessoas comuns, com uma pequena diferença: eles gostam de falar sobre as coisas para outras pessoas. Repare como aquele seu amigo que conhece todos os restaurantes e bares da cidade recomenda com entusiasmo um novo estabelecimento que acaba de “descobrir”. O que eles ganham com isso? Se as pessoas realmente dependem de motivação, a deles é compartilhar idéias. Os falantes sentem-se bem quando ajudam alguém a descobrir algo que não sabia.

Tome como exemplo a Apple. Eles possuem bons produtos, um ponto-de-vista bem interessante e sabem agregar inovação ao design. Mas além disso, a Apple possui os melhores vendedores que alguém pode desejar: seus consumidores. Experimente passar alguns minutos com um usuário de Mac e conte quanto tempo ele leva para começar a lhe vender as maravilhas da próxima versão do MacOS, a proferir os milagres do iPhone (que ele nem possui ainda…) ou a relembrar, emocionado, da última aparição de Steve Jobs na mídia. E olha que nem é pago para isso! Pelo menos em moeda corrente.

Para todo tipo de produto ou serviço há um perfil de falante. Os falantes estão por toda a parte: nas ruas, em convenções, em blogs, em redes sociais. É possível traçar bem o seu perfil, identificá-los e mapeá-los. Porém, para que continuem falando, é preciso mantê-los bem alimentados. Aí é que entra o próximo F.

F2 – Falatórios: o que motiva as pessoas a falar?

A Apple dá aos seus consumidores bons motivos para falar a respeito dela. Estes motivos não precisam ser descontos, serviços extremamente eficazes, um nome legal, ou uma embalagem cool. Detalhamentos da mensagem, na realidade, pouco importam ao Marketing Conversacional. Para gerar falatórios, os tópicos devem pelo menos despertar o interesse dos falantes. Assim começa o boca-a-boca.

Bons tópicos são claros, práticos e simples, mas trazem um elemento novo. Tudo o que os produtos da Apple são! Falatórios iniciam com idéias simples, orgânicas, portáteis e inesperadas. O Springfield Hot-Dog Co. é um carrinho de cachorro-quente bastante popular na nossa cidade. O dono investiu na imagem do carrinho, criou um logo (e um nome) legal, utiliza sempre ingredientes de qualidade e faz cachorros-quentes incrivelmente saborosos. O preço é mais alto que o da concorrência, mas as pessoas não se importam, e a fila aumenta a cada dia.

O Springfield Hot-Dog Co. nunca investiu em publicidade, mas criou uma boa história que as pessoas passam adiante, e que surpreende quem escuta. Se você vier a São Leopoldo, experimente! Enquanto o seu cachorro não fica pronto, ouça o proprietário contar a história de como a receita, supostamente secreta, foi criada por um chef de cuisine que ele havia conhecido na infância, e que hoje reside nos EUA numa cidade chamada: Springfield. No carrinho está exposto um troféu em formato de colher de cozinheiro, com uma plaquinha em homenagem ao tal Chef E. Brock, que irá recebê-lo pessoalmente um dia caso visitar o Brasil.

E há mais coisas sobre o que falar. Você espera que um carrinho de cachorro quente tenha um sistema de lavatório patenteado, o Springfield Handwash System, que usa só água mineral? Quem consegue não contar isso aos outros? Assim que forem definidos os tópicos dos quais os falantes podem falar, o próximo desafio é dar-lhes ferramentas para facilitar o falatório. Este é o próximo F.

F3 – Ferramentas: ajude a espalhar a mensagem!

Os falatórios podem ser ainda mais eficientes com uma pequena ajuda. Um exemplo prático das ferramentas que ajudam a espalhar os falatórios são os botões de “envie para um amigo” existentes na maioria dos sites hoje em dia. Ferramentas como bookmarks sociais, redes de relacionamento, blogs, e toda a Web 2.0, tem o poder de conectar pessoas facilitando a conversação. Porém, não pense que as ferramentas se resumem a recursos da Internet.

Um cliente nunca deveria, por exemplo, sair de uma loja sem levar algo consigo. E não estamos falando de mercadorias, mas de algo que ele possa comentar com alguém. Não confunda isso com dar uma caixinha de fósforos com a marca estampada, algo que era muito comum em restaurantes. Ninguém mais quer ser lembrado por incentivar o tabagismo, mas nem é esta a questão. Sacolas e brindes podem levar longe uma marca estampada, mas não facilitam quase nada o trabalho dos falantes.

Purikura! Uma febre memética japonesa.A criação de clubes VIP, a edição de revistas com assuntos relevantes (e discutíveis), CDs com a trilha sonora da loja, convites para eventos e folhetos divulgando causas em que a empresa está engajada são exemplos básicos do que interessa ao Marketing Conversacional. Existem casos em que o próprio produto é pensado para ser uma ferramenta. O Orkut é um bom exemplo disso. É necessário convidar pessoas conhecidas, caso contrário, ele perde sua relevância. No Japão dos anos 1990, tornaram-se muito populares aquelas máquinas de fotografia instantâneas que imprimiam pequenos adesivos em tiras. Mas o que você faz com doze figurinhas suas, todas iguais? Você guarda uma (no máximo duas) e distribui as outras. Pronto. Está passada a mensagem.

As ferramentas devem ser simples e ter conexão com o ponto-de-vista. Assim que os falantes estiverem utilizando-as para espalhar os falatórios, sejam elas online ou offline, o próximo passo é decidir quando fazer parte da conversa.

F4 – Fazer parte: junte-se a eles!

Algumas empresas tradicionalistas são extremamente resistentes em manter um diálogo aberto e transparente com o mercado. Os empresários pensam que conversar com o cliente é oferecer suporte, instituir um programa de pós-venda, e manter seu departamento de Relações Públicas ocupado. Ora, isto não é mais do que a obrigação de qualquer empresa que queira sobreviver. Quando incentivamos os falantes a falar sobre nossa empresa, muitas vezes eles esperam que participemos da conversa.

O grande receio dos empresários temerosos é que, uma vez aberta a porta, não há como voltar atrás. Isso é fato, pois tudo fica registrado em algum lugar na memória do cérebro global. Mas a questão chave do Marketing Conversacional é que os falatórios já acontecem por toda a parte, quer você queira ou não. As pessoas conversam o tempo todo: clientes com clientes, detratores com futuros clientes, jornalistas com analistas, analistas com investidores e assim por diante. Falem bem ou falem mal, temos a oportunidade de fazer parte da conversa e tirar proveito dela.

Desde respostas amigáveis para difamações em fórums de discussão, até pronunciamentos pessoais dos diretores em blogs, o mercado simpatiza quando uma empresa mostra uma face mais humana, mais pessoal. Haverá sempre o feedback negativo, mas ele pode ser visto como uma boa oportunidade para dar ouvidos e responder ao mercado. Se há alguma insatisfação e ninguém se pronunciar ou demonstrar interesse, pode ser um motivo para as pessoas pensarem que ela é verdadeira.

Por quê não agradecer a quem comenta posts sobre nós? Podemos lançar questões, e propor discussões conectadas com o nosso ponto-de-vista. Estas discussões não precisam ser online, podemos convidar pessoas para debates abertos. Quando um ponto-de-vista é bem trabalhado na empresa, qualquer colaborador é capaz de fazer parte da conversa. O mercado quer ouvir-nos falar sobre o mercado, não apenas tentar vender-lhe nossos produtos o tempo todo. Este F gera demanda interna e, por isso mesmo, deve ser uma rotina tão bem pensada e mapeada quanto os outros. Se formos capazes de farejar o que está sendo dito sobre nós, fica muito mais fácil fazer parte da conversação.

F5 – Farejar: siga aquela conversa!

O boca-a-boca existe desde que o homem aprendeu a se comunicar. Não se trata, portanto, de uma nova forma de fazer Marketing. Pelo contrário, é a maneira antiga, que somente hoje pode ser rastreada e controlada por novas tecnologias. Tudo o que passa pela cabeça das pessoas hoje em dia, mesmo das que não frequentam a Web, está registrada em blogs e redes sociais. Pense na primeira palavra que lhe vem a mente e pesquise no Google ou Technorati. Experimente pesquisar seu nome, ou o nome de seu produto ou empresa. Você pode se surpreender.

Não confunda o farejar com feedback de clientes. Neste último, as pessoas falam diretamente com a empresa. O que nos interessa saber é: o que, quando, como e onde falam “entre elas”. Por isso, este F depende mais da tecnologia que os outros. As empresas gastam milhões em pesquisas para saber o que o mercado está pensando, quando quase tudo está disponível (de graça…) na Web.

Como as pesquisas são realizadas em ambientes artificiais, como focus groups, é difícil saber se as pessoas estão livres de filtros, enquanto na Internet as manifestações acontecem espontaneamente. Não estamos dizendo que pesquisas não funcionam, apenas que alternativas interessantes e baratas estão tomando forma. Diversas ferramentas podem ser usadas para rastrear, medir e quantificar o que está sendo dito sobre os falatórios que nos interessam.

Segundo o Technorati, existem na Web mais de 70 milhões de blogs ativos, e 140 mil novos são criados a cada dia. No Brasil o interesse pelos blogs tem crescido recentemente. O mesmo vale para as redes sociais, sendo o Orkut o site com o maior número de acessos no país. A Internet pode ser usada como uma projeção do que as pessoas estão falando fora dela. Não se esqueça de que as pessoas que estão online também falam sobre as que não estão.

fonte: http://www.vamosconversar.com.br/index.php?p=4

O caro pode custar barato?

“Design não é sobre como um produto vai ficar bonito, mas como ele vai funcionar. A participação de mercado da Apple é maior que a participação de mercado da BMW e Mercedes na indústria automobilística. O que tem de errado em ser uma BMW ou uma Mercedes?”, Steve Jobs

Doze meses e seis milhões de cópias vendidas após o seu lançamento, a Apple dropou o preço do iPhone em 400 dólares. Inicialmente lançado a 599 dólares, o novo iPhone chega ao mercado no próximo dia 11 de Julho por apenas 199 dólares. Acabou a festa das madames e patricinhas de São Paulo que andavam na rua mostrando o iPhone como se apenas elas pudessem ter um. A partir de 11 de Julho o iPhone vira carne de vaca, todo mundo que tem um emprego decente poderá ter um.

Até no Brasil, mesmo depois que o governo aplicar a sua tradicional e indecente mordida fiscal, o iPhone será acessível.

A Apple é uma empresa originalmente elitista. Ela sempre colocou uma visão elitista em tudo que faz, inclusive na escolha de parceiros, clientes e funcionários. Na visão de Jobs não existe muita diferença entre um motorista de táxi bom e um motorista de táxi ruim. Um motorista de táxi bom consegue ser 3 ou 4 vezes melhor do que o motorista ruim. Porém, um excelente designer, programador ou marketeiro consegue ser 100 ou 200 vezes melhor do que um designer, programador ou marketeiro ruim. Existem centenas de habilidades que podem ser aprendidas por um trabalhador do século 21 para se diferenciar da média. Não existem muitas habilidades que um motorista de táxi pode desenvolver para pular da mediocridade para a excelência.

Jobs sempre acreditou em poucas pessoas, poucos clientes, poucos fornecedores. Na Apple as equipes de trabalho sempre foram pequenas. Máximo 100 pessoas. Ele dizia a seus diretores, “Se você quiser aumentar a sua equipe para 101, você terá que mandar alguém embora”.

Steve Jobs nunca fez questão de fazer produtos que pudessem ser comprados por um ser humano ordinário, pela massa, pelo povão, ele sempre fez produtos extraordinários para as pessoas extraordinárias, na opinião dele existe um número limitado de pessoas extraordinárias. Nem todo mundo, apesar do potencial que têm, consegue ser extraordinário. (Você acredita nisso?).

Há pelo menos 20 anos os computadores, notebooks e mp3s da Apple são no mínimo 50% mais caros que os seus pares, sendo líderes de mercado ou não, precificados para atender as pessoas extraordinárias (ache você ruim isso ou não). Sempre foi assim. Mas na segunda-feira 15:20 hs horário de Brasília tudo mudou quando Jobs anunciou o iPhone 3G.

Pela primeira vez na história da Apple, Jobs tem um produto MELHOR e mais barato que a concorrência. O iPhone 3G com 8 gigas é pelo menos 50% mais barato do que os seus pares Blackberrianos, Nokias, Motorolas e asiáticos. Pela primeira vez na história da indústria de tecnologia o ser humano ordinário terá a chance de colocar as mãos em um produto Apple.

Desde 1956, quando alguém na Procter & Gamble descobriu a fórmula dos 4Ps, todo marketeiro que se preza analisa quatro questões “básicas” antes de lançar um produto. O PREÇO que o produto chegará ao mercado, a PROPAGANDA que irá levar a mensagem do produto até o cliente, os benefícios tangíveis e invisíveis que o PRODUTO deve ter para ser percebido como diferente por um determinado mercado, e a localização, crédito e capacidade de um PONTO DE VENDA em distribuir esse produto em um determinado local.

Desde que os 4Ps são 4Ps o paradigma do marketing diz que o bom tem que ser caro porque o barato é percebido como ruim.

Se o produto que você faz oferece mais benefícios que o produto concorrente, ele não pode custar mais barato que a concorrência senão o seu cliente não vai acreditar que você é melhor.

Você acredita nessa regra?

Claro que acredita!

Se não acreditasse os líderes de mercado seriam mais baratos que os produtos que estão em segundo lugar. Trinta segundos de comercial na novela da Globo é 30% mais caro do que trinta segundos de comercial na novela da Record. Um calçado da Nike é mais caro que um calçado da Tooper (se você encontrar um), um par de havaianas é mais caro que um par de sandálidas ipanema. O Wal-Mart é mais caro que o Carrefour, por sua vez o Pão de Açucar é mais caro que o Wal-Mart. E todos vão muito bem obrigado sendo mais caros que a média.

Você acreditaria que o ZÉ TELEFONE seria capaz de criar um aparelho portátil que cabe na palma da sua mão e que vem com câmera digital integrada, e-mail, browser de internet, wi-fi, videos, fotos, jogos, músicas, caixas de som estéreo, fantástica tela wide-screen com tecnologia proprietária sensível ao toque, incrível capacidade de armazenamento, integração com o Microsoft Exchange, loja virtual com dezenas de softwares adicionais, e ainda com telefone celular embutido por 300 reais?

Mas se for um produto da Apple você vai sair correndo para comprar um, certo?

A dropagem do preço do iPhone e a popularização da Apple vai destruir a imagem que ela construiu até agora como empresa elitista?

Com certeza!

Ela se importa?

Não!

“Eu não tenho medo de começar do início”, disse Jobs quando perguntaram o que ele faria para reconstruir a Apple em 1997.

A Microsoft reina soberana no universo dos sistemas operacionais desde 1981. Com o advento do iPhone, a Apple tem a chance pela primeira vez em décadas de ter um sistema operacional dominando o mercado. Jobs não vai perder essa chance. Todo mundo sabe que século 21 é sobre software e não hardware, inteligência sobre força bruta, cálculos sobre máquinas. Até 2010 o número de pessoas acessando a internet via telefone será maior do que número de pessoas acessando via computadores. O celular é definitivamente uma nova plataforma de acesso a internet e o sistema operacional do iPhone tem a chance de ser o líder desse mercado.

A Apple está abrindo mão de lucrar no hardware do iPhone para apostar as fichas no software. No mesmo dia que anunciou o iPhone, Jobs lançou o MobileMe, um super mega blaster web site onde os usuários de iPhone poderão armazenar e sincronizar arquivos de fotos, emails, contatos, calendário com a internet por 99 dólares por ano. No dia 11 de Julho entra no ar a Loja online de softwares para iPhone com dezenas de aplicativos free e outros pagos desenvolvidos por terceiros segundo os padrões da Apple. Jobs é completamente contra sistemas abertos. “Jobs é um artista elitista que não quer ver a sua obra se transformar em uma mutação de mal gosto. É como se um artista de rua desse uma pincelada em um quadro do Picasso, ou alguém mudasse a letra de uma música dos Beatles. Jobs não vai deixar que isso aconteça”. A Apple vai ganhar 30% de comissão em cima de todas as vendas de softwares feitas na loja da Apple, além é claro, de ganhar com a venda de músicas, filmes, shows de TV, audio-livros que podem ser comprados na loja e armazenados em um iPhone.

“O meu sonho é que um dia todas as pessoas do mundo terão um computador Apple”, disse Jobs em 1984 quando lançou o Macintosh para enfrentar a soberania do IBM PC. Parece non sense quando você leva em conta tantos anos de elitismo, mas, após décadas puxando a indústria para níveis de excelência e forçando os seus concorrentes a sair da mediocridade (Windows) e se fazer entender pelo usuário comum, Jobs finalmente está vendo o dia em que todas as pessoas terão um computador Apple nas mãos, ainda que seja um telefone.

NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA!

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

fonte; http://www.bizrevolution.com.br/blog

A Reinvenção do Marketeiro

“Não adianta ser honesto, você tem que se parecer honesto. Não adianta dizer que faz, tem que parecer que faz. Por outro lado, as nossas soluções não resolvem os problemas dos outros! Os clientes compram pelas razões deles, não pelas nossas. Mind share vem antes de market share.”

Querida(o) Amiga(o),

Quando as vendas caem e os negócios minguam, o marketeiro da sua empresa é convidado a participar das reuniões que decidem os futuros dos negócios, ou é deixado de fora porque marketing significa “atividades de longo prazo” e “necessidades de investimentos que não temos”?

Como o marketing é visto pelos principais executivos, eles acham que marketing é uma simples ferramenta de comunicação que gera awareness e promoção de produtos, ou eles enxergam o marketing como uma ferramenta estratégica para aumentar as vendas?

A grande maioria dos executivos não vêem marketing como uma ferramenta estratégica para o crescimento dos negócios. A grande maioria vê o marketing como o departamento do show, dos brindes, das feiras e eventos, da propaganda, dos gastos que não necessariamente geram vendas.

Com isso, o marketing é sub-utilizado pelos executivos que pensam que marketing é propaganda.

Por que isso acontece?

Porque o marketeiro pensa que marketing é propaganda.

É dando que se recebe!

MARKETING = PERCEPÇÃO!

Percepção é REALIDADE!

O que fazer?

Ao invés de se lamentar e chorar pelos quatro cantos quadrados da empresa porque as pessoas não entendem o que é marketing, o marketeiro deve investir as suas energias para se reinventar como profissional de negócios, e ser percebido como gostaria de ser percebido.

Coisas para fazer IMEDIATAMENTE:

1. ACOMPANHAR A DISTRIBUIÇÃO DOS LEADS ATÉ O FIM. Não basta entregar cartões de visita e e-mails com clientes interessados em fazer negócios com a empresa para o vendedor. É preciso acompanhar o que o vendedor faz com o lead até o final. Durante o processo de contato com o cliente, muito provavelmente o vendedor precisará de materiais de marketing e produtos que não estão prontos e precisam ser criados para mover a venda rumo ao fechamento. Se o marketeiro não estiver colado no vendedor, ele esquece o que tem que ser feito, e depois de alguns meses o lead que era quente fica frio.

2. FALAR A LINGUAGEM DOS NEGÓCIOS. Quem se importa com o quê seja “click-through” ou CPM? Ao invés de dizer que você foi responsável pelo “aumento dos cliques nos emails”, diga “que o email enviado ontem gerou 5 vendas”.

3. USAR MÉTRICAS QUE IMPORTAM PARA OS NEGÓCIOS. De novo, quem se importa em saber se 3 mil pessoas visitaram o nosso stand na feira? O que interessa é quantos clientes vão comprar em X dias. Marketeiro que se preza mede “número de novos clientes”, “ticket médio das vendas”, “número de novos contratos com novos preços”, “número de novos produtos vendidos”, “velocidade da venda”, “margens de lucro”. Sugestão: criação e manutenção de um quadro branco com métricas de marketing na parede da área de vendas ou marketing.

4. VIVER A VIDA DOS OUTROS. Se você é marketeiro-gerente com funcionários marketeiros que se reportam para você, PLANTE os caras dentro dos departamentos dos colegas. DOE as baias do marketing para outros departamentos. SAIA do Oásis do marketing e vai viver a vida dos vendedores, profissionais de tecnologia, recursos humanos, produtos, produção, distribuidores e varejistas. Vigie-se para que você não fique fechado por muito tempo dentro do departamento “míope” de marketing.

5. TER UM MÉTODO DE MARKETING QUE VOCÊ REALMENTE USA. Marketing & Vendas é sobre RELACIONAMENTO + MÉTODOS. Toda atividade de marketing deve ser encarada como um projeto. Todo projeto de marketing deve ser encarado como um item de uma campanha de marketing. Toda campanha de marketing deve ter pelo menos 8 elementos de comunicação que são dialogados com os clientes em um determinado período de tempo. Não abra mão disso. Qual é o seu método de fazer marketing? O que você faz depois que manda um e-mail? O que vem depois da distribuição do folheto da empresa?

6. CRIAR PRODUTOS E SERVIÇOS. A grande verdade é que a grande maioria dos produtos e serviços são criações da engenheira. Ok, but, quantas vezes o marketingue fez alguma sugestão para a engenheira da empresa sobre novos produtos e serviços? Que tipo de projeto de marketing você faz para captar as idéias dos clientes e transformar em novos negócios? Por outro lado, como você poderia ajudar os engenheiros com informações de mercado? Se não puder fazer as vezes de Feiticeiro, que faça as vezes de Aprendiz.

7. ENTENDER COMO A EMPRESA GANHA DINHEIRO. A falta de entendimento sobre como a empresa ganha dinheiro é realmente incrível no mundo do marketing. De onde vem o lucro da empresa, você realmente sabe? Exemplo, será que o lucro da empresa vem dos pedidos com 5 itens na mesma nota fiscal? Se for isso, o que você vai fazer para aumentar o número de pedidos semelhantes a esses? Será que o lucro da empresa vem do fato de termos novos produtos a cada três meses? Se for, o que você vai fazer a respeito? Como a empresa ganha dinheiro? Para descobrir você vai precisar debulhar os relatórios, fatos e dados da empresa. Invista o tempo que for necessário. ISSO É MARKETING!!!

8. AVALIAR NOVOS NEGÓCIOS. 80% das empresas que eu conheço abraçam novos negócios simplesmente porque os novos negócios parecem atrativos. É PRECISO AVALIAR AS POSSIBILIDADES ANTES DE EMBARCAR EM QUALQUER CANOA!!! Quem vai fazer isso em uma empresa que está sempre com pressa para crescer ou se manter em pé? O MARKETEIRO!!! Deveríamos entrar no mercado do Rio de Janeiro com o produto X? O Marketeiro precisa responder. Deveríamos começar a trabalhar com o fornecedor Y? O Marketeiro deveria responder. Se isso não acontecer, a empresa tende a mergulhar a cabeça em algo que não terá muito ou quase nenhum investimento em planejamento estratégico.

9. FAZER MARKETING DENTRO DA EMPRESA. Se você quiser saber qual é o nível de satisfação dos seus clientes, basta se interessar em saber qual é o nível de satisfação dos funcionários da sua empresa. Qual departamento da empresa entende o que a empresa comunica para o mercado? Quem não entende qual é o negócio da empresa e precisa de um treinamento? Qual departamento ainda não tem a cultura alinhada com a cultura que a empresa promove na rua? O que você como marketeiro vai fazer a respeito?

10. QUEBRAR OS PARADIGMAS DO MARKETING. Marketing & Vendas são os caras mais preconceituosos de uma empresa. É a turma das teorias, pesquisas de focus groups e outras fantasias que contribuem para nivelá-los por baixo. “Para fazer o anúncio precisamos de agência, para fazer o evento precisamos de sacolinhas, para fazer o produto precisamos da embalagem, para fazer a embalagem precisamos do design etc etc etc”. O marketeiro deveria ser o cara mais INOVADOR e mais MENTE ABERTA a novas idéias malucas. Infelizmente a prática não é bem assim. Como marketeiro, lembre-se sempre de ser o cara MAIS RAUL SEIXAS que você conhece. Caso contrário a empresa será careta, commodity e maçante.

Marketing deveria ser o departamento que puxa a empresa.

Espero que seja o seu caso.

QUEBRA TUDO!Foi para isso que eu vim! E Você?

fonte: http://www.bizrevolution.com.br/blog