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Sociedade “tênis” ou “frescobol”? Qual é a sua?

Uma das coisas mais difíceis é conseguir um bom parceiro de negócios. Sejam sócios ou funcionários para trabalharem na sua equipe, é sempre complicado conseguir atrair aqueles que estão dispostos a jogar junto conosco para manter a “bola no ar”. Tendo participado em mais de cinco sociedades de negócios, posso dizer que os parceiros que pensam em ser melhores uns que os outros, não são bons para qualquer empresa. No fundo, o que essas pessoas querem é que a imagem delas seja maior que a do próprio negócio e não o contrário. Existe uma metáfora muito boa para aplicarmos na nossa vida quando estamos nos…

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Se você está fazendo força para viver, algo está errado

A vida, definitivamente, não é um sacrifício. O jiu-jitsu é uma luta onde alguém aparentemente fraco pode dominar outro aparentemente forte. Quando treinamos, começamos a perceber que se fazemos força ao tentar dar um golpe, é sinal de que estamos, muito provavelmente, fazendo algo errado. No jiu-jitsu utilizamos a força da natureza contida dentro dos nossos próprios corpos contra o oponente. Eu mesmo, pesando 65 quilos, sou capaz de manter meu professor de 90 quilos no chão com facilidade, sem fazer força ou invalidá-lo. Hoje, se faço força ao tentar um movimento, compreendo automaticamente que estou tentando da forma errada. O mesmo vale para…

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A Iluminação

Um dia, perguntaram a um grande mestre quem o havia ajudado a atingir a iluminação, e ele respondeu: “Um cachorro”.

Os discípulos, surpresos, quiseram saber o que havia acontecido, e o mestre contou:

— Certa vez, eu estava olhando um cachorro, que parecia sedento e se dirigia a uma poça d’água. Quando ele foi beber, viu sua imagem refletida. O cachorro, então, fez uma cara de assustado, e a imagem o imitou. Ele fez cara de bravo, e a imagem o arremedou. Então, ele fugiu de medo e ficou observando, distante, durante longo tempo, a água. Quando a sede aumentou, ele voltou, repetiu todo o ritual e fugiu novamente. Num dado momento, a sede era tanta que o cachorro não resistiu e correu em direção à água, atirou-se nela e saciou sua sede. Desde esse dia, percebi que, sempre que eu me aproximava de alguém, via minha imagem refletida, fazia cara de bravo e fugia assustado. E ficava, de longe, sonhando com esse relacionamento que eu queria para mim. Esse cachorro me ensinou que eu precisava entrar em contato com a minha sede e mergulhar no amor, sem me assustar com as imagens que eu ficava projetando nos outro.

fonte: http://www.contandohistorias.com.br/historias/2006496.php

Pelicanos

No início do século XX, durante o apogeu da indústria da pesca na Costa Oeste dos EUA, era muito comum ao final do dia, observar muitos pelicanos voando ao redor dos barcos de pesca, afinal, a comida era abundante e de fácil acesso. Gerações inteiras de pelicanos desenvolveram este hábito de fazer uma boquinha no convés das grandes embarcações recheadas de peixes no final da tarde.

No entanto, com o desaquecimento da economia, muitas dessas empresas enfrentaram fortes dificuldades econômicas, levando a falência algumas delas. O número de embarcações diminuiu drasticamente, fazendo com que a abundância outrora encontrada pelos pelicanos da Costa Oeste agora se transformasse num cenário de escassez e por isso, os navios passavam a proteger os seus peixes dos visitantes esfomeados e indesejados.

Por mais de uma década, os pelicanos deixaram de pescar e simplesmente comiam os peixes no convés das grandes embarcações de pesca, mas agora passavam fome, o que gerou uma grande taxa de mortalidade de pelicanos em toda Costa Oeste americana.

Os biólogos, preocupados com este problema, ao identificarem as causas dessa mortalidade, iniciaram uma pesquisa com os pelicanos da Costa Leste, onde a pesca não era uma atividade muito desenvolvida. Lá, perceberam que os pelicanos sabiam pescar, passavam todo o dia em busca de peixes, fazendo mergulhos rasantes na água em busca de comida.

Os biólogos resolveram levar para Costa Oeste uma pequena população de pelicanos da Costa Leste. Ao soltarem esses pelicanos na Costa Oeste, a expectativa era que, ao vê-los pescando no Oceano Pacífico, os pelicanos da Costa Oeste aprendessem a pescar e pudessem assim, perpetuar a sua espécie na região. Depois de muitas mortes de pelicanos, experiência deu certo e os pelicanos aprenderam a pescar e não dependiam mais dos peixes dos navios.

Moral:

1. Nem tudo que é fácil é o melhor;

2. Não dependa de ninguém porque um dia pode faltar;

3. Não dependa do governo porque um dia ele pode entrar numa grande crise;

4. Governo que mantém as pessoas dependentes não está bem intencionado. Esta é a maneira mais fácil de ter votos em troca;

5. É impossível um Governo manter toda uma população com base em processos assistencialistas por muito tempo. No dia da crise, e ela sempre acontece porque é cíclico, não haverá dinheiro para cumprir os compromissos e as dificuldades serão enormes. Quando isso acontece, não adianta protestar pois não haverá recursos para suprir`as necessidades de todos.

6. Todos são capazes de pescar, desde que dependam disso, estejam treinados e estimulados.

7. A condição para viver uma vida pescando o seu próprio peixe, sem que se espere algo vindo de terceiros, é apreciar muito mais a liberdade do que a facilidade.

8. A melhor forma de controlar uma população é fazê-la dependente, tirando dela o seu anseio por liberdade para tomar iniciativas, correr riscos e sonhar com algo melhor.

9. A maior igualdade não é financeira, pois isso pode variar a depender de uma maior ou menor dedicação que cada indivíduo teve durante o tempo que esteve pescando no dia. Quanto maior a dedicação e a técnica desenvolvida, mais peixes serão pescados. A maior igualdade numa sociedade deve ser em seus direitos fundamentais. Por exemplo, é totalmente justo que um deputado preso seja hospitalizado porque esteja passando mal, mas definitivamente não é justo que as outros presos sejam ignorados, morrendo de tuberculose e pneumonia dentro dos presídios Brasil afora. Esses fatos são um flagrante de como não existe igualdade no Brasil.

10. Empreendedorismo é para todos. Todos são capazes de pescar. Empreendedorismo é democrático e meritocrático. Quanto mais pessoas empreenderem, mais os salários dos que optaram em ter um emprego vão subir, porque por lógica, a oferta de profissionais vai diminuir, aumentando o seu valor. Quanto mais pessoas empreenderem, mais empregos e impostos serão gerados, o que sustenta a máquina pública e o desenvolvimento do País. Um País empreendedor é um País que sabe pescar.

Alguns podem perguntar: “Mas o que acontece se todos abrirem uma empresa, quem vai trabalhar?” Estatisticamente, isso jamais vai acontecer, pois assim como os pelicanos da Costa Oeste, muitos já estão acostumados a comerem o peixe no convés. O melhor é que para ser um empreendedor não é necessário ter uma empresa. Afinal, tá cheio de empresário miserável e medíocre, da mesma forma que frequentemente encontramos alguns empregados prósperos e empreendedores.

fonte: facebook.com/canalgeracaodevalor

Os dois lobos

Uma noite, um velho Cherokee contou ao seu neto sobre uma batalha que acontece dentro das pessoas. Ele disse:

  • ‘Meu filho, a batalha é entre dois ‘lobos’ dentro de todos nós. Um é Mau: é a raiva, a inveja, o ciúme, a tristeza, o desgosto, a cobiça, a arrogância, a pena de si mesmo, a culpa, o ressentimento, a inferioridade, as mentiras, o orgulho falso, a superioridade e o ego. O outro é Bom: é a Alegria, a Paz, a Esperança, a Serenidade, a Humildade, a Bondade, a Benevolência, a Empatia, a generosidade, a Verdade, a Compaixão e a Fé’.

O neto pensou naquilo por alguns minutos e perguntou ao seu Avô:

  • ‘Qual o lobo que vence’?

O velho Cherokee simplesmente respondeu:

  • ‘O que você alimenta’.

A outra Janela

A menina debruçada na janela trazia nos olhos grossas lágrimas e o peito oprimido pelo sentimento de dor causado pela morte de seu cão de estimação.

Com pesar observava atenta ao jardineiro a enterrar o corpo do amigo de tantas brincadeiras.

A cada pá de terra jogada sobre o animal, sentia como se sua felicidade estivesse sendo soterrada também.

O avô que observava a neta, aproximou-se a envolveu em…

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O bordado

Quando eu era pequeno, minha mãe costurava muito.

Eu me sentava no chão, brincando perto dela, e sempre lhe perguntava o que ela estava fazendo.

Ela respondia que estava bordando.

Todo dia era a mesma pergunta e a mesma resposta.

Observava seu trabalho de uma posição abaixo de onde ela se encontrava sentada, e repetia:

— Mãe, o que a senhora está fazendo?

Dizia-lhe que, de onde eu olhava, o que ela fazia me parecia muito estranho e confuso.

Era um amontoado de nós e fios de cores diferentes, compridos, curtos, uns grossos e outros finos. Eu não entendia nada.

Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente me explicava:

— Filho, saia um pouco para brincar e, quando terminar meu trabalho, eu chamo você, coloco-o sentado em meu colo e deixarei que veja o trabalho da minha posição, está bem?

Mas, com toda aquela curiosidade infantil, eu continuava a me perguntar lá de baixo:

“Por que ela usa alguns fios de cores escuras e outros claros? Por que eles me parecem tão desordenados e embaraçados? Por que estavam cheios de pontas e nós? Por que não tinham ainda uma forma definida? Por que demorava tanto para fazer aquilo?”

Bem mais tarde, quando eu estava brincando no quintal, ela me chamou:

— Filho, venha aqui e sente-se em meu colo; quero lhe mostrar uma coisa.

É claro que fui correndo, louco pra ver a sua “obra” acabada.

Eu sentei no colo dela e me surpreendi ao ver o bordado. Não podia acreditar!

Lá de baixo parecia tão confuso e, agora, vendo de cima, vi uma paisagem maravilhosa! Como podia ser?

Então, minha mãe me disse:

— Filho, vendo de baixo, tudo parecia confuso e desordenado porque você não via que na parte de cima havia um belo desenho. Mas, agora, olhando o bordado da minha posição, você sabe o que eu estava fazendo…

Muitas vezes, ao longo dos anos, tenho olhado para o céu e dito:

— Pai, o que estás fazendo?

Ele parece responder:

— Estou bordando a sua vida, filho.

E eu continuo perguntando:

— Mas está tudo tão confuso, Pai, tudo em desordem… Há muitos nós, fatos ruins que não terminam e coisas boas que passam rápido. Os fios são tão escuros… Por que não são mais brilhantes?

O Pai parece me dizer:

— Meu filho, ocupe-se com seu trabalho, descontraia-se, confie em Mim, e Eu farei bem o meu trabalho. Um dia, colocarei você em meu colo e, então, você vai ver o plano da sua vida da minha posição!

Muitas vezes não entendemos o que está acontecendo em nossas vidas. As coisas são confusas, não se encaixam e parece que nada dá certo. É que estamos vendo o avesso da vida. Do outro lado, Deus está bordando…

fonte: http://www.contandohistorias.com.br/historias/2004187.php