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Mudou de novo

Quantas vezes o mundo mudou na última década?

Está mudando neste momento e não vai parar de mudar.

As regras do jogo, os modelos de negócios, as relações de trabalho, bem como as relações entre consumidores e a tecnologia estão em constantes transformações.

Como parte dessa mudança, todo o mundo velho, ou seja, a máquina burocrática, o sistema de ensino e velhos conceitos, caíram em desuso sem que muitos sequer tenham percebido.

Estamos no meio dessa transição que promove uma imensa ruptura com o velho e impõe sobre todos o novo. Também é importante compreender que este novo chegou repleto de novas oportunidades e possibilidades para todos. No entanto, sem dar outra alternativa, a não ser mudar, para os que insistem em se apegar ao velho. Gostando ou não, a verdade é que o velho está morto e quem não o sepultar será enterrado junto com o defunto.

A resistência da atual geração diante dessa inevitável mudança de forma de vida tem promovido uma luta, derrotada por antecipação, dos que ainda vão tentar resistir a essas mudanças, o que transformará a próxima década numa tumultuada transição em todo mundo.

Os que entenderem que estamos num caminho sem volta e aprenderem a…

leia mais em http://geracaodevalor.com/blog/mudou-de-novo/

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Qual é a sua crise?

A crise chegou para todas as pessoas que querem ganhar a mesma coisa fazendo o que fazem há mais de 30 anos.

A audiência da novela caiu. A rede Globo diz que está em crise. Como chama a crise da Globo? Netflix!

As vendas de carros caíram. A Ford e a GM dizem que estão em crise. Como chama a crise das montadoras? Bicicleta e metrô!

As vendas do McLixo caíram. O McLixo diz que está em crise. Como chama a crise do McLixo? Franquia de Japonês!

A taxa de ocupação dos hotéis Ibis está meia boca. Como chama a crise dos hotéis? AirBNB!

As vendas nas lojas de Shopping Centers estão em crise. Como chama a crise dos shopping centers? Lojas virtuais!

As vendas nos supermercados estão em crise. Como chama a crise dos supermercados? Restaurantes!

As vendas de produtos da linha branca estão em crise. Como chama a crise de vendas de geladeiras, fogões e microondas? Bom Negócio e OLX!

As vendas de corridas de táxi estão em crise. Como chama a crise dos taxistas? UBER!

O volume de matrículas nas faculdades está minguando. Como chama a crise das faculdades? YouTube!

As vendas em lojas de acessórios para eletrônicos estão em crise. Como se chama a crise dos eletrônicos? Alibaba Express!

Enquanto a China envia pedidos de compra de relógios de pulso e vestidos de noiva para a cidade de Rio Claro com frete grátis, você cobra 30 reais do seu cliente para enviar um pedido da zona sul para a zona norte dentro da sua cidade de 50 mil habitantes!

Se VOCÊ está em crise; ou se VOCÊ é do tipo que reclama da crise; é porque você faz negócios do jeito que o seu avô fazia.

Se VOCÊ está em crise, você deve ser do tipo que CULPA o governo quando está por baixo, e se diz RESPONSÁVEL PELO SEU SUCESSO quando está por cima.

A revista Exame PME publica todos os anos a lista das 250 pequenas e médias empresas que mais crescem no Brasil. No topo da lista você não encontra bancos, seguradoras, construtoras, supermercados, ou qualquer um desses negócios mais-do-mesmo.

Você tem empresas que fabricam peças para processos de automação de máquinas agrícolas (128% de crescimento), empresas que transportam resíduos industriais perigosos (110% de crescimento), empresas que elaboram projetos de telecomunicações (81% de crescimento), empresas que fornecem plataformas elevatórias para transportar máquinas (77% de crescimento), empresas que constroem estações de tratamento de água e esgoto (51% de crescimento), empresas que transportam medicamentos de alto custo (45% de crescimento), empresas que produzem pisos de alta resistência para ambientes industriais (42% de crescimento), e muito, muito mais!

Se o mundo dos negócios para você se resume ao que acontece na Avenida Paulista ou no Itaim Bibi, ou na cabeça de quem circula pela Berrini ou Faria Lima, é claro que você vai achar que tudo está ruim. Afinal, a única coisa diferente que aconteceu na cidade de São Paulo nos últimos 20 anos foi a construção da Ponte Estaiada que atravessa o Rio Pinheiros.

O futuro do Brasil não está em São Paulo. O futuro do Brasil está na sua comunidade local. Na sua pequena cidade. Nas fábricas da sua região. Nos empresários do seu bairro. O nosso país só será INCRÍVEL quando tivermos pelo menos 1.500 pequenas e médias cidades FERVILHANDO de NOVOS NEGÓCIOS espalhadas por todas as regiões do país. E isso já está acontecendo.

Enquanto você sonha com uma carreira de advogado no escritório do Pinheiro Neto para o seu filho, alguém criou uma empresa que instala plataformas de petróleo (41% de crescimento) em Curitiba; enquanto você sonha com uma carreira de médico no Hospital Albert Einstein para o seu filho, alguém criou uma empresa de consultoria de meio ambiente e planejamento urbano (40% de crescimento) no Rio de Janeiro; enquanto você sonha com uma carreira de engenheiro para o seu filho na Odebrecht, alguém criou uma empresa que oferece serviços logísticos para bancos (249% de crescimento) em Goiânia.

Crise?

Crise o escambau!

Vivemos na era mais transformadora da história do ser humano!

Para o Banco HSBC, é claro que o mercado está em crise. Para as construtoras, é claro que o mercado está em crise. Para a FIFA, é claro que o mercado está em crise.

Para quem sempre fez negócios precisando de incentivos fiscais e favores de terceiros, é claro que o mundo está em crise.

Mas as coisas estão mudando.

As pessoas de bem contam hoje com um aliado que elas nunca imaginaram: a tecnologia.

A tecnologia é a grande polícia interplanetária que vai acabar com os grandes atos de corrupção. Os sistemas de informática e tecnologia vão conectar tudo que existe e fechar as portas para a bandidagem.

A tecnologia vai reduzir a corrupção no mundo público; e principalmente, no mundo privado.

Eu treino vendedores de todas as indústrias que você pode imaginar. Tem corrupção por todos os cantos desse país. Uma das maiores preocupações dos vendedores hoje em dia é saber lidar com os milhares de clientes corruptos que só compram softwares, serviços de consultoria, espaços publicitários, serviços de gestão para as suas empresas, se os vendedores pagarem uma comissão de 15-20% para eles.

Mas as coisas estão mudando.

E se você quiser acelerar essas mudanças, faça o seguinte favor a você mesmo e a sua cidade: faça negócios com as pequenas e médias empresas locais. Faça negócios com empresas que seguramente investem 100% do seu lucro na sua cidade ou comunidade. Faça negócios com pessoas honestas.

Na próxima vez que você for ao supermercado comprar uma maçã para os seus filhos, verifique a procedência da maçã. Se a maçã veio de uma plantação da sua região, compre! Caso contrário, não compre!

Você quer mudar o mundo? Você realmente quer mudar o mundo?

Invista pelo menos 50% do seu dinheiro nas empresas da sua cidade.

Você quer melhorar a sua cidade?

Incentive o seu filho a criar uma empresa na cidade em que ele nasceu para construir as coisas que a cidade tanto precisa. Te garanto que se ele for capaz de resolver o problema da sua cidade, ele estará pronto para vender a sua criação em qualquer lugar do mundo.

Se liga!

Nessa VIDA, ou você é um agente de mudanças, ou uma vítima delas.

O que você é?

NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA!

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

fonte: http://www.bizrevolution.com.br

Teoria das janelas partidas

Em 1969, na Universidade de Stanford (EUA), o Prof. Phillip Zimbardo realizou uma experiência de psicologia social. Deixou dois automóveis abandonados na via pública; dois automóveis idênticos, da mesma marca, modelo e até cor. Um deixado no Bronx, na altura uma zona pobre e conflituosa de Nova York e o outro em Palo Alto, uma zona rica e tranqüila da Califórnia.

Dois automóveis idênticos, abandonados em dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em psicologia social estudando as condutas das pessoas em cada lugar.

Resultou que o automóvel abandonado no Bronx começou a ser vandalizado em poucas horas. Perdeu as janelas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram. Contrariamente, o automóvel abandonado em Palo Alto manteve-se intacto.

É comum atribuir à pobreza as causas de delito. Atribuição em que coincidem as posições ideológicas mais conservadoras, (da direita e esquerda). Contudo, a experiência em questão não terminou aí, quando o automóvel abandonado no Bronx já estava desfeito e o de Palo Alto estava a uma semana impecável, os investigadores partiram um vidro do automóvel de Palo Alto.

O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o do Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado que o do bairro pobre. Por quê que o vidro partido na viatura abandonada num bairro supostamente seguro, é capaz de disparar todo um processo delituoso?

Não se trata de pobreza. Evidentemente é algo que tem a ver com a psicologia humana e com as relações sociais.

Um vidro partido num automóvel abandonado transmite uma idéia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação que vai quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras, como que vale tudo. Cada novo ataque que o automóvel sofre reafirma e multiplica essa idéia, até que a escalada de atos cada vez piores, se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.

Em experiências posteriores (James Q. Wilson e George Kelling), desenvolveram a Teoria das Janelas Partidas, a mesma que de um ponto de vista criminalístico, conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem e o maltrato são maiores.

Se se quebra um vidro de uma janela de um edifício e ninguém o conserta, muito rapidamente estarão quebrados todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito.

Se se cometem pequenas faltas (estacionar-se em lugar proibido, exceder o limite de velocidade ou passar-se um semáforo vermelho) e as mesmas não são punidas, então começam as faltas maiores e logo delitos cada vez mais graves. Se se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior violência quando estas pessoas forem adultas.

Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são progressivamente abandonados pela maioria das pessoas (que deixa de sair das suas casas por temor aos gangs), estes mesmos espaços abandonados pelas pessoas são progressivamente ocupados pelos delinqüentes.

Teoria das Janelas Partidas foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metrô de Nova York, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas transgressões: grafites deteriorando o lugar, sujeira das estações, alcoolismo entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens. Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno delito, conseguiu-se fazer do metrô um lugar seguro.

Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, o prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Partidas e na experiência do metrô, impulsionou uma política de Tolerância Zero. A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às normas de convivência urbana.

O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York. A expressão Tolerância Zero soa como uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e promoção de condições sociais de segurança.

Não se trata de linchar o delinqüente, nem da prepotência da polícia. De fato, a respeito dos abusos de autoridade, deve-se também aplicar a tolerância zero. Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito. Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana.

fonte: http://www.contandohistorias.com.br/historias/2006551.php

O Forrest Gump brasileiro

Jefferson Pereira estudou no colégio Santo Agostinho, um dos colégios mais tradicionais do Rio de Janeiro e destacado entre os melhores do Brasil, segundo o ENEM.
Seus amigos  do colégio seriam os próximos médicos, engenheiros, advogados e executivos do Brasil. Mas este não era o sonho de Jefferson.

Desde seus 14 anos o que sempre quis foi conhecer o mundo, suas diferentes culturas e, de uma maneira mais romântica, desbravar os sete mares. Jefferson estudou oceanografia e formou-se pela UERJ e hoje, com 25 anos, mora em veleiros viajando…

Os incomodados são os que mudam

Pare e reflita: o mundo que está abaixo dos seus pés nunca parou de mudar. Podemos afirmar que nestes primeiros anos do século 21 vivemos em cinco ou mais planetas diferentes, sem sair do lugar. Sem mudar de casa, de cidade ou de emprego.

Diante da científica e justificada necessidade humana de buscar condições de vida em outros planetas, pensar na diferença que fazemos, ou que podemos fazer por aqui mesmo, pode ser…

leia mais em http://webinsider.uol.com.br/2009/12/14/os-incomodados-sao-os-que-mudam/

A porteira da civilização vai abrir de novo

Pode parecer estranho, mas vemos a sociedade por que fomos convencidos a olhar para ela sobre determinado ponto de vista.

Ou seja, houve uma negociação entre quem está no poder e quem o aceita. E se espalhou, através da mídia de plantão, um conjunto de conceitos absorvidos, incorporado e reproduzidos.

A sociedade é do jeito que é por que alguém a inventou desse jeito, nós consolidamos e na relação de forças, por comodismo ou…

leia mais em http://webinsider.uol.com.br/2010/05/13/a-porteira-da-civilizacao-vai-abrir-de-novo/

Resistência a Mudanças

Quase a totalidade das empresas de um mesmo segmento emprega modelos idênticos de atuação, muitas vezes por terem nascido de uma grande organização e com o passar do tempo sócios ou empregados dessa empresa fundam outras no mesmo ramo para concorrer pelos mesmos clientes, sendo assim torna-se mais fácil copiar o que existia no modelo inspirador. Essa característica – cópia do modelo de trabalho – ocorre mesmo quando essa modalidade de multiplicação de empresas não se aplica. É comum a realização de cursos, excursões, comitivas que tem…

leia mais em http://www.facioli.com/Noticia/Noticia.aspx?IDPagina=357