Arquivo da tag: politica

O que o Brasil tem a aprender com a América

Já estive dezoito vezes nos Estados Unidos, e toda vez que estou lá penso a mesma coisa: ninguém sabe ser tão louco ou tão careta quanto americano. São os mais destrambelhados e os mais certinhos. São assim porque as leis e cultura estimulam, ou a sociedade foi moldada para se adaptar ao jeito de ser dos gringos?

Nos EUA me sinto como um escriba da periferia do Império Romano visitando a Roma dos césares. É impossível não se admirar com tanto poder e prazer, mas sei que jamais serei cidadão do império. Voltar ao Brasil é sempre delicioso. E sempre o contraste é brutal. Seja na variedade de cervejas no supermercado (lá, mais de 40, e oito tipos de maçã) ou na qualidade do debate público, das exposições nos museus, ou da adaptação das calçadas paulistanas a cadeirantes.

O ponto alto e baixo da civilização americana é sua defesa apaixonada da ideia de liberdade individual. O que se traduz maravilhosamente (ou se reduz tristemente) na incrível liberdade de consumir de que gozam os americanos.

Há países em que se vive mais e melhor, mas em nenhum lugar você pode consumir tanto quanto na América. É um ótimo país para ser rico e nem tanto para ser pobre. Mas os pobres às vezes nem percebem, porque estão detonando o cartão de crédito no shopping. E às vezes percebem que a Economia do país vai bem mais seu bolso vai mal, o que vem acontecendo nos últimos anos, e dão o troco nas urnas.

Na América você pode ser quem você quiser, contanto que siga as regras. Você pode se fantasiar de Patolino e sair patinando pela calçada, mas não pode pisar na grama, mesmo que esteja de terno. Pode fumar maconha tranquilo nas ruas de São Francisco, mas para fumar um cigarro comum precisa estar a cinco metros da entrada do restaurante. Está liberado para fundar um partido libertário que pregue a destruição do Governo Federal, contanto que pague os impostos em dia.

Tenho grande admiração pelos Estados Unidos, quando se trata de liberdade de expressão. Mesmo nestes anos pós-Torres Gêmeas, o país ainda goza de liberdades sem paralelo em quase nenhum outro canto do planeta. Tem maluco defendendo Hitler e Bin Laden, casando vestido de alienígena e fundando religião Jedi. Nenhum presidente, nenhum Congresso é capaz de mudar isso. Está no DNA do país.

Tudo permitir é tudo neutralizar, dizem, e concordo, mas não muito. Sim, o “sistema” é ótimo para absorver os golpes, e reempacotá-los e vendê-los em versões aguadas e adocicadas. Mas sociedade nenhuma escapa intocada de tanta porrada; as contusões e olhos roxos são o que chamamos de progresso.

Tenho grandes problemas com alguns aspectos dos Estados Unidos:

– A ignorância inexplicável sobre o resto do mundo

– A encanação com horários – festa tem hora pra começar e acabar, geralmente às 22h.

– A convicção de que os EUA são caso único de civilização avançada, distinta de todas as outras, ungida pela história – talvez por Deus

– A própria influência religiosa sobre a cultura de massas, o que no caso da América inclui a política

– A guerra às drogas e a guerra ao terror, e aliás a ocupação militar do planeta, que é o que os EUA fazem na prática

– A certeza de que eles trabalham mais que as pessoas de todos os outros países, o que é ridículo, e as bizarras e inexplicáveis ausências de direitos comuns nos países avançados, como licença-maternidade e férias remuneradas

– A separação dos imigrantes em micro-culturas estanques, bairros separados, esse papo de chinese-american, armenian-american, african-american etc. Miscigenação faz grande falta por lá

– A entonação adocicada e pseudo-boba que passa por voz de uns 70% das moças americanas

– Essa obsessão chatíssima com celebridades e com “winners”. Que, aliás, faz com que muito americano comum se porte como estivesse o tempo todo sob os cliques dos paparazzi; é só ver como se portam algumas figuras nas filas dos Starbucks. E que com o império das redes sociais, se torna mais e mais poderosa, vide os recente acontecimentos nas eleições americanas.

Tenho tentação de passar o dia listando todas as mazelas da América, e fazendo outra baita lista do que mais admiro. Sua lista talvez fosse diferente da minha, mas acho que não muito. A civilização americana tem óbvias qualidades e defeitos bem à vista. Até porque todos nós vivemos na civilização planetária que a América criou no século 20, em graus diferentes, de Uberlândia a Djibouti a Pequim.

O Brasil pode e deve se espelhar no que os Estados Unidos têm de melhor, que é a liberdade, e rejeitar o joio. Na impossibilidade de fundarmos nosso próprio país com nossa própria identidade, o mínimo a fazer é ir além da caricatura de gringo.

Ou imitamos o melhor do Império, ou nos contentamos com uma superfície de civilização. Com a tintura loira e o outlet, com a pseudo-liberdade de personalizar o mocha frapuccino e a placa do carro… E, no fim das contas, com a defesa intransigente do nosso modo de vida, às custas de outros seres humanos e do próprio planeta.

Um exemplo do que o Brasil tem a aprender com a América aconteceu agora. Ao final da mais renhida disputa pela presidência, Trump venceu. O que Hillary fez? Pediu recontagem? Se negou a aceitar sua derrota? Saiu pregando impeachment? Não. Parabenizou o vitorioso, aceitou que sua vitória foi dentro das regras, e foi pra casa. E lá foi Obama receber Trump, facilitar a transição e tal.

Como a maioria das pessoas mundo afora, e como a maioria dos eleitores americanos, acho que Hillary seria uma escolha bem menos ruim que Trump. Como uma minoria ruidosa de americanos, não vejo com bons olhos essa normalização de Trump, essa postura “agora ele está eleito e temos todos que torcer por ele e apoiá-lo” etc. Ele segue sendo o que que sempre foi. O progresso virá do sucesso dos que vão combatê-lo sem trégua – o que farão à americana, seguindo as regras.

Temo a América, pelo seu poder cego e glutão e pelo seu desprezo pelo diferente, características que Trump representa tão bem. Amo a América, pela sua liberdade e coragem, e pelo seu apego às regras da convivência, inclusive na hora do combate político. Escolha a sua – e vamos fazer nossa América.

fonte: https://www.linkedin.com/pulse/o-que-brasil-tem-aprender-com-am%C3%A9rica-andr%C3%A9-forastieri

Corrupção: Uma questão de oportunidade no Brasil?

​”Quando se tem oportunidade de furtar R$ 0,50(cinquenta centavos) tirando fotocópia pessoal na máquina Xerox do trabalho, não se perde a oportunidade.

Quando se tem oportunidade de furtar R$ 5,00 (cinco reais) levando para casa a caneta da empresa, não se perde a oportunidade.

Quando se tem a oportunidade de furtar R$ 25,00(vinte e cinco reais) pegando uma nota mais alta, na hora do almoço, para a empresa reembolsar, não se perde a oportunidade.

Quando se tem a oportunidade de roubar R$ 30,00 (trinta reais) de um artista comprando um DVD pirata, não se perde oportunidade.

Quando se tem a oportunidade de furtar R$ 250,00 (duzentos e cinquenta) comprando uma antena desbloqueada que pega o sinal de satélite de todas as TV’s a cabo, não se perde a oportunidade.

Quando se tem a oportunidade de furtar R$ 469,99 da Microsoft baixando um Windows crackeado num site ilegal, não se perde a oportunidade.

Quando se tem a oportunidade de furtar R$ 2.000,00 (dois mil reais) escondendo um defeito do seu carro na hora de vendê-lo, enganando o comprador, não se perde a oportunidade.  

Muitos  não  perdem  nenhuma oportunidade, devolvem a carteira mas furtam o dinheiro, sonegam imposto de renda, dão endereço falso para adquirir benefícios que não tem direito, etc, etc. etc…

Bom, se você trabalhasse no Governo, e caísse no seu colo a oportunidade de roubar R$ 1.000.000,00 (um milhão), com certeza, se você não perde uma oportunidade iria aproveitar mais esta oportunidade. Tudo é uma questão de acesso e oportunidade.

O povo brasileiro precisa entender que o problema do Brasil não são só a meia dúzia de políticos no poder lá em cima, pois eles, são apenas o reflexo dos quase 200 milhões de oportunistas aqui embaixo.  

Os  políticos  de  hoje foram ontem oportunistas e senão mudarmos a estrutura de valores de nossa sociedade e trazer a Ética e a Moral como pilares do comportamento nunca seremos um povo realmente honesto e justo.”

Sérgio Moro

AS ILUSÕES PERDIDAS DE ARNALDO JABOR

Fui do PCB, participei da fundação da Ação Popular, fui diretor da revista da UNE, um dos fundadores do CPC (Centro Popular de Cultura) e digo: Não existe ninguém mais platônico, sonhador, nefelibata do que um materialista dialético. Conheci vários que estavam aí no poder, ainda bonitinhos e fogosos. Foram (fui também) formados por uma empada de retalhos ideológicos mal lidos na Guerra Fria. Tínhamos só fins e nenhum meio.

Eu era do Grupo Vertigem, como meus colegas comunas chamavam os artistas, os angustiados, os românticos, que sonhavam com uma revolução rápida, indolor, sem lutas sangrentas, sem portas de sindicatos, sem chateações de tarefeiros. A cartilha comunista tinha nomes para nós: hesitantes ou radicais, sectários ou…

leia mais em http://www.jornaldoempreendedor.com.br/destaques/politica-e-economia/as-ilusoes-perdidas-de-arnaldo-jabor/

NÃO PERCA TEMPO COM ESQUERDA VERSUS DIREITA – APENAS DEFENDA A LIBERDADE

Não perca seu tempo classificando as pessoas, os partidos e as bandeiras entre esquerda e direita. A classificação existe apenas no discurso, não na realidade, e é uma ferramenta retórica para criar conflitos, marcar posições e demonizar adversários.
Mais do que isso, falar em esquerda e direita é participar de um jogo. Um jogo retórico que serve aos interesses de apenas um dos jogadores. Quase sempre, quem dá as cartas é…

leia mais em http://www.jornaldoempreendedor.com.br/destaques/politica-e-economia/nao-perca-tempo-com-esquerda-versus-direita-apenas-defenda-a-liberdade/

Votar em branco ou nulo

O QUE SIGNIFICA VOTAR EM BRANCO  OU VOTAR NULO?

……Se você não sabe em quem votar nas próximas eleições, vale a pena saber sobre voto BRANCO e NULO!

……O voto em BRANCO, ao contrário do que parece, não significa que o eleitor não escolheu nenhum candidato, mas sim que ele abdica de seu voto.
……Não é um ato de contestação e sim um ato de CONFORMISMO!
……Os votos em BRANCO significam “TANTO FAZ” e são acrescentados ao candidato de maior votação no último turno.
……Ou seja, se existem dois candidatos Tubarão e Galinha, Tubarão termina com 52% dos votos, Galinha recebe 35% dos votos, 10% são votos em branco e 3% são nulos, isso significa que 3% dos eleitores não querem nem Tubarão nem Galinha no poder, mas 10% dos eleitores estão satisfeitos tanto com Tubarão como com Galinha, o que vencer está bom.
……Neste exemplo, Tubarão tem uma aceitação de 62% do eleitorado. O problema é que existe muita pressão para a escolha de um candidato e pouca explicação do que escolher significa.
……Já o voto NULO é um protesto válido.
……Ele quer dizer que o eleitor não está satisfeito com a proposta de
nenhum candidato e se recusa a votar em um ou outro.
……Esse tipo de voto é importante e é o que efetivamente faz a democracia, pois a existência dele permite que o eleitor manifeste a sua insatisfação.
……O voto NULO, ao contrário do que parece, é um voto válido.
……Ninguém fala dele, nem mesmo nas instruções para votação. ……Explicam como votar em um candidato ou como votar em branco, mas ninguém explica como anular um voto.
……Pois bem, para anular um voto é preciso digitar um número inexistente no número do candidato.
……Se um eleitor experimenta votar em branco, o terminal eletrônico avisa “Você está votando em branco” e então o eleitor pode confirmar, ou corrigir. Mas, se o eleitor coloca um número inexistente num terminal, ele acusa “Número incorreto, corrija seu voto”.
……Assim, os votos NULOS são desencorajados.
……Por que falar dos votos NULOS?
……Porque, se na eleição entre Tubarão e Galinha, Tubarão terminasse as eleições com 42% dos votos e Galinha com 30%, 10% de brancos e 18% nulos as eleições teriam que ser repetidas e nem Tubarão e nem Galinha poderiam participar das eleições naquele ano.
……Ou seja, o voto nulo, do qual ninguém fala e que o terminal acusa como incorreto, é o único voto que pode anular uma eleição inteira e remover do cenário todos os candidatos daquela eleição de uma só vez.
……Se nenhum dos candidatos conseguir maioria (mais de 50%) no último turno,as eleições têm que ser canceladas!
……Os candidatos são trocados e novas eleições têm que ocorrer.
……Então, contribuindo para a campanha do voto consciente, se alguém estiver votando em Tubarão ou em Galinha, mas preferia não votar em nenhum dos dois, pode optar pelo voto INCORRETO, o voto NULO.
……Quem sabe um dia Tubarão e Galinha saem do cenário e os eleitores podem votar em Golfinho.
……Não seja obrigado a votar em quem você não quer no poder!!!
.…VOCÊ É OBRIGADO A VOTAR, MAS TEM O DIREITO DE ESCOLHER!!!

fonte: http://blogdomarcelogomesfreire.wordpress.com/votar-em-branco-ou-nulo/

A Psicologia do consumo

Este vídeo vale muito a reflexão até o 6° minuto, a forma como somos “educados” a consumir e também pela situação caótica dos serviços públicos, faz com que sempre pensemos em ficar ricos, e como o autor diz, o brasileiro não quer ficar rico para dominar o mundo, mas sim para poder proporcionar educação melhor a seus filhos, ter um bom plano de saúde, enfim… para viver melhor… neste ponto, precisamos ACORDAR e começar a VOTAR MELHOR e EXIGIR MAIS DOS GOVERNANTES e não só fazer barulho em manifestações que não contribuem efetivamente para a nação brasileira…

Como o mundo funciona e como fazer ele parar de funcionar

Abra a sua mente antes de abrir a sua boca.

Um dos caras mais lúcidos que eu encontrei no planeta nos últimos tempos foi em Chicago nos EUA. Um taxista, negão, super gente boa; no caminho entre o aeroporto e o hotel, eu perguntei a ele, “E aí, você votou no Obama nas últimas eleições?”, ele respondeu, “Eu não! Eu votei nele no primeiro mandato, dessa vez eu votei no outro. Eu sempre faço isso. Em uma eleição eu voto em um partido, na outra eu voto no outro”, e completou, “Não interessa em quem você vota para presidente. O presidente desse país chama-se David Rockfeller!”

Que lucidez! Esse taxista de Chicago é mais lúcido sobre como o mundo funciona do que 95% dos brasileiros.

O presidente do Brasil não chama Dilma Russef, o verdadeiro presidente do Brasil chama-se Norberto Odebrecht, ou Roberto Setubal, ou Carlos Fadigas, ou Wesley Mendonça Batista, ou Gregory Page, ou Luiz Carlos Trabuco, ou Roberto Marinho entre outros.

O mundo funciona para servir as 500 maiores empresas do mundo. O Brasil funciona para servir as 500 maiores empresas do país.

Ou você acha que um calhamaço com 1 mil páginas de informações inteligentes sobre o projeto de construção de um aeroporto, ou abertura de uma rodovia, ou qualquer outra coisa que o valha, que requer um super conhecimento de engenharia, matemática, planejamento, projetos etc foi feito pelo deputado federal de algum estado do Brasil???

Ou talvez tenha sido feito pelos funcionários do gabinete do excelentíssimo deputado???

Você acredita nisso?!

O governo já anunciou que os celulares comprados no exterior não vão funcionar direito no Brasil. Quem você acha que plantou essa idéia em Brasília? Os próprios políticos que manjam horrores de telefonia celular e o escambau e por isso estão preocupados com o futuro da base instalada blá blá blá, ou será que foi o lobista de um grande empresa coreana fabricante de celulares no Brasil????

Ainda não se investe em educação, segurança e saúde nesse país como todos nós queremos porque entre as 500 maiores empresas do Brasil você não encontra praticamente NENHUMA empresa de educação, segurança e saúde.

Uma vez que as empresas de educação, segurança e saúde não tem muita grana para fazer um lobby junto a “galera”, esse tipo de projeto não avança para lugar nenhum. A “galera” está sempre super ocupada liberando os projetos que atendem os interesses das 500 maiores empresas do país.

É assim que o mundo funciona.

Um deputado apanhado com uma maleta de 100 milhões de reais significa apenas que ele ganhou uma pequena comissão em algum negócio gigante onde os verdadeiros corruptos lucraram um absurdo de dinheiro; essa turma jamais será presa porque eles comandam o show, as leis, e tudo que você imagina e nem sonha que existe.

Tá afim de mudar essa sacanagem toda?

Você gostaria de viver em um mundo onde as 500 maiores empresas não tem poder algum sobre o nosso modo de vida?

Pois bem, eu te apresento um lugar assim, ou melhor, dois lugares onde os seus líderes tiveram a coragem de expulsar essa turma: Cuba e Coréia do Norte.

No dia 1o de Janeiro de 1959, Fidel Castro e Che Guevera expulsaram todas as grandes empresas capitalistas de Cuba, e fecharam as torneiras de lucros dessa cambada.

Os caras fecharam as fábricas de carro que corrompiam os políticos cubanos para abrirem ruas atrás de ruas para que os seus produtos pudessem passar; os caras fecharam os canais de televisões particulares por onde as 500 maiores empresas veiculavam propaganda atrás de propaganda para convencer as pessoas a comprar produtos atrás de produtos apenas porque é legal comprar produtos, pela simples razão que é legal ter coisas; em 1959, Cuba mandou o capitalismo das 500 maiores empresas embora e fechou o país para essas tranqueiras. Resultado, o país parou no tempo; mas sem a influência dos interesses das 500 maiores, Cuba investiu a grana em educação, saúde e esportes.

Os caras estavam errados?

A Coréia do Norte também tem a mesma história, e vai pelo mesmo caminho.

Sabendo disso, o que você prefere para a sua vida? Um mundo onde as 500 maiores mandam, ou um mundo onde as 500 maiores estão proibidas de existir?

Eu não quero nem um nem outro para a minha vida.

Eu quero uma terceira opção.

Sabe qual é?

Um país onde 5 milhões de pequenas empresas representem 70% do PIB brasileiro, e não apenas 90% dos empregos gerados ou qualquer coisa do tipo.

O mundo que conhecemos vai realmente mudar quando o poder de influência entre as grandes e as pequenas empresas realmente se equilibrar. Quando isso acontecer, o bicho vai pegar para as grandes porque a grana estará com as pequenas, e os políticos TERÃO que ouvir e atender as necessidades dos pequenos.

Quais são as necessidades dos pequenos? Escola para criar funcionários capacitados. As grandes não precisam de escolas. Eles tem meia dúzia de funcionários, e todos são treinados fora. Os pequenos precisam de trocentos hospitais; afinal, os pequenos tem milhões de funcionários. Os grandes não precisam de hospitais. A meia dúzia de hospitais que tem por ai já dão conta da saúde dos diretores e gerentes das multinacionais. Para a turma que pode frequentar o Hospital Albert Einstein, o sistema de saúde no Brasil vai muito bem obrigado.

Nas próximas eleições, vote em qualquer um. O político que você vai eleger não terá poder de mudar muita coisa. Antes das eleições os lobistas das 500 maiores já trataram de investir a mesma quantidade de grana em todos os partidos para assegurar a continuidade dos projetos independente de quem vencer. Esquerda, Direita, Ideologias, Filosofias, o mundo corporativo não está nem aí para esse tipo de coisa. O mundo corporativo é exatamente isso, “corpo”, ninguém liga para a ALMA de nada.

Se você realmente quer mudar alguma coisa, vote nas pequenas empresas!

Gaste o seu dinheiro nas pequenas empresas!

Faça negócios com pequenas empresas!

Compre, venda, contrate, alugue, empreste, doe, ajude as pequenas empresas!

Se você é professor, incentive os seus melhores alunos a trabalhar nas pequenas empresas ou serem empreendedores.

Se você é pai, incentive os seus filhos – enquanto ainda são jovens – a arriscar os seus sonhos construindo pequenas empresas.

Peça demissão do seu cargo engomadinho de gerente de grande empresa, e venha mudar o mundo!

Se você realmente quer mudar alguma coisa, vote nas pequenas empresas!

Nos anos 80, para tirar o presidente da Pepsi para trabalhar na emergente Apple, Steve Jobs usou um argumento show de bola, “Você prefere vender água com açúcar para o resto da sua vida, ou você está afim de mudar o mundo?”.

Eu estou afim de mudar o mundo, e estou mudando!

NADA MENOS QUE ISSO INTERESSA!

QUEBRA TUDO! Foi para isso que eu vim! E Você?

fonte: http://www.bizrevolution.com.br