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Alerta: Não se pode comer dinheiro

“Só quando a última árvore tiver sido derrubada, o último rio tiver sido envenenado, o último peixe capturado é que vocês entenderão que não se pode comer o dinheiro”.

Essa profecia está cada vez mais se tornando uma brutal verdade. Mas nem todos ainda a conhecem. Compartilhe essas imagens que abrirão os olhos de muitas pessoas.

leia mais em http://www.naoacredito.com.br/imagens-da-verdade/

Viver

Acho a maior graça? Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas não exagere…

Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.

Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde. Prazer faz muito bem. Dormir me deixa 0 km. Ler um bom livro faz-me sentir novo em folha.

Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois rejuvenesço uns cinco anos. Viagens aéreas não me incham as pernas; incham-me o cérebro, volto cheio de idéias.

Brigar me provoca arritmia cardíaca. Ver pessoas tendo acessos de estupidez me embrulha o estômago. Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano. E telejornais… os médicos deveriam proibir – como doem! Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo, faz muito bem; você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.

Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde. E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda.

Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna.

Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau! Cinema é melhor pra saúde do que pipoca.

Conversa é melhor do que piada. Exercício é melhor do que cirurgia. Humor é melhor do que rancor. Amigos são melhores do que gente influente. Economia é melhor do que dívida. Pergunta é melhor do que dúvida. Sonhar é melhor do que nada.

Luís Fernando Veríssimo

fonte: http://www.contandohistorias.com.br/historias/2006183.php

A vida é realmente simples (ou, por que você não tem problemas com cabras)

É atribuído a Confúcio o seguinte pensamento: “A vida é realmente simples. Nós é que insistimos em torná-la complicada”.

Trata-se de uma filosofia bonita, mas que parece distante quando confrontada com uma realidade de correria, falta de dinheiro, excesso de trabalho, trânsito, poluição, doenças, ataques terroristas e com o fato de que Valesca Popozuda foi diagnosticada com dengue.

É de se notar, no entanto, que boa parte do que torna a vida complicada é 100% artificial, inventado por nós mesmos.

Em essência, somos apenas animais. Deveríamos precisar de não mais do que alimento, abrigo, roupas e um punhado de amigos e familiares.

O alimento poderia ser apenas comida de verdade. Para o abrigo, bastaria um espaço simples cercado de paredes e com um teto em cima. Roupas poderiam ser apenas tecidos simples que protegem nosso corpo contra o calor, o frio e os olhares lascivos. Amigos deveriam ser pessoas de verdade, não centenas de avatares sorridentes publicando fotos de seus almoços em um interminável feed de notícias.

Praticamente tudo o que está além dessas necessidades básicas é por nós inventado: as comidas precisam ser rápidas, práticas, saborosas, gourmets e visualmente bonitas.

O abrigo precisa ter piso de porcelanato, cadeiras engraçadas desenhadas por um nome famoso, uma TV grande para vermos o Faustão em alta definição e uma varanda gourmet para as comidas que havíamos inventado no passo anterior.

Ainda não inventaram as roupas gourmets, mas também elas seguem a mesma ideia de custarem uma fortuna dependendo de coisas abstratas como “caimento”, “estilista”, “nobreza do tecido” e – meu preferido – “marca”. Mesmo que seja tudo produzido em Toritama ou Tianjin.

O que me leva ao problema com as cabras.

Por que você não tem problemas com cabras

Sexta passada fui a uma palestra do Lama Padma Samtem na Universidade de Brasília. O tema em cartaz era educação, mas, como sempre acontece, acaba se falando sobre métodos para escapar do sofrimento e encontrar mais felicidade.

Ao tergiversar sobre o assunto, o palestrante perguntou quem ali na plateia tinha algum problema com cabras. Nenhuma mão ascendeu.

Ninguém ali tinha problema com cabras porque ninguém tinha cabras. Da mesma forma como a derrota do Unión Esportiva Sitges na última rodada do campeonato de futebol da Catalunha não chateou ninguém.

Esses problemas especificamente as pessoas presentes ainda não haviam inventado para si mesmas. Elas haviam inventado outros, tão artificiais quanto, mas que ganham uma solidez incrível à medida em que vão sendo reforçados.

Se percebemos que algo é inventado – e a maioria de nossos problemas parece ser – podemos escolher eliminar aquela ilusão. Se aquilo não faz nenhum bem, se complica a vida, não há motivo para insistir.

A vida é realmente simples. Nós é que insistimos em torná-la complicada.

fonte: http://mude.nu/problemas-com-cabras/

Viver é um constante teste de validação de premissas

tualmente estou fazendo testes de validação em quatro negócios em paralelo. Quatro ideias que tive, mas que antes de torná-las realidade, resolvi praticar o ensinamento básico para criação de empresas enxutas (ou lean startups) e marketing digital que é o“validation test” (ou teste de validação). Neste processo de validação das minhas premissas de negócio, descobri o real significado do trabalho com inteligência e enfrentei alguns sentimentos interessantes que provavelmente devem passar…

leia mais em http://www.insistimento.com.br/empreendedorismo/auto-ajuda/viver-e-um-constante-teste-de-validacao-de-premissas/

A castração é um assassinato em prestações

Sou daqueles avessos a mudanças. Até mudo de ideias, opiniões, mas tenho princípios essenciais aos quais me arraigo firmemente, a ponto de ser chato. Tenho um grande amigo, cujo nome não vou entregar (ele, se quiser, que se apresente!) que sabiamente contou-me que, no momento em que fez cinquenta anos, uma espécie de chave ligou em sua cabeça e ele passou a aceitar-se plenamente como era, com todas as suas virtudes e defeitos. Dessa forma, ele passou a aproveitar melhor o seu tempo com as pessoas que o amam pelo conjunto da obra e ligou o foda-se para aquelas que eram ótimas em classificar seus defeitos. Como resultado, ele ganhou muito mais tempo para estar com aqueles com quem realmente pode se divertir, aprender e seguir crescendo. Com o tempo – em certos casos, alguns anos – mesmo os enumeradores de defeitos entenderam que a companhia sábia, bem humorada e carinhosa do meu amigo tinham muito mais valor do que qualquer uma de suas falhas ou o conjunto de todas elas.

Também precisei fazer cinquenta anos para entender o que o meu amigo disse. A tal chave ligou em minha cabeça. O momento em que isso acontece poderia chamar-se o “momento Picard”: I’ve become aware that there are fewer days ahead than there are behind. – disse o querido capitão no filme Star Trek Generations, se não me falha a memória (traduzindo: percebi que há menos dias à minha frente do que aqueles que ficaram para tra?). Isso não é algo triste, apenas a realidade.

Agora eu vejo as pessoas que já passaram pelo momento Picard de uma forma diferente e gostaria de pedir desculpa a todas elas por qualquer eventual tentativa que eu fiz de mudá-las, contra a sua vontade, quer eu tivesse consciência disso ou não. Em alguns casos, lembro nitidamente destas tentativas – longas discussões pesadas, tristes e infrutíferas que poderiam ter sido muito melhor aproveitadas com abraços, risadas e uma grande dose de perdão. O interessante é que, quando se chega na quina dos cinquenta, a gente nem se preocupa mais em ser perdoado. De uma hora para a outra o perdão que damos a nós mesmos é o suficiente. A gente não faz mesmo tudo certo. Cada um de nós é o conjunto de seus acertos, erros, alegrias e dores. Ninguém está em posição de julgar esse conjunto, em outras pessoas, tomando por base o seu próprio conjunto e nem mesmo um conjunto estabelecido como uma média considerada (por quem mesmo?) aceitável.

Querer que um ser humano mude, tornando-o aquilo que nós achamos que seria melhor, é castrá-lo aos poucos. A castração é um assassinato em prestações. Não falo, claro, da castração sexual e nem de mudanças aceitas em bons acordos pessoais ou sociais. Falo das mudanças que a gente até pode achar que, em algum momento, são benéficas e, por isso mesmo, são perigosas. Falo de castrar liberdades individuais. Castra-se um pouquinho aqui, outro ali, fundamentando-se em mil razões, tipicamente com a desculpa de agradar uns que outros ou a nós mesmos.

Em família, quando o amor entre os seus membros está acima de qualquer coisa, um acha que pode falar qualquer coisa para o outro e, acuado, alguém pode aceitar, externamente, mudar. A mudança exigida não se consolida – ninguém aceita ser castrado! – e certas discussões são recorrentes, tirando da vida preciosas horas que só aprendemos a valorizar quando passam a existir menos dias à frente… Mas acho que só é possível a real consciência desse desperdício de tempo ,mesmo, após a passagem pelo momento Picard.

Eu não sei se a leitura disso que escrevi pode servir para alguém. Os ensinamentos do meu amigo só serviram, para mim, depois que fiz cinquenta anos. Eu queria não ter perdido tanto tempo tentando, por exemplo, convencer meu avô a parar de fumar. Eu trocaria todo e qualquer minuto que, em vão, tentei mudá-lo, por outros em que eu pudesse ouvir mais de suas histórias ou, simplesmente, assistir Jornada nas Estrelas ou James West em sua companhia, deixando-o fumar, em paz, seu cigarrinho. Mas meu avô tinha mais de cinquenta anos e, hoje eu sei, ele ligava o foda-se, enquanto eu reclamava, e que soube perdoar-me por tudo o que eu, até então, ainda não sabia.

fonte: http://www.dicas-l.com.br/brod/brod_201401130713.php

Você só tem uma chance

É muito comum escutarmos aos quatro cantos uma desculpa para aquilo que não se fez acompanhado de um pedido de uma segunda chance. Levando ao pé da letra uma das músicas do rapper Eminem que em seu refrão diz que temos apenas um tiro, uma bala para disparar, hoje quero transmitir aos leitores deste blog a importância que deve ser dada a se ter apenas uma chance, ou seja, de ser…

leia mais em http://www.insistimento.com.br/empreendedorismo/auto-ajuda/voce-so-tem-uma-chance/

Viver é arriscar