O que aprendi quando voltei a ser liderado

Voltas que o mundo dá e, anos atrás, eu finalmente realizava o sonho de trabalhar na diretoria do grande banco no qual fiz carreira por uma década antes de empreender. Embora se tratasse de uma promoção, após um bom tempo liderando equipes de aproximadamente vinte funcionários, eu não seria mais “gerente” e sim “assessor”. Teria um líder e não lideraria ninguém.

A experiência me trouxe uma infinidade de desafios: atuação no nível estratégico da organização, realização de trabalhos totalmente diferentes dos que eu estava acostumado a executar, desenvolvimento de novos conhecimentos e habilidades. Além de tudo, dei uma sorte danada, pois meu novo chefe era…

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Trabalhar duro não é o mesmo que trabalhar de forma inteligente Leia mais em Endeavor

Eu fui convidado por Rahul, um aluno muito antigo, para visitá-lo e ver o que estava fazendo com sua startup. Na verdade, startup é uma forma errônea de dizer que Rahul construiu uma excelente empresa, com centenas de colaboradores e que atualmente gera um faturamento anual de mais de $50M.

Embora tivéssemos marcado um jantar, Rahul me convidou para acompanhá-lo em algumas reuniões à tarde, ver algumas amostras de produtos, admirar o escritório e o café, além de sentir um pouco de como era o ambiente corporativo. Antes de sairmos para jantar, perguntei sobre a cultura organizacional e a transição de startup para empresa. Falamos sobre como era trabalhar com novos funcionários, gerindo escala ao escrever manuais operacionais para…

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Solitude: o hábito que ajuda empreendedores e negócios a evoluírem

Melhorar resultados, fazer a empresa crescer, buscar a produtividade máxima etc. Esses são alguns desafios empresariais e que acabam se tornando pauta na agenda de quem empreende. O problema é que o crescimento sustentável exige evolução. Quando o empreendedor não evolui, seu modelo mental e seus hábitos acabam segurando, emperrando e limitando o potencial do negócio. Daí a importância de se manter com a mente aberta.

A maneira de pensar e agir do fundador influenciam diretamente os

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Reconhecimento é a melhor forma de estimular alguém

O salário não é a principal fonte de insatisfação dos brasileiros dentro das empresas. Mais do que uma remuneração condizente com o que seria justo pelo seu trabalho, as pessoas querem ser reconhecidas e valorizadas dentro das organizações. Ser mais uma peça da engrenagem é um fardo nos tempos atuais, defende o filósofo Mário Sérgio Cortella. Docente, educador, palestrante e consultor de empresas, Cortella afirma que a principal causa da atual desmotivação é a ausência de reconhecimento. E ela manifesta-se de várias formas: do chefe injusto à falta de valorização em cada projeto e tarefa. Não é uma questão puramente de promover o elogio desmesurado, mas uma forma de “dar a energia vital ao funcionário para continuar fazendo e seguindo em frente”. É principalmente evitar a mensagem de que …

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Eu e meu burnout: o dia que quase entrei em colapso

Há pouco mais de um ano, numa determinada noite, lá pelas 3 da manhã, eu acordei de repente. Parecia que eu tinha levado um choque. Acordei com um aperto no peito, uma sensação de angústia, difícil de descrever. O quarto estava escuro, me deu medo. Deixei o quarto silenciosamente, sem permitir que a minha esposa sentisse a minha saída e fui para sala. Fiquei andando de um lado para o outro, com a TV ligada, som baixo, luzes acesas, sem saber o que acontecia comigo, mas com uma sensação de desespero, ansiedade… quase pânico. Tinha a sensação de que alguma coisa muito grave estava acontecendo durante aquele meu momento solitário. Depois de pouco mais de duas horas a ansiedade foi diminuindo, me acalmei e voltei para o quarto. Semanas depois eu contei para minha esposa.

Nunca entendi claramente o que aconteceu comigo naquela noite, mas me aventuro a dizer que eu tive uma espécie de síndrome do pânico, um profundo transtorno de ansiedade, um desespero injustificável e inesperado. Passei um tempo pensando nisso e acho que seria simplista afirmar que se tratou de um pânico que veio do nada, como uma gripe ou um mal estar passageiro. Na época dessa…

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Seja otimista e prospere

Olá, como você está?

Nestes últimos tempos tenho notado com frequência muitas reclamações, um negativismo generalizado, de profissionais que trabalham em médias e grandes corporações, muitas inclusive que foram seus sonhos em trabalhar. Isto mesmo, seussonhos!

O que aconteceu? E aquela empolgação? Aquela vontade de entregar um “extra mile” para ajudar a empresa e o profissional a evoluírem?

Vejo muitos profissionais se entristecerem com a baixa de vendas, baixa de produtividade, redução da produção, desânimo do seu gestor, desânimo da sua equipe, demissões, enfim, os motivos são dos mais variados possíveis.

Talvez você me diga: “André, como eu não vou desanimar do jeito que as coisas estão?”

Certamente entendo que não faltam argumentos para justificar o pessimismo, porém se pergunte: “Será que eu não posso agir de uma forma diferente? Será que estou agregando algum valor agindo desta forma tanto para mim quanto para a empresa que represento? Será que é realmente a empresa que está perdendo com minhas atitudes neste padrão ou eu estou perdendo muito mais?”

Acredita que realmente esta contaminação de energias negativas ajudará a empresa a prosperar? Pense bem nisto!

Talvez ainda pense: “Mas tudo está ruim André, nada está bom!”

Tenha certeza que seus pensamentos irão gerar suas ações que irão gerar seus resultados.

Imagine o seguinte, pense em um vendedor pessimista, que acredita que o mercado está ruim. Como você acha que serão suas abordagens comerciais? Acredita que ele terá ânimo, empolgação, vontade para conversar com seus possíveis clientes? Como você acha que serão suas conversões de vendas comparado a um vendedor otimista?

Imagine um Gerente Industrial desanimado e sem expectativas da sua produção aumentar. Como ele conseguirá deixar sua equipe motivada? Qual sua vontade em tentar melhorar a eficiência operacional da sua planta para ser mais competitiva?

Imagine então o Diretor Geral de uma grande corporação triste, sem esperanças e desmotivado. Fazendo uma analogia rápida, qual o destino que esta empresa possivelmente terá?

Tenho algumas sugestões rápidas para você ajudar sua empresa a sair deste contexto: não dê ouvidos as notícias ruins, por mais difícil que seja. Não deixe essas notícias te contaminar, não entre nas rodinhas que não contribuem em nada, e por último, evite reclamar. Este hábito de se queixar normalmente é utilizado como uma forma de justificativa por algo que não conseguimos realizar, gera um certo conforto emocional.

Mude seus pensamentos, tenha gratidão pela empresa atual, por mais “doloroso” que seja estar nesta corporação, sempre irá aprender algo, você não está nesta posição à toa e nada acontece por acaso.

Infelizmente muitas pessoas somente enxergam valor nas empresas depois que perdem seus empregos, não deixe isto acontecer, talvez o sentimento de culpa depois poderá ser mais penoso.

Os líderes das empresas estão cada vez mais intolerantes com reclamações e atitudes negativas. Isto é muito sério, não entre nesta energia ruim, seja mais forte, gere pensamentos e ações positivas. Os pequenos gestos positivos, serão vistos melhor pelos gestores, além claro de você ter um melhor desenvolvimento profissional, o que te deixará mais feliz no ambiente profissional.

O trabalho é o mesmo em se pensar negativo ou positivo, então porque se dar ao trabalho de entrar nessa onda ruim, se pode te prejudicar? Não vale a pena, comece aos poucos mudando os pensamentos e muito em breve sua vida será mais próspera.

Sua pequena mudança poderá mudar o rumo da empresa que você trabalha. Você pode ser a mudança que sua empresa precisa para sair desse cenário ruim. Talvez você não tire a empresa dessa situação, caso esteja, mas o mínimo que poderá acontecer será de gerar uma ótima referência profissional.

Você recebe o que você dá ao universo! O que irá colher da sua empresa se você plantar a raiva, o ódio, a reclamação, o negativismo, o pessimismo, o medo, a angústia? A resposta é simples, o que você plantou.

Ajude também seus colegas de trabalho a mudarem suas mentalidades, incentive esta mudança. O simples exercício diário de agradecer pela empresa que você está, pela remuneração que recebe, pela função que exerce etc, já farão uma grande diferença. Faça este exercício 7 vezes ao dia por 21 dias e depois me conte os resultados, tenho certeza que se sentirá mais em paz consigo e mais feliz. A gratidão tem o poder de abrir o campo da prosperidade, então por que não praticar diariamente, não acha?

Seja a mudança que você deseja para sua empresa.

Um brinde a mudança e a prosperidade!

fonte: https://www.linkedin.com/pulse/conheça-um-dos-principais-venenos-mundo-corporativo-e-andré-monteiro

Só faz algo grande quem enfrenta riscos

Jorge Paulo Lemann, um dos fundadores do fundo 3G Capital dono de empresas como a Kraft Heinz, o Burger King e AB InBev, é admirado por seus sócios por ser um visionário. Homem mais rico do Brasil, o empresário costuma dizer que sempre gosta de “inventar alguma maluquice”.

Lemann falou sobre uma característica da sua personalidade que está intimamente ligada ao seu inegável senso de oportunidade: uma disposição bem acima da média para arriscar.

“Eu acredito que as pessoas tomam pouco risco, deveriam tomar mais”, disse para uma plateia de 150 bolsistas e ex-bolsistas da Fundação Estudar. De acordo com ele, pessoas muito preparadas podem deixar de fazer coisas grandes…

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